Ataque devastador atinge Kyiv: Rússia lança centenas de drones e mísseis
em 24 de maio de 2026 às 10:43Kyiv foi alvo de um bombardeio intenso neste domingo, com a Rússia disparando centenas de drones e mísseis contra a capital da Ucrânia. Entre explosões e incêndios, moradores acordaram em pânico, e as consequências já são sentidas em todos os cantos da cidade. Pelo menos duas pessoas morreram e outros 77 ficaram feridos até o momento, de acordo com autoridades locais.
O clima de desespero tomou ainda mais conta após o prefeito de Kyiv, Vitaliy Klitschko, afirmar que houve danos em todos os distritos. O ataque, considerado um dos mais brutais desde o início da guerra há quatro anos, ressaltou a escalada do conflito e a vulnerabilidade dos sistemas de defesa aérea da cidade.
Saiba o que está por trás desse novo ataque e como ele está mexendo com a rotina, a cultura e até a política internacional em 2026. Continue lendo para entender os impactos e as reações desse ataque que virou notícia no mundo todo!
O que você vai ler neste artigo:
Detalhes da ofensiva: o que realmente aconteceu em Kyiv?
O bombardeio começou nas primeiras horas da manhã, sacudindo prédios e deixando moradores em alerta máximo. Testemunhas relatam horas de explosões e incêndios. Segundo informações oficiais, a Rússia utilizou cerca de 600 drones, além de 90 mísseis, incluindo o temido míssil balístico hipersônico Oreshnik — que pode ser equipado com ogiva nuclear e dificulta a interceptação.
A força aérea ucraniana conseguiu interceptar a maioria dos drones e mais da metade dos mísseis, mas os que passaram já provocaram destruição significativa. Os danos não pouparam nem mesmo instituições culturais: ao menos 30 foram atingidas, de acordo com a ministra da Cultura, Tetyana Berezhna. Entre os prédios afetados, o Museu do Desastre de Chernobyl foi destruído e um dos mercados mais antigos da cidade também pegou fogo.
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Bastidores e reação: resposta política e impacto internacional
Este ataque devastador ocorre em meio ao impasse das negociações de paz. O presidente Volodymyr Zelenskyy chegou a alertar a população sobre a provável utilização do míssil Oreshnik, após serviços de inteligência da Europa e dos Estados Unidos indicarem a iminência do ataque. Poucas horas depois, o temor se converteu em realidade, inclusive com o míssil atingindo Bila Tserkva, a cerca de 80 km da capital.
Na política internacional, a União Europeia já sinalizou envio de reforços para o sistema antiaéreo ucraniano, reforçando críticas à Rússia. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, classificou o ataque como um ato de desespero e brutalidade do Kremlin. O presidente russo, Vladimir Putin, por sua vez, confirmou o uso do Oreshnik e justificou o bombardeio como retaliação a uma suposta ofensiva ucraniana em território ocupado.
A guerra invisível: o papel dos drones ucranianos e o petróleo russo
Por trás dos holofotes, a Ucrânia também tem apostado em ataques de drones de longo alcance, mirando refinarias e depósitos de petróleo em solo russo. Essas ofensivas dificultam a logística militar da Rússia e atingem uma das principais fontes de receita do país. O uso estratégico desses drones tem sido considerado uma forma de ‘sanção ativa’, pressionando Moscou a buscar negociações reais pela paz.
Além do campo de batalha, há repercussões econômicas: com as sanções americanas mais brandas para o petróleo russo devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irã, a Rússia encontra formas de sustentar sua máquina de guerra, apesar dos impactos dos ataques ucranianos.
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O ataque massivo a Kyiv em 2026 mostra o quanto o conflito continua longe do fim e como novos elementos, como armas hipersônicas e drones de longo alcance, estão mudando o ritmo da guerra considerada a mais quente da Europa no momento.
A escalada do uso de drones e mísseis hipersônicos transforma o conflito na Ucrânia e impacta a rotina de milhões na capital. Com ataques a alvos civis e culturais, cresce a pressão internacional sobre Putin e o dilema das potências ocidentais diante da continuidade do conflito. Se você quer acompanhar cada capítulo desses acontecimentos, não deixe de se inscrever em nossa newsletter para receber notícias fresquinhas e as principais fofocas do cenário global. Esteja por dentro dos bastidores do maior conflito da década!