Trump surpreende na ONU em 2025: ataques públicos e afeto nos bastidores marcam encontro com líderes mundiais
em 26 de setembro de 2025 às 08:01Durante a aguardada Assembleia Geral da ONU em 2025, Donald Trump foi o protagonista de uma verdadeira montanha-russa de emoções políticas. Enquanto usava o palco internacional para atacar a credibilidade da ONU e lançar críticas duras a líderes de todo o mundo, nos bastidores, o presidente norte-americano surpreendia quem o encontrava com um tom amistoso, até mesmo afável. Essa mudança repentina de comportamento deixou diplomatas europeus e chefes de Estado perplexos diante de um Trump multifacetado, capaz de estremecer e acalentar relações em questão de minutos.
O contraste ficou evidente logo após sua fala dura na plenária, quando Trump, ao se reunir com António Guterres, secretário-geral da ONU, teceu elogios à organização que minutos antes havia chamado de ”inútil”. Quem acompanhava sequer conseguiu disfarçar o espanto diante da diferença de abordagem. O episódio reforçou a velha máxima: com Trump, nunca dá para prever qual lado será apresentado ao mundo naquele dia. Continue lendo para entender o que realmente rolou nos bastidores da Assembleia e o que os líderes internacionais revelaram sobre as conversas privadas com o presidente dos Estados Unidos.
O que você vai ler neste artigo:
Trump em público: críticas ácidas e discurso implacável
Se há algo que Trump domina à perfeição é a arte de impactar plateias. Em seu discurso oficial, não poupou palavras ao classificar a ONU como obsoleta e deixar claro seu desprezo por acordos multilaterais. Líderes foram surpreendidos com frases como “Vocês estão destruindo seus países” e “Outros países estão indo para o inferno”. Os presentes, que já tinham presenciado episódios anteriores de acidez diplomática por parte do norte-americano, desta vez reagiram com aplausos educados – um sinal de que estavam mais atentos ao show do que em outros anos.
Para analistas, ficou claro que Trump mantém sua postura de confrontar, principalmente quando diante dos holofotes. Relembrou cortes bilionários em repasses para projetos da ONU, ameaças a tratados sobre o clima e até novas críticas abertas à dependência europeia dos combustíveis russos. A estratégia marcou a retomada de um protagonismo polêmico exatamente no período em que os olhos do mundo estiveram voltados para Nova York.
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Trump nos bastidores: simpatia e acenos, inclusive para Lula
Longe das câmeras, o comportamento de Trump mudou radicalmente. Autoridades que esperavam um embate direto encontraram um Trump receptivo, disposto ao diálogo e ainda elogioso em conversas reservadas. Não faltaram demonstrações sutis de bajulação por parte de chefes de Estado, cientes da sensibilidade do presidente americano a elogios e sinais de respeito. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, não hesitou: após ter seu país alvo de críticas severas, preferiu concordar e sinalizar cooperação.
O mesmo se viu no encontro com Emmanuel Macron. O presidente francês evitou rebater publicamente as queixas, apostando em construir pontes em reuniões menores. Já com o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, Trump alternou duras críticas à política brasileira em público e, nos bastidores, surpreendeu ao declarar simpatia mútua num encontro marcado por sorrisos e promessas de futuras reuniões.
Bajulação e medo da ira presidencial: a nova diplomacia de 2025
Diplomatas europeus relataram que a abordagem agora é manter a cabeça baixa e evitar confrontos, já que a volatilidade de Trump pode gerar respostas imprevisíveis. O clima era de nervosismo entre representantes da ONU, que optaram por não desafiar Trump publicamente. Analistas concordam que a tática foi uma espécie de “conspiração” para agradar ao presidente norte-americano e garantir que seus interesses não fossem prejudicados por um eventual rompante.
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Curiosamente, todo esse esforço foi recompensado: pela primeira vez, Trump sinalizou publicamente apoio à vitória da Ucrânia, revertendo meses de críticas à postura da OTAN. A movimentação política em bastidores garantiu, ao menos por ora, uma espécie de trégua diplomática em torno da guerra na Europa.
O comportamento errático e imprevisível de Trump domina a cena diplomática internacional em 2025, e parece que cada fala ou gesto do presidente pode significar tanto uma crise quanto um avanço nas relações exteriores. Com os olhos do mundo voltados para cada movimento, resta saber como chefes de Estado vão se adaptar a esse jogo de xadrez repleto de surpresas e reviravoltas. Para não perder nenhuma fofoca escaldante dos bastidores do poder, inscreva-se em nossa newsletter e fique sempre por dentro dos movimentos mais surpreendentes da alta política global.
Perguntas frequentes
Quais foram os principais temas abordados por Trump em seu discurso na ONU 2025?
Trump criticou duramente a ONU, acusando-a de ser obsoleta, atacou acordos multilaterais e procedimentos europeus, além de ameaçar cortes em repasses para projetos da organização.
Como os líderes mundiais reagiram aos ataques públicos de Trump na assembleia da ONU?
Apesar das palavras duras, os líderes presentes responderam principalmente com aplausos educados, demonstrando mais atenção ao impacto do discurso do que rejeição aberta.
O que tornou o comportamento de Trump nos bastidores diferente do seu discurso público?
Nos bastidores, Trump mostrou um tom afável e receptivo, promovendo diálogo e elogios, surpreendendo líderes que esperavam confrontos diretos.
Qual foi a estratégia dos diplomatas europeus ao lidar com a postura imprevisível de Trump?
Muitos diplomatas preferiram manter uma postura discreta, evitando confrontos públicos para não provocar respostas inesperadas, buscando assim preservar canais de diálogo e cooperação.
Que impacto teve a mudança de postura de Trump sobre a guerra na Europa durante a ONU 2025?
Trump surpreendeu ao sinalizar apoio à vitória da Ucrânia, revertendo críticas anteriores, o que ajudou a promover uma trégua diplomática temporária em torno do conflito europeu.