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Bolsonaro, Celebridades, Lula

Alckmin dispara contra Bolsonaro e tarifaço de Trump: entenda a nova crise em 2025

Valquíria em 11 de julho de 2025 às 07:58

Em meio ao turbilhão político e econômico que sacudiu o país nesta quarta-feira, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) não economizou nas palavras ao apontar: “Antes era um atentado à democracia, agora é um atentado à economia”. O alvo? Jair Bolsonaro e seus aliados, colocados no centro do furacão após o choque das novas tarifas anunciadas por Donald Trump sobre produtos brasileiros.

O cenário é tenso: Trump, em seu estilo explosivo de sempre, declarou a imposição de tarifas de 50% sobre grandes exportações do Brasil, alegando insatisfação com o tratamento recebido por Bolsonaro. O republicano foi além, acusando o governo brasileiro de “vergonha internacional”. Alckmin, ao comentar o assunto, foi incisivo nas críticas à atuação do ex-presidente brasileiro, trazendo à tona erros do passado e as consequências atuais para a economia nacional.

Se você acha que essa história já deu o que falar, prepare-se: a situação promete capítulos ainda mais quentes nos próximos dias. Ficou curioso? Siga nesta reportagem para entender tudo o que já veio à tona — e o que está por trás dessa guerra de bastidores que virou notícia em todo o mundo.

O ataque econômico: tarifas de Trump acirram tensão

O anúncio do chamado tarifaço de Trump caiu como uma bomba no mercado brasileiro. Em sua carta, o presidente dos Estados Unidos usou um tom duro, fazendo uma ligação direta entre as medidas econômicas e o processo judicial enfrentado por Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal.

O recado foi claro: a decisão de sobretaxar produtos brasileiros é uma reação à “caça às bruxas” contra Bolsonaro, segundo Trump. Nos bastidores do Planalto, a preocupação é enorme. Grandes setores da economia já fazem as contas do prejuízo, temendo que parte das exportações seja comprometida e resultando em perdas de empregos e investimentos.

Alckmin aproveitou o gancho para lembrar episódios anteriores, como as polêmicas na condução da pandemia — “Mais de 700 mil mortos na Covid, três vezes a média mundial pelo negacionismo e campanha antivacina”, criticou. Para o vice, soma-se agora um dano duplo: impacto político e econômico, “prejudicando as empresas e os empregos”.

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Reação do Planalto: Lula promete resposta dura

A resposta do presidente Lula não deixou dúvidas quanto ao tom do governo brasileiro. Em entrevista, Lula classificou o ato como “inadmissível”, prometeu acionar a Organização Mundial do Comércio e ameaçou retaliação com base na Lei de Reciprocidade.

Para Lula, é inaceitável que decisões internacionais tentem influenciar processos internos do Brasil. “Aqui tem Justiça e estamos fazendo tudo conforme a Constituição. Se alguém errou, será punido”, reforçou, rebatendo Trump.

O Planalto já articula, com o Itamaraty e setores do agronegócio, uma estratégia para minimizar os efeitos do tarifaço. A expectativa é que novas negociações ocorram e, caso os EUA insistam, o Brasil possa também adotar impostos em cima de produtos norte-americanos.

Entenda os desdobramentos e bastidores

As próximas semanas prometem tensão. Fontes do governo apontam que o clima é de alerta máximo entre grandes empresários e exportadores. A possível escalada de tarifas pode abalar indicadores econômicos e complicar alianças políticas nem sempre estáveis.

No xadrez dessa disputa, chama atenção a ligação internacional entre atores da extrema-direita, como Bolsonaro e Trump. Especialistas avaliam que as reações podem ir além dos muros de Brasília e Washington, respingando em parceiros comerciais e reconfigurando a cena do comércio global.

Com toda a movimentação intensa dos últimos dias, os holofotes seguem voltados para Brasília. Tanto para o governo quanto para a oposição, o caso virou munição política — e o desfecho desse embate ainda promete muita coisa para render.

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A polêmica entre Alckmin, Bolsonaro e Trump trouxe fortes repercussões para a agenda do governo brasileiro, colocando o país no centro das atenções internacionais. Agora, a negociação para reverter — ou ao menos minimizar — os impactos do tarifaço será crucial para o futuro imediato do agronegócio e da economia.

Se você gosta de ficar por dentro dos bastidores da política e dos escândalos que movimentam Brasília, inscreva-se em nossa newsletter e receba tudo em primeira mão. Não perca nenhuma fofoca — essa história prometeu e, pelo visto, ainda vai muito longe!

Perguntas frequentes

Por que Trump decidiu aplicar tarifas de 50% sobre produtos brasileiros?

Trump alega retaliação ao que chamou de ‘caça às bruxas’ contra Bolsonaro no STF, usando as sobretaxas como instrumento de pressão política e diplomática.

Como o tarifaço de Trump afeta o agronegócio brasileiro?

O setor sofre alta nos custos de exportação, redução na competitividade internacional e risco de queda na demanda por produtos agrícolas.

Qual foi a crítica de Geraldo Alckmin sobre a medida dos EUA?

Alckmin classificou o tarifaço como um atentado à economia, responsabilizando Bolsonaro por erros políticos que resultaram em prejuízos comerciais.

Que resposta Lula promete diante da sobretaxa americana?

Lula anunciou que acionará a OMC, usará a Lei de Reciprocidade e estuda impor impostos similares a produtos dos EUA para defender interesses brasileiros.

Quais setores da economia mais sentirão o impacto das novas tarifas?

Automotivo, siderúrgico, agrícola e de celulose devem ser os mais afetados, pois representam boa parte das exportações brasileiras aos EUA.

Como as negociações podem evoluir após o anúncio das tarifas?

O Itamaraty e o Planalto buscam diálogo via OMC e reuniões bilaterais; caso não haja recuo americano, o Brasil pode adotar retaliações tarifárias.

Valquíria

Cheia de charme e dona de uma língua afiada, Valquíria é aquela figura que ilumina qualquer roda de conversa com seu carisma e opinião sincera. Fã de novela das oito, reality show e um bom look estampado, ela comenta tudo com humor e estilo. Se tem fofoca no ar, pode apostar que Valquíria já sabe, e com todos os detalhes!

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