Eduardo Bolsonaro alfineta Moraes e cita possível retaliação de Trump ao STF em 2025
em 12 de julho de 2025 às 15:58O clima entre Brasília e Washington esquentou ainda mais após declarações polêmicas de Eduardo Bolsonaro, nesta quinta-feira, 10 de julho de 2025. O deputado federal licenciado, atualmente nos Estados Unidos, usou suas redes sociais para lançar novas farpas contra Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, Donald Trump, presidente americano, pode comprar a briga com o STF, a Procuradoria-Geral da República e até a Polícia Federal. O vídeo rapidamente viralizou e deixou muita gente de cabelo em pé por aqui.
Na gravação, Eduardo não economizou em provocações e acusações. O objetivo? Questionar o tratamento dado por Moraes a figuras como Allan dos Santos e Elon Musk, ambos já enquadrados no inquérito das fake news, cobrando atitude semelhante contra o atual presidente dos EUA. O burburinho só aumentou após críticas incisivas sobre a postura do magistrado, que segundo o deputado, estaria “com medo” de um eventual revide liderado por Trump.
O que você vai ler neste artigo:
As acusações de Eduardo Bolsonaro e o clima de tensão política
De acordo com Eduardo Bolsonaro, Alexandre de Moraes estaria sendo seletivo em sua atuação. No vídeo, o deputado chama o ministro de “frouxo” e “sem coragem”, insinuando que ele evita confrontos com figuras influentes internacionais. “Por que não faz com o Trump o que fez comigo, com Allan dos Santos ou com Elon Musk?”, disparou. Para reforçar a pressão, Eduardo trouxe à tona a ‘lei Magnitsky’ americana — legislação que permite ao governo dos EUA sancionar servidores estrangeiros acusados de violar direitos humanos.
O parlamentar foi além ao sugerir que, caso o STF tente bater de frente com Trump, medidas mais duras podem atingir até familiares e agentes da Polícia Federal, como o delegado Fábio Shor. Em tom de advertência, afirmou: “Agora tudo está na mão do Trump. Ele é imprevisível. Pode até vir para cima da PGR”. Essas falas inflamaram ainda mais a rivalidade entre grupos pró-Bolsonaro e autoridades federais brasileiras.
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Eduardo nos EUA: busca por anistia para os investigados do 8 de Janeiro
Além das críticas abertas, a postura de Eduardo Bolsonaro em solo americano tem chamado ainda mais a atenção. Investigado por, supostamente, tentar convencer Washington a impor sanções contra autoridades nacionais, o deputado decidiu se auto exilar nos Estados Unidos. Por lá, tornou-se porta-voz do movimento que exige anistia para os condenados pelo ataque de 8 de Janeiro, fato que colocou em risco a estabilidade democrática no Brasil.
O que é a Lei Magnitsky mencionada por Eduardo?
A ‘lei Magnitsky’, citada pelo deputado, é uma legislação dos EUA que prevê punições a agentes públicos estrangeiros envolvidos em violações graves dos direitos humanos. A norma aumenta ainda mais a tensão no conflito institucional, pois serve de instrumento para eventuais sanções que, caso aplicadas, poderiam atingir diretamente integrantes do STF, da Polícia Federal e até membros da PGR.
Os últimos episódios deixam evidente que a escalada das palavras pode ter desdobramentos práticos e incômodos para ambos os lados. O tom das mensagens cria um ambiente pouco confortável para as autoridades brasileiras e causa repercussões diplomáticas, já que o relacionamento do Brasil com os Estados Unidos segue sob escrutínio constante devido ao envolvimento de figuras polêmicas de ambos os governos.
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Diante das recentes movimentações, o embate entre Eduardo Bolsonaro e Alexandre de Moraes ganhou novos capítulos, envolvendo agora nada menos que a figura do presidente norte-americano. Por ora, o STF e o próprio Moraes preferiram não se manifestar publicamente sobre as provocações, deixando o clima político nacional cada vez mais imprevisível e carregado.
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Perguntas frequentes
Como a Lei Magnitsky pode afetar autoridades brasileiras?
A Lei Magnitsky autoriza sanções a agentes públicos estrangeiros envolvidos em abusos de direitos humanos. Caso aplicada, pode incluir bloqueio de bens e restrição de visto para ministros do STF, membros da PGR e policiais federais.
Por que Eduardo Bolsonaro foi aos Estados Unidos?
Ele se autoexilou para buscar apoio político, pressionar por sanções contra autoridades brasileiras e defender anistia aos condenados pelo ataque de 8 de Janeiro.
O que é o inquérito das fake news mencionado no discurso?
É um processo conduzido pelo STF para apurar a disseminação de notícias falsas e ataques a ministros da Corte, envolvendo figuras como Allan dos Santos e Elon Musk.
Quais sanções os EUA podem impor com base na Lei Magnitsky?
Podem congelar bens nos Estados Unidos, negar vistos de entrada no país e restringir transações financeiras de indivíduos apontados por violações de direitos humanos.
Qual foi a reação oficial do STF às declarações de Eduardo Bolsonaro?
Até o momento, o STF e o ministro Alexandre de Moraes preferiram não comentar publicamente as provocações, adotando postura de silêncio institucional.