Diretora da Codevasf viaja a Nova York com Janja enquanto barragem ameaça romper em Minas
em 12 de março de 2026 às 10:16Enquanto moradores de Porteirinha, no norte de Minas Gerais, vivem dias de angústia esperando os desdobramentos da possível ruptura da Barragem das Lajes, uma decisão polêmica chamou a atenção do noticiário político e de fofocas: a diretora de Irrigação da Codevasf, Alessandra Rossin, embarcou para Nova York a convite da comitiva de Janja Lula da Silva em pleno agravamento da crise. A notícia caiu como uma bomba nos bastidores de Brasília e despertou críticas quanto à prioridade dos órgãos responsáveis em meio à emergência.
A Barragem das Lajes, localizada a apenas 24 km de Porteirinha, vem preocupando autoridades e moradores após as fortes chuvas recentes comprometerem sua estrutura. O município, que já viveu dramas envolvendo enchentes e deslizamentos, agora teme por um desastre de grandes proporções. E, em meio a esse cenário tenso, a viagem da diretora não passou despercebida.
Veja os detalhes do caso e como o poder público tem se manifestado — ou se ausentado — na condução desse momento delicado.
O que você vai ler neste artigo:
Papel da Codevasf e reação diante da crise em Minas Gerais
A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), atualmente vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, é frequentemente citada como um dos órgãos que deveriam estar à frente da resposta ao risco iminente de rompimento da barragem. De acordo com fontes internas, o clima entre técnicos da estatal ficou ‘carregado’ ao saber do embarque da diretora para outro continente enquanto a tensão só aumenta no norte mineiro.
Questionada recentemente, a Codevasf declarou que já enviou técnicos à Barragem das Lajes para avaliar as condições da estrutura e prestar apoio técnico. No entanto, também fez questão de ressaltar que a gestão, operação e manutenção da barragem são de responsabilidade do município de Porteirinha, conforme termo de compromisso firmado desde 1989. Tal posicionamento gerou certo desconforto entre lideranças políticas locais, que alegam falta de suporte consistente diante do problema.
Críticas internas e clima de tensão entre servidores
Funcionários e pessoas próximas à Codevasf relatam insatisfação com a decisão de liberar Alessandra Rossin para participar da 70ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU, especialmente por sua área de atuação não ser diretamente relacionada ao tema do evento. Enquanto isso, centenas de famílias permanecem aflitas com a possibilidade de evacuação e perdas materiais irreparáveis. Para alguns servidores, a postura da empresa estatal reflete uma ‘notável negligência’ no acompanhamento da emergência em Minas Gerais.
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Impacto político: viagem, passagens e diárias em meio à crise
A autorização para o deslocamento internacional de Alessandra Rossin, com direito a passagens, seguro viagem, remuneração e diárias, foi publicada oficialmente em fevereiro deste ano. O período da ausência — entre os dias 9 e 19 de março — coincide justamente com o agravamento da ameaça na Barragem das Lajes, o que aumentou ainda mais a indignação entre moradores de Porteirinha e lideranças locais. Não faltaram críticas dirigidas ao governo Lula, por permitir que um quadro técnico relevante estivesse distante do epicentro do problema ao invés de acompanhar de perto o desenrolar da situação.
A presença da primeira-dama Janja na comitiva adicionou um ingrediente extra à polêmica, já muito comentada nos bastidores políticos. O episódio evidenciou como movimentos estratégicos e ações protocolares podem gerar ruídos em situações de crise, alimentando debates fervorosos tanto nas rodas de poder quanto nos grupos de WhatsApp da região mineira.
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Enquanto as atenções se voltam para as medidas emergenciais e cobranças por parte dos moradores de Porteirinha, resta saber se a ausência da diretora fará diferença no enfrentamento do risco iminente ou se a repercussão desse episódio acelerará novos direcionamentos das autoridades envolvidas.
Continue acompanhando o desenrolar dessa história com a gente. E, se você gostou desta cobertura exclusiva sobre a polêmica envolvendo a Codevasf e o risco de rompimento da barragem em Minas, inscreva-se agora mesmo em nossa newsletter para receber as próximas atualizações quentes do mundo das fofocas, direto no seu e-mail!
Perguntas frequentes
Qual órgão é responsável pela manutenção da Barragem das Lajes?
A manutenção, gestão e operação da Barragem das Lajes são de responsabilidade do município de Porteirinha, conforme termo firmado desde 1989.
Qual o papel da Codevasf durante a crise na Barragem das Lajes?
A Codevasf envia técnicos para avaliar a estrutura da barragem e oferecer apoio técnico, mas não é responsável direta pela manutenção.
Por que a viagem da diretora Alessandra Rossin gerou polêmica?
A viagem ocorreu em meio ao agravamento da crise na barragem, o que causou insatisfação por sua ausência durante um momento crítico.
Quais críticas foram feitas ao governo durante a crise da barragem?
Críticas destacaram a falta de suporte consistente e a autorização da viagem da diretora em um momento de emergência.
Como a comunidade local reage ao risco iminente da barragem?
Moradores de Porteirinha estão apreensivos, temendo danos estruturais, evacuação e perdas materiais devido à possível ruptura.