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Bolsonaro, Celebridades, Lula

Ricardo Galvão pode trocar o CNPq pela Câmara dos Deputados em 2025

Wilson em 21 de outubro de 2025 às 17:01

Os bastidores de Brasília estão em polvorosa: com Guilherme Boulos prestes a deixar sua vaga de deputado federal para assumir a Secretaria-Geral da Presidência, o nome do físico Ricardo Galvão surge como o provável novo rosto do PSOL na Câmara dos Deputados em 2025. Galvão, conhecido por bater de frente com Jair Bolsonaro quando era diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), promete movimentar o cenário político e científico.

No universo da política científica, o possível ingresso do presidente do CNPq no parlamento é visto por muitos como uma vitória simbólica sobre o negacionismo. Galvão, que foi destaque mundial na pesquisa científica, pode agora liderar um novo embate: aproximar a ciência das decisões legislativas que tantas vezes ignoram dados e pesquisas. Continue lendo para entender o que está em jogo e quem mais pode entrar nessa disputa pelo posto de Boulos.

Ricardo Galvão: trajetória marcada por confrontos e vitórias

A cena já ficou na memória nacional: Galvão, então diretor do Inpe, não se curvou ao ser acusado publicamente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro de manipular dados sobre o desmatamento da Amazônia. Sua postura firme lhe rendeu reconhecimento internacional, sendo eleito um dos dez cientistas mais importantes do mundo em 2019 pela revista Nature. Após a exoneração, Galvão não só saiu fortalecido como virou símbolo da resistência científica no Brasil.

Com ampla experiência acadêmica, ele dirigiu instituições de peso como o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, presidiu a Sociedade Brasileira de Física entre 2013 e 2016 e lecionou na Unicamp e na USP. Esse histórico mostra que Galvão domina a ciência, mas nunca ocupou um cargo parlamentar. Seu possível destino no Congresso acende perguntas sobre como sua experiência pode contribuir para debates sobre políticas públicas num ambiente conhecido por disputas e negociações nada triviais.

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A dança das cadeiras: quem pode assumir se Galvão recusar?

Embora seja o primeiro suplente, Galvão ainda não confirmou se aceita ou não o novo desafio. Caso ele opte por permanecer no comando do CNPq, o segundo nome da fila é João Paulo Rillo, atual vereador em Rio Preto, também pelo PSOL. Rillo tem histórica atuação em políticas progressistas e, caso entre no páreo, o PSOL mantém sua linha de frente engajada e conectada com movimentos sociais.

Esse suspense também interessa às lideranças da Rede Sustentabilidade, já que a possível ascensão de Galvão mexe com toda a configuração parlamentar da coligação. O movimento natural é fortalecer a bancada científica no Congresso, algo que tem ganhado cada vez mais espaço após os atritos públicos envolvendo ciência e política desde o último governo.

Os próximos passos e expectativas nos corredores de Brasília

Se por um lado, tê-lo na Câmara dos Deputados representaria uma mudança histórica para o PSOL e a bancada da ciência, por outro, há quem defenda que Galvão deve continuar à frente do CNPq, fortalecendo o desenvolvimento científico no país. O cenário segue em aberto e os próximos dias prometem novidades quentes diretamente dos corredores do poder. Até lá, partidos aliados e adversários já fazem cálculos e preparam estratégias para o novo arranjo que vai se desenhando no início de 2025.

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Ricardo Galvão, com sua trajetória de enfrentamento ao negacionismo e defesa incansável da ciência, está no centro dessa movimentação política. Se assumir uma cadeira no Congresso, deve agitar debates e mudar o tom das discussões em defesa das políticas públicas baseadas em evidências, um tema cada vez mais crucial para o futuro do país.

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Perguntas frequentes

Quem é Ricardo Galvão?

Ricardo Galvão é um físico brasileiro conhecido por seu trabalho no Inpe e por confrontar o ex-presidente Bolsonaro sobre dados do desmatamento na Amazônia.

Qual a importância da entrada de um cientista na política?

A presença de cientistas no Congresso ajuda a basear decisões públicas em dados e evidências científicas, fortalecendo políticas mais eficazes e coerentes.

O que pode acontecer se Ricardo Galvão aceitar a vaga na Câmara?

Ele pode liderar a defesa da ciência no Legislativo, promovendo debates e políticas públicas alinhadas à pesquisa científica e ao combate ao negacionismo.

Quem assume a vaga se Galvão recusar?

Caso Galvão opte por permanecer no CNPq, o suplente João Paulo Rillo, vereador pelo PSOL, poderá ocupar a vaga na Câmara dos Deputados.

Qual a relação de Ricardo Galvão com o PSOL?

Galvão é o primeiro suplente do PSOL na Câmara e pode substituir Guilherme Boulos, ampliando a bancada científica do partido.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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