Julgamento do núcleo 2 do golpe chega ao STF com acusações explosivas em 2025
em 9 de dezembro de 2025 às 09:01O Supremo Tribunal Federal iniciou nesta terça-feira, 9 de dezembro de 2025, o aguardado julgamento do chamado ‘núcleo 2’ da tentativa de golpe de Estado. Essa turma, segundo investigações, ocupou o papel de cérebro e comando operacional de um plano que tinha como objetivo reverter o resultado das eleições de 2022 e manter Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. O caso, que envolve personagens de alto escalão e acusações chocantes — incluindo uma trama para assassinar o presidente Lula — já causa verdadeiro alvoroço entre políticos, advogados e, claro, no mundo das fofocas políticas.
Se você gosta de acompanhar acontecimentos quentes, esse é um prato cheio: a denúncia fala de ações que teriam tentado impedir eleitores de votar, documentos secretos impressos no Palácio do Planalto e até um roteiro de ataques planejados, que, de acordo com a acusação, previa a morte de figuras centrais do novo governo. Ficou curioso? Continue lendo para entender como o julgamento promete esquentar os bastidores do poder.
O que você vai ler neste artigo:
Os bastidores do núcleo 2: quem são e o que pesa contra eles?
O núcleo 2, apelidado nos corredores da Justiça como um dos grupos “mais sinistros” da trama golpista, reúne nomes fortes da política e das forças de segurança. Entre eles, destacam-se Filipe Martins (ex-assessor internacional do Planalto), Silvinei Vasques (ex-diretor da PRF), o general Mário Fernandes e outros três ex-ocupantes de cargos estratégicos.
Na lista de acusações aparecem crimes como tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada e dano ao patrimônio público. Alguns pontos da denúncia ganharam destaque, como o suposto envolvimento de Vasques na manipulação do trânsito de eleitores para favorecer Bolsonaro, além da elaboração de uma minuta de intervenção federal. Mário Fernandes, por sua vez, é apontado como mentor do chamado plano ‘Punhal Verde e Amarelo’, supostamente arquitetado para tirar de cena Lula, Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
Minuta impressa no Planalto e plano de assassinato: o que revelou a investigação
Segundo a Procuradoria-Geral da República, os investigados não se contentaram em reuniões e articulações de bastidor: houve produção de documentos sigilosos dentro do Palácio do Planalto. O mais grave, conforme o processo, foi o rascunho batizado de ‘Punhal Verde e Amarelo’, elaborado dentro do coração do poder e apresentado ao presidente à época. O roteiro? Eliminar Lula assim que ele tomasse posse, segundo a acusação, com apoio de uma turma de executores chamada de ‘kids pretos’, que integra o núcleo 3 (já sob análise do STF).
Essas revelações acenderam o alerta nas instituições democráticas, reforçando o clima de vigilância máxima ao julgamento. Afinal, estamos falando do mais ousado dos núcleos entre os já julgados até agora.
Leia também: Clã Bolsonaro mira Santa Catarina e agita cenário político para 2026
STF promete julgamento célere e intenso: como será a maratona nas próximas semanas
O julgamento do núcleo 2 foi dividido em quatro sessões intensas ao longo de duas semanas. A Primeira Turma, comandada por Alexandre de Moraes e composta por ministros de peso como Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino, terá que analisar se os réus serão absolvidos ou condenados pelas graves acusações a eles imputadas.
Nem tudo correu suave para as defesas. Advogados de réus preferiram peitar o tribunal e perderam prazo para apresentar defesa final, o que quase lhes custou a representação. Moraes, firme, cortou pedidos extras e rejeitou tentativas de protelar a ação, garantindo que a fase de alegações foi encerrada ao apagar das luzes do prazo estendido.
O julgamento do núcleo 2 sinaliza um divisor de águas no combate a crimes contra a democracia. Quem acompanha o desenrolar desse embate jurídico-político já espera que, seja qual for o resultado, o impacto será sentido até nas eleições de 2026.
Leia também: Flávio Bolsonaro critica gestão Lula e aponta rombo bilionário nos Correios em 2025
O processo no STF que julga a responsabilidade do núcleo 2 na trama golpista promete marcar época no noticiário político. Caso os ministros confirmem a condenação, será mais uma demonstração de que a instabilidade institucional dos últimos anos tem consequências duríssimas. Se gostou do giro completo dessa fofoca bombástica dos bastidores do poder, assine já nossa newsletter e não perca nenhuma atualização desse e outros casos que fazem Brasília pegar fogo.
Para receber fofocas quentinhas, análises e bastidores em primeira mão sobre o julgamento do núcleo 2 e tudo que agita o cenário político em 2025, garanta sua inscrição em nossa newsletter e fique sempre na frente!
Perguntas frequentes
Quais são as principais acusações contra o núcleo 2?
O núcleo 2 é acusado de tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, dano ao patrimônio público e planejamento de assassinato.
Quem compõe o núcleo 2 investigado pelo STF?
O núcleo 2 reúne ex-assessores do governo, diretores da Polícia Rodoviária Federal, militares e outros ex-cargos estratégicos ligados ao governo Bolsonaro.
Como o STF está conduzindo o julgamento do núcleo 2?
O julgamento está dividido em quatro sessões intensas ao longo de duas semanas, com ministros como Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia liderando o processo.
Qual é a gravidade do documento ‘Punhal Verde e Amarelo’ encontrado na investigação?
É um rascunho sigiloso produzido dentro do Palácio do Planalto que detalha um plano para eliminar Lula após a posse, usado como prova no processo.
Qual pode ser o impacto político do julgamento do núcleo 2?
O julgamento pode influenciar na estabilidade democrática do país e impactar diretamente as eleições de 2026, além de reforçar o combate a crimes contra a democracia.