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Criptomoedas derretem após tarifas de Trump contra China e mercado entra em pânico

Wilson em 14 de outubro de 2025 às 19:04

O mercado de criptomoedas viveu um verdadeiro terremoto financeiro nesta sexta-feira (10), deixando investidores atônitos após um crash relâmpago motivado pelas novas ameaças tarifárias de Donald Trump contra a China. Em um cenário de pura tensão, bilhões de dólares evaporaram dos portfólios digitais em poucas horas, evidenciando o altíssimo risco desse setor para quem acha que criptos são jogo fácil.

Se você piscou, perdeu a melhor (ou pior) parte: em questão de minutos, o bitcoin saiu de patamares históricos para sofrer uma queda dramática, puxando toda a cadeia cripto junto. A movimentação pesada nos ativos foi acompanhada por pânico também nas bolsas de valores, e até as memes currencies desbarrancaram no embalo. Quer saber os bastidores desse baque? Continue com a gente e entenda o que realmente derrubou o mundo cripto nos últimos dias.

Tarifas de Trump disparam pânico e corrida por ativos seguros

A explosão começou com uma declaração do ex-presidente Donald Trump, ameaçando impor novas tarifas sobre produtos chineses. A ameaça caiu como uma bomba em Wall Street e, em segundos, investidores correram desesperados para ativos considerados “porto seguro”. O resultado foi uma avalanche de vendas não só em ações tecnológicas, mas principalmente em criptomoedas, conhecidas pela alta volatilidade e pelo apetite dos investidores por risco.

Os números saltam aos olhos: o bitcoin desabou de US$ 122.500 para uma mínima de cerca de US$ 104.600, enquanto o Ethereum, seu principal rival, registrou um tombo ainda mais intenso na casa dos 20%. O índice Nasdaq também sentiu o baque, caindo 3,56%, numa das piores sessões do ano.

O fenômeno não ficou restrito às moedas mais conhecidas. As famosas memecoins, como Dogecoin, foram ainda mais impactadas. Para se ter ideia, Dogecoin chegou a cair mais de 50%. Até a moeda digital $TRUMP, que surfa na popularidade política do republicano, caiu 63% durante o pico do vendaval.

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Alavancagem: o combustível do tombo cripto

Por trás dessa queda monumental, um ingrediente perigoso deu mais intensidade ao pânico: a alavancagem. No mercado de criptoativos, muitos apostadores aumentam suas posições tomando dinheiro emprestado, numa prática que potencializa tanto os lucros quanto, claro, os prejuízos.

Quando o preço começa a despencar, corretoras automaticamente encerram as posições perdedoras dos traders, ampliando o efeito dominó de liquidações forçadas. Só na sexta-feira, segundo análises especializadas, mais de 1,6 milhão de negociações alavancadas foram liquidadas, acumulando prejuízos superiores a US$ 19 bilhões. Este efeito acaba por aprofundar ainda mais a queda do preço, impactando inclusive moedas estáveis e plataformas de negociação.

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Instabilidades técnicas e suspeitas de operações suspeitas

No calor da crise, até as stablecoins, que supostamente deveriam segurar o barco em mares agitados, balançaram. Uma das moedas lastreadas em dólar da Binance chegou a perder sua paridade, assustando ainda mais o mercado, mesmo que apenas por instantes.

As redes sociais – sempre ligadas em polêmica – começaram a especular sobre possíveis movimentações atípicas de grandes carteiras anônimas e até rumores de insider trading pipocaram. Embora seja muito difícil cravar se há informações privilegiadas rolando, o episódio só aumentou as dúvidas sobre a transparência desse ecossistema.

O que esperar agora do mercado cripto?

Após o crash, o Bitcoin tenta se reerguer e voltou a ser negociado acima de US$ 115 mil, mas o clima de incerteza continua. Mesmo com leves sinais de recuperação, especialistas alertam que apenas fatores estruturais – como a entrada de investidores institucionais, regulamentação e novos ETFs – podem sustentar uma retomada sustentável.

Enquanto a poeira não baixa, muitos agentes buscam refúgio tradicional em metais preciosos. O futuro dos criptoativos permanece imprevisível, mas a tempestade recente serviu como lembrete para quem pretende se aventurar nesse universo: volatilidade nunca sai de moda neste mercado.

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O terremoto causado pelas tarifas de Trump e o colapso das criptomoedas deixaram o cenário financeiro em alerta máximo para 2025. Agora, mais do que nunca, o investidor de cripto precisa de atenção redobrada e estratégia afinada para atravessar as próximas ondas dessa montanha-russa digital.

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Perguntas frequentes

Como a alavancagem influencia os riscos nas criptomoedas?

A alavancagem permite que investidores aumentem suas posições tomando dinheiro emprestado, o que pode amplificar ganhos, mas também amplia as perdas. Quando os preços caem, corretoras encerram automaticamente posições, causando efeito dominó e quedas ainda maiores.

Por que as stablecoins também podem apresentar instabilidade?

Embora as stablecoins sejam lastreadas em ativos estáveis, em momentos de crise e alta volatilidade do mercado, elas podem perder momentaneamente sua paridade com a moeda base, gerando insegurança entre investidores.

Qual o papel das notícias políticas no mercado de criptomoedas?

Notícias como declarações de líderes políticos podem gerar medo e incerteza, influenciando rapidamente o comportamento dos investidores e provocando movimentos bruscos no valor das criptomoedas.

O que são memecoins e por que são tão voláteis?

Memecoins são criptomoedas baseadas em memes ou temas populares, geralmente sem um propósito financeiro sólido, o que as torna altamente especulativas e sujeitas a grandes variações de preço.

Quais medidas podem ajudar a recuperar a confiança no mercado cripto?

Medidas como a regulamentação adequada, maior transparência, entrada de investidores institucionais e lançamento de produtos financeiros estruturados, como ETFs, são fundamentais para criar estabilidade e confiança no mercado.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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