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Bolsonaro, Celebridades

Chavistas se mobilizam e garantem resistência após queda surpreendente de Nicolás Maduro

Wilson em 11 de janeiro de 2026 às 09:01

O inesperado bombardeio dos EUA e a captura do ex-presidente Nicolás Maduro ainda chocam a Venezuela. No coração de bairros tradicionais de Caracas, como o 23 de Enero, grupos chavistas conhecidos como “colectivos” se armam não apenas fisicamente, mas com determinação e discurso inflamado, prontos para defender à risca os últimos vestígios da Revolução Bolivariana.

O cenário traz um clima de filme de ação, mas a tensão nas ruas é real. Moradores enxergam o ressurgimento dos “colectivos” como organização popular, enquanto a oposição os considera força paramilitar destinada a intimidar. Entre policiamento comunitário e rotina de barricadas, chavistas agora tentam digerir a rapidez do ataque estrangeiro, somada à polêmica teoria da traição interna. Vale continuar lendo para entender como se articula essa resistência e quais figuras emergem no novo xadrez político da Venezuela.

Reação imediata dos coletivos: ruas tomadas e suspeita de traição

Com as primeiras bombas atingindo Caracas, lideranças chavistas logo se despediram das famílias e se entregaram ao combate. Nos quartéis-general improvisados, predominam retratos de Hugo Chávez e palavras de ordem, mas o clima é de incerteza. Entre fuzis, barricadas e coletes à prova de balas, a fala mais ouvida é: “Não sabemos quem, mas houve traição.”

Jorge Suárez, militante do coletivo do 23 de Enero, relatou a sensação de estar em um filme, mas também a perplexidade diante do ataque-relâmpago e da tomada do poder. Militantes como Willians, do grupo Boina Roja, manifestaram raiva e frustração, especialmente pela falha do sistema antiaéreo venezuelano. A desconfiança paira sobre a cúpula de defesa, mas não sobre Delcy Rodríguez, atual chefe de Estado interina. Para eles, ela tem um legado irretocável, vinda de família de tradição na esquerda do país.

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O papel dos coletivos vai além das armas

Apesar da postura guerreira, os colectivos insistem em enfatizar suas funções sociais nos bairros. Entre as tarefas assumidas estão programas esportivos, fiscalização em mercados populares e até a coordenação de atendimentos em hospitais. Essa presença fortalece a imagem dos coletivos entre simpatizantes do chavismo, mas também alimenta críticas da oposição, para quem se trata de um aparato repressivo e motorizado.

A dicotomia entre segurança comunitária e força de choque

No estádio “Chato” Candela, por exemplo, homens armados patrulham enquanto adolescentes disputam partidas de futebol. Esse contraste ajuda a entender por que, apesar do temor, a legitimidade dessas organizações ainda encontra respaldo em parte da população local.

Futuro incerto para a Venezuela e a resistência dos chavistas

O ataque aéreo deixou marcas profundas: mais de 100 mortos e uma sociedade tentada a buscar respostas. Quem traiu? Como foi que o sistema defensivo ruíu sem reação efetiva? Esse misto de medo, orgulho ferido e vontade de lutar é patente nos relatos colhidos: “Aqui eles vão ter que nos matar”, desafia Alfredo Canchica, dirigente do coletivo Fundación 3 Raíces.

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Enquanto acordos energéticos começam a ser costurados com os Estados Unidos e se especula sobre o futuro das políticas do petróleo, os coletivos preferem não fazer apostas sobre a estabilidade do país sem Maduro. O que resta, por enquanto, é a incerteza generalizada, entre suspeitas de colaboração interna e promessas de resistência até as últimas consequências.

Em meio à reviravolta política, os coletivos chavistas seguem como peças-chave na dinâmica venezuelana. A queda de Nicolás Maduro abriu margem para alianças improváveis, mas também reacendeu a chama de uma militância disposta a lutar por seus ideais, custe o que custar. Se você quer acompanhar de perto todos os bastidores dessa tensão política, não deixe de se inscrever em nossa newsletter e receber em primeira mão as próximas novidades sobre a Venezuela e os movimentos sociais da América Latina.

Perguntas frequentes

O que são os coletivos chavistas na Venezuela?

Os coletivos chavistas são grupos organizados que combinam funções sociais com ações armadas, visando defender os ideais da Revolução Bolivariana em bairros populares, como o 23 de Enero em Caracas.

Como os coletivos se organizam durante crises políticas?

Durante crises, os coletivos se mobilizam rapidamente, armam barricadas, patrulham as ruas e mantêm presença nos territórios, fortalecendo a segurança comunitária e a resistência frente a ataques.

Qual a relação entre coletivos e o governo interino de Delcy Rodríguez?

Apesar da turbulência, os coletivos mantêm apoio à chefe de Estado interina Delcy Rodríguez, reconhecendo seu legado e sua ligação histórica com a esquerda venezuelana.

Quais as principais funções sociais dos coletivos além da segurança?

Além de atuar na segurança, os coletivos coordenam programas esportivos, fiscalizam mercados populares e organizam atendimentos em hospitais, reforçando sua presença social nos bairros.

Como a população local vê os coletivos chavistas?

A visão é dividida: enquanto simpatizantes os veem como defesa popular legítima, a oposição os classifica como grupos paramilitares usados para intimidação e repressão.

Quais são os desafios enfrentados pelos coletivos após o bombardeio?

Eles enfrentam o choque causado pela rapidez do ataque, suspeitas de traição interna, falhas no sistema de defesa e a necessidade de manter a coesão e a resistência política.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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