Divulgação Canal WhatsApp

Quer fofoca fresquinha? Entre no nosso canal no WhatsApp e receba tudo em primeira mão! 💬✨

Quer fofoca fresquinha? Entre no nosso canal no WhatsApp e receba tudo em primeira mão! 💬✨

Bolsonaro, Celebridades, Lula, Trump

Haddad comenta possível ligação de Lula para Trump e critica atitude subserviente

Wilson em 29 de julho de 2025 às 16:40

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, colocou lenha na fogueira política ao cogitar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa sim ligar para Donald Trump nos próximos dias, em busca de negociar a polêmica tarifa imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Mas Haddad avisou com todas as letras que é preciso cautela: nada de pressa ou de aceitar um papel de subordinação no cenário internacional. O aviso veio durante uma conversa informal com jornalistas nesta terça-feira (29), ocasião em que Haddad também não poupou críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de “o presidente mais subserviente da história do Brasil”.

O clima pegou fogo, principalmente depois dos comentários sobre os bastidores de articulação do Planalto diante da ameaça de tarifas mais pesadas partindo da Casa Branca. O assunto virou tema prioritário dentro do governo, já que as novas taxas começam a valer a partir desta sexta-feira, movimentando Brasília, Washington e o agronegócio brasileiro.

Avaliação de Haddad: postura firme para não repetir “viralatismo”

O grande alerta de Haddad é contra a chamada postura de “viralatismo”, termo popularizado para descrever um comportamento de inferioridade diante dos países mais poderosos. Segundo o ministro, não existe espaço para correria ou desespero. “O Brasil é grande. Conversas entre chefes de Estado precisam de protocolo, preparo, respeito e deixarem claro que estamos à altura da mesa de negociação”, afirmou, reforçando que não é aceitável se subordinar de imediato aos interesses americanos.

Haddad tocou em um ponto sensível nos bastidores da diplomacia, ao mencionar que algumas das ligações de Donald Trump não foram nada respeitosas a outros líderes globais. Para evitar constrangimentos ou exigências unilaterais, ele explica que toda conversa entre presidentes precisa de “preparação mínima” e um acordo prévio entre as equipes.

Leia também: Novo impasse: Montadoras acusam Lula de copiar Trump para favorecer BYD em 2025

Articulações já em andamento e pressão do Congresso

Enquanto Lula ainda avalia a possibilidade de um contato direto com Trump, Haddad garantiu que o Brasil não está parado. Segundo o ministro, os canais diplomáticos estão funcionando a todo vapor. Ele mesmo já teve conversas com representantes do Tesouro americano, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin falou três vezes com o secretário de Comércio dos EUA. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também estaria em solo americano para costurar alternativas e pressionar por uma solução respeitosa para ambos os países.

Além disso, oito senadores brasileiros desembarcaram nos Estados Unidos para etapas intensas de negociação. A missão parlamentar está unida aos representantes do setor privado americano, construindo uma carta conjunta para pedir a prorrogação da famigerada tarifa de 50%. O argumento é simples: o agronegócio brasileiro precisa de tempo para se adequar, principalmente diante do impacto em produtos perecíveis.

Plano de contingência e canais reservados

O vice-presidente Alckmin reforçou que, além da diplomacia aberta, o governo também aciona “canais reservados” para tentar reverter a decisão americana. Segundo ele, um plano de contingência já está pronto para minimizar o prejuízo em caso de derrota nas negociações.

O líder do grupo de senadores, Nelsinho Trad (PSD-MS), revelou que todos os esforços desta semana estão direcionados a proteger os interesses nacionais, tanto pela via institucional quanto pelo trabalho de bastidor junto aos empresários dos EUA.

Leia também: Deltan Dallagnol tem 15 dias para indenizar Lula após derrota judicial em 2025

O imbróglio com as tarifas escancara o peso das relações diplomáticas para o Brasil em 2025. Com a palavra, o Planalto: esperar atitude firme e negociação sequer está em discussão enquanto o país busca respeito e não subordinação.

Se gostou dessa análise exclusiva sobre os bastidores da política brasileira e internacional, aproveite para se inscrever em nossa newsletter e ficar por dentro de todas as novidades do cenário político e das fofocas de Brasília em primeira mão. Não perca nenhuma reviravolta envolvendo Lula, Trump e os segredos do poder – basta deixar seu e-mail logo abaixo!

Perguntas frequentes

O que é a tarifa de 50% imposta pelos EUA?

É uma alíquota aplicada sobre produtos brasileiros pelo governo americano, visando pressionar o Brasil em negociações comerciais.

Qual o papel de Fernando Haddad nesse processo?

Como ministro da Fazenda, Haddad coordena as conversas com o Tesouro americano e lidera a estratégia fiscal e diplomática do Brasil.

Por que o agronegócio é impactado pelas tarifas americanas?

Produtores nacionais enfrentam custos maiores e perda de competitividade em mercados que compram carnes, frutas e outros bens perecíveis.

Como funciona a missão parlamentar nos EUA?

O grupo de senadores viaja para dialogar com autoridades e empresários americanos, elaborando cartas e propostas para prorrogar as taxas.

O que são canais reservados na diplomacia?

Meios discretos de comunicação entre governos, usados para negociações sensíveis e acordos que não devem vazar à imprensa.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

8611 artigos escritos

Receba notícias em primeira mão

Ao clicar em 'Quero receber notícias', declaro que conheço a Política de Privacidade e autorizo a utilização das minhas informações para receber e-mails e notificações.
Carregando...