Lula rebate Trump e diz que Bolsonaro é responsável por tarifa dos EUA em 2025
em 10 de julho de 2025 às 17:01A polêmica tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros ganhou mais um capítulo quente. Nesta quinta-feira, 10 de julho de 2025, o presidente Lula (PT) afirmou que Jair Bolsonaro (PL) deve ‘assumir a responsabilidade’ pela retaliação comandada por Donald Trump, que atualmente ocupa novamente a Casa Branca. As declarações vieram durante uma entrevista bombástica ao Jornal da Record e já estão sacudindo as redes sociais e os bastidores de Brasília.
O coração da treta? Segundo Lula, o ex-presidente Bolsonaro — com apoio direto do filho, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) — teria agido nos bastidores para incitar Trump contra o Judiciário brasileiro. O resultado: os produtos nacionais agora pagam uma taxa extra-pesada, travando exportações e irritando produtores rurais e industriais de todo o país.
O que você vai ler neste artigo:
Lula expõe bastidores da pressão internacional
Durante a entrevista, Lula não poupou críticas à postura do ex-presidente e seu filho. Para o petista, a interferência da família Bolsonaro junto ao governo dos EUA teria colocado o Brasil em rota de colisão com o parceiro comercial. Ele destacou:
“Se o que Trump fez no Capitólio acontecesse aqui, estaria sendo processado como Bolsonaro, arriscando a ser preso, porque feriu a democracia e a Constituição.”
O presidente reforçou que cabe ao Judiciário brasileiro julgar crimes ocorridos em solo nacional, sem espaço para ingerência externa. Segundo Lula, a imposição da tarifa nada mais é que uma retaliação ao processo judicial que envolve Bolsonaro, atualmente réu no STF por suposta tentativa de golpe após as eleições de 2022.
Leia também: Pesquisa 2025: Bolsonaro segue na frente em SP, Michelle e Tarcísio ganham destaque
Leia também: Trump taxa exportações do Brasil e pode dar trunfo político ao governo Lula; veja bastidores de 2025
Trump defende Bolsonaro e pressiona o Planalto
Do outro lado do mundo, Trump não esconde o seu descontentamento com o tratamento dado ao ex-presidente brasileiro. Em carta oficial enviada a Lula e tornada pública nesta semana, o presidente norte-americano classificou a situação de Bolsonaro como uma “vergonha internacional” e falou em ‘caça às bruxas’ sem precedentes.
Trump argumenta que as autoridades brasileiras estariam perseguindo seu antigo aliado, motivando a dura reação comercial. A Casa Branca reforçou que as tarifas só serão revistas caso haja ‘respeito’ ao devido processo judicial para Bolsonaro, jogando ainda mais lenha na fogueira diplomática.
Crise diplomática: impacto e próximos capítulos
A crise criada entre Brasil e Estados Unidos já começa a impactar a economia nacional e o clima político. Empresários do agronegócio, setor automotivo e indústria pedem pressa para resolver o impasse. Analistas avaliam que a tensão pode respingar até nas próximas eleições, já que as acusações de favorecimento e perseguição política estão servindo de munição para todos os lados.
Leia também: Trump taxará produtos do Brasil em 2025 e pode turbinar apoio a Lula
A verdade é que, no tabuleiro global, qualquer movimento entre figuras como Trump, Lula e Bolsonaro tem potencial para provocar terremotos — e os bastidores dessa disputa prometem render ainda mais fofoca nas próximas semanas.
Se você gosta de acompanhar os bastidores do poder, não desgrude da nossa página! Caso tenha curtido a fofoca de hoje, inscreva-se em nossa newsletter e fique por dentro das notícias mais quentes que circulam pelos corredores de Brasília e do mundo das celebridades da política.
Perguntas frequentes
Qual foi o gatilho para a imposição da tarifa norte-americana?
O governo Trump alegou interferência política e judicial no caso de Jair Bolsonaro, classificando o processo no STF como perseguição, e reagiu com a tarifa de 50%.
Como a alíquota extra afeta o agronegócio brasileiro?
Produtores rurais passam a pagar mais impostos de exportação, encarecendo custos, reduzindo competitividade e atrasando embarques para o mercado americano.
Quando os EUA podem rever essa tarifa?
A Casa Branca condicionou a revisão a “respeito” ao devido processo judicial contra Bolsonaro. Sem mudanças na Justiça, a alíquota permanece.
Quais setores brasileiros sofrem mais com a medida?
Agronegócio, indústria automotiva e siderúrgica são os mais impactados, pois dependem fortemente do mercado americano para exportações.
O que o Brasil pode fazer para negociar a retirada da taxa?
O governo precisaria reforçar o diálogo diplomático, demonstrar independência do Judiciário brasileiro e propor concessões comerciais bilaterais.