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Janja reforça luta contra feminicídio e propõe pacto nacional em 2026

Minha Fofoca em 9 de janeiro de 2026 às 19:04

A primeira-dama Janja Lula da Silva deixou claro, em pronunciamento nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, que não pretende abaixar a guarda contra o feminicídio no Brasil. Em vídeo publicado no Instagram, Janja citou a recente sanção da lei que cria o Dia Nacional de Luto e Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, destacando a urgência de ações conjuntas e um pacto amplo para enfrentar o problema.

O chamado à mobilização evidenciou o compromisso do governo, liderado por Lula, de tratar o tema em todas as esferas: Legislativo, Executivo e Judiciário. Segundo a primeira-dama, é tempo de dar visibilidade ao assunto e estimular mudanças reais na sociedade.

O Dia Nacional de Luto e a memória de Eloá Pimentel

A escolha da data, 17 de outubro, não foi aleatória: ela marca a memória de Eloá Cristina Pimentel, vítima de um caso que chocou o país em 2008. Com essa homenagem, o governo quer manter viva a lembrança das centenas de mulheres que perderam suas vidas e dar um sinal claro de que o feminicídio não será tolerado.

Janja destacou, em sua fala, que a intenção da lei não é apenas rememorar acontecimentos trágicos, mas fortalecer a prevenção e colocar o enfrentamento desse crime na agenda de todos os poderes. A mobilização, segundo ela, deve envolver escolas, famílias, empresas e todo o tecido social.

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Reunião política e construção do Pacto Brasil

Nesta sexta-feira, Janja também participou de uma reunião estratégica ao lado de ministras, ministros e representantes de vários ministérios, com a missão de criar um amplo pacto nacional contra o feminicídio. A conversa foi liderada pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e reforçou a necessidade de atuação transversal, que vá além dos discursos e traga políticas públicas efetivas.

Articulação entre poderes e sociedade civil

A iniciativa do pacto nacional surge após apelo feito pelo presidente Lula em dezembro de 2025. A ideia é reunir não somente o governo, mas também Legislativo, Judiciário e entidades civis, buscando um compromisso real e duradouro.

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Ficou definido que, após novas rodadas de conversas com os outros poderes, o governo deve apresentar à sociedade brasileira o “Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio”, que pretende colocar o país em outro patamar no combate à violência de gênero.

Em síntese, a postura firme de Janja projeta o feminicídio no centro do debate nacional, mostrando que 2026 pode ser um ano de virada na proteção das mulheres brasileiras. Se você valoriza temas assim, não deixe de acompanhar todas as novidades. E se quiser ficar por dentro das últimas notícias e bastidores, inscreva-se na nossa newsletter e receba fofocas e atualizações diretamente no seu e-mail!

Perguntas frequentes

Qual a importância do Dia Nacional de Luto e Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio?

Essa data é importante para lembrar as vítimas, fortalecer a consciência social e estimular políticas públicas para prevenir e combater o feminicídio no Brasil.

Quem foi Eloá Pimentel e por que sua memória foi escolhida para essa data?

Eloá Pimentel foi uma jovem vítima de feminicídio em 2008, cujo caso chocou o país; sua memória representa a luta para não esquecermos essas tragédias e buscar mudanças efetivas.

O que é o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio proposto pelo governo?

É uma iniciativa que busca unir poderes públicos e a sociedade civil para criar políticas integradas e efetivas de combate ao feminicídio em todo o país.

Como a sociedade civil pode participar do combate ao feminicídio?

A sociedade pode participar por meio de educação, denúncia, apoio às vítimas, engajamento em campanhas e demandando políticas públicas para a prevenção.

Quais ministérios foram envolvidos na reunião para o pacto contra o feminicídio?

Diversos ministérios estiveram presentes, incluindo o das Relações Institucionais, liderado pela ministra Gleisi Hoffmann, para garantir a articulação integrada e transversal do pacto.

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