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Venezuela fecha acordo histórico de petróleo com EUA em meio à guerra no Irã

Wilson em 7 de março de 2026 às 08:01

Em meio ao caos no Oriente Médio e uma disparada histórica no preço do petróleo, Venezuela e Estados Unidos surpreendem o mundo com um novo acordo bilionário que promete mudar o jogo no setor energético global. Para driblar as sanções e responder rapidamente à crise desencadeada pela guerra no Irã, o governo interino da Venezuela autorizou empresas americanas a exportarem derivados de petróleo para os EUA. O anúncio, feito oficialmente pela PDVSA, acendeu o alerta nos bastidores da geopolítica internacional e deixou investidores de olho nas próximas jogadas.

Quer saber quem saiu ganhando, como a política internacional interferiu no nosso combustível e tudo que já muda após a nova aliança? Siga lendo porque os detalhes são dignos de novela.

Em meio a um conflito de gigantes: Irã, Estados Unidos e a valorização do petróleo

Nos últimos dias, o mundo voltou seus olhos para o Oriente Médio, após ataques orquestrados entre Estados Unidos, Israel e Irã. A escalada de tensão não ficou restrita à região, mas impactou o bolso de motoristas em diversas partes do planeta. Países como Kuwait, Qatar e Arábia Saudita paralisaram ou diminuíram drasticamente a produção de petróleo, enquanto o polêmico estreito de Ormuz – importante via de escoamento – foi fechado pelo Irã.

O resultado? O preço do barril do petróleo disparou. Para se ter uma ideia, o Brent saiu de US$ 72,82 no fim de fevereiro para mais de US$ 93 poucos dias após o início da ofensiva. Um susto para economias dependentes de combustíveis fósseis e uma oportunidade para quem produz: é aí que a Venezuela entra no jogo.

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Petróleo venezuelano ganha protagonismo

Com a produção do Oriente Médio em xeque, os Estados Unidos rapidamente olharam para a Venezuela como alternativa estratégica. O novo governo venezuelano abriu as portas para gigantes como Chevron, Shell e BP; sendo a Shell a primeira a fechar contrato depois da visita do secretário do Interior dos EUA, Doug Burgum, a Caracas.

Negociações de bastidor e acordos bilionários

De acordo com fontes de dentro do Palácio de Miraflores, as conversas foram conduzidas a toque de caixa. Delcy Rodríguez, presidente interina e peça-chave nas tratativas, viu na parceria com os americanos uma chance de alavancar a economia e atrair investimentos externos, além de criar empregos e novas oportunidades para os venezuelanos.

Citando uma “produtiva jornada” com representantes do governo Trump, Delcy declarou que o acordo com a Shell representa “um passo vital para impulsionar o desenvolvimento energético” do país, fortalecendo a presença da Venezuela no cenário internacional e repaginando sua imagem, antes atrelada ao chavismo e isolamento.

Doug Burgum, por sua vez, não fez questão de esconder: para a Casa Branca, garantir petróleo venezuelano é fundamental para tentar suavizar o preço da gasolina nos postos americanos, especialmente em ano eleitoral.

Mudanças de última hora e o fim do monopólio estatal do petróleo

A guinada pró-EUA do governo venezuelano ganhou ainda mais força com a captura de Nicolás Maduro logo no início do ano. Trump, que não mediu palavras ao declarar que a presença de Washington no país tinha “tudo a ver com o petróleo”, pressionou Delcy Rodríguez a acelerar reformas estratégicas.

Num piscar de olhos, a nova liderança venezuelana apresentou ao Parlamento uma reforma na Lei de Hidrocarbonetos, reduzindo o controle estatal e abrindo o setor de vez para investimentos externos. Não houve resistência: o projeto foi aprovado sem demora, selando o fim do monopólio da PDVSA.

Com as barreiras removidas, Washington passou a negociar diretamente 50 milhões de barris venezuelanos, repassando parte dos lucros para a Venezuela e fortalecendo seus próprios reservatórios ante o risco de instabilidade global. Petróleo virou novamente carta fortíssima na mesa dos presidentes.

Os desdobramentos dessas decisões já são sentidos por aqui, com impacto direto nos preços e, claro, nas conversas de corredor em Brasília, Washington e Caracas.

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Nesse cenário explosivo, fica claro que, com a guerra no Irã e o embargo do Oriente Médio, a Venezuela conquistou papel de protagonista no setor do petróleo, mostrando como as reviravoltas da política podem transformar aliados e desafetos em questão de semanas.

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Perguntas frequentes

Como a crise no Oriente Médio afetou os preços do petróleo?

A escalada de tensões no Oriente Médio, incluindo ataques e o fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã, causou redução na produção e aumento dos preços do petróleo globalmente.

Por que os Estados Unidos buscaram o petróleo venezuelano recentemente?

Com a produção do Oriente Médio comprometida, os EUA viram a Venezuela como uma alternativa estratégica para garantir o abastecimento e amenizar o impacto nos preços da gasolina.

O que mudou na legislação venezuelana para permitir esse acordo com os EUA?

Foi aprovada uma reforma na Lei de Hidrocarbonetos que acabou com o monopólio estatal da PDVSA, abrindo o setor petrolífero para investimentos e exportações estrangeiras.

Quais empresas americanas estão envolvidas no acordo de petróleo com a Venezuela?

Grandes companhias como Chevron, Shell e BP foram autorizadas a atuar na Venezuela, com a Shell fechando o primeiro contrato após visita oficial.

Como a captura de Nicolás Maduro influenciou o acordo energético?

A captura de Maduro acelerou reformas favoráveis aos EUA e reforçou a guinada pró-americana da nova liderança venezuelana no setor energético.

Quais ganhos a Venezuela obtém com essa nova aliança energética?

Além dos investimentos estrangeiros, a Venezuela espera revitalizar sua economia, aumentar empregos e melhorar sua imagem internacional após anos de isolamento.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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