Asteroides gigantes passam perto da Terra esta semana; confira o alerta da Nasa
em 26 de julho de 2025 às 08:10O céu promete fortes emoções nesta semana: cinco asteroides, incluindo dois com tamanho comparável a aviões comerciais, vão desfilar bem perto da Terra, segundo o alerta oficial de especialistas da Nasa. Apesar do frio na barriga para quem gosta de espaço, a agência norte-americana reforça: todos esses encontros cósmicos são absolutamente seguros e fazem parte da engrenagem movimentada do nosso Sistema Solar. Acompanhe os detalhes desses “visitantes” curiosos e entenda o que está por trás dessa verdadeira passarela de rochas espaciais.
Se você não perde um acontecimento astronômico e sempre fica atento a possíveis ameaças vindas do espaço, esse é o tipo de notícia para guardar e compartilhar. Acompanhe abaixo todos os detalhes das aproximações, as distâncias envolvidas e curiosidades de bastidores que os cientistas trouxeram para acalmar — ou animar — os mais atentos ao céu.
O que você vai ler neste artigo:
Asteroides 2025 OX e 2025 OW: tamanho de avião e velocidade de Fórmula 1
Os asteroides batizados de 2025 OX e 2025 OW são os astros do momento, principalmente pelo porte avantajado. O 2025 OW, destaque do grupo com cerca de 64 metros de diâmetro, invade a cena cósmica a nada menos que 75 mil quilômetros por hora, chamando bastante atenção — mas sem nenhuma ameaça. A passagem ocorre a aproximadamente 630 mil quilômetros da Terra, uma distância confortável, equivalente a mais de uma vez e meia a distância entre nosso planeta e a Lua.
O 2025 OX, ainda que menor com seus 33 metros, faz jus ao título de “visitante espacial” pois cruza nosso caminho astronômico a cerca de 4,5 milhões de quilômetros. Os dois gigantes são monitorados de perto pela equipe da Nasa, que mantém sempre os olhos bem abertos para garantir que nenhuma surpresa esteja a caminho.
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Outros três asteroides se aproximam: quem são e como são monitorados?
Além dos já citados, outros três corpos celestes também aparecem no radar: 2018 BE5, 2025 OR e 2019 CO1. Todos esses asteroides circulam entre os dias 28 de julho e início de agosto, compondo o verdadeiro “cortejo estelar” do mês. Nenhum deles, segundo os cientistas, oferece risco imediato para a Terra. Eles ilustram o trânsito rotineiro desses objetos entre Marte e Júpiter, trecho famoso por abrigar o chamado cinturão de asteroides.
Monitorar esses objetos faz parte da rotina especializada dos astrônomos. Graças a telescópios potentes e monitoramento orbital avançado, asteroides próximos da Terra, também conhecidos como NEO (Near Earth Objects), são classificados conforme seu comportamento e distância do nosso planeta. As categorias incluem os Amors, Apollos, Atiras e Atens — cada uma com suas particularidades de órbita e relação com a Terra.
Choques são raros, rotina é normal
Vale lembrar: apesar de parecerem eventos catastróficos em filmes de Hollywood, choques de grandes asteroides são extremamente raros. Estimativas apontam que colisões com rochas de até 50 metros só acontecem a cada mil a dez mil anos. Já os gigantes capazes de provocar estragos globais surgem, de fato, a cada 20 mil anos ou até mais. Na rotina do planeta, quase cem toneladas de poeira cósmica caem diariamente na Terra, compostas principalmente de partículas minúsculas e inofensivas.
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A missão DART, liderada pela Nasa, inclusive provou ser possível desviar um asteroide de sua rota, mostrando que, nos dias atuais, ciência e tecnologia andam de mãos dadas para garantir nossa proteção. Ou seja, espaço é terreno para novidades impactantes, mas sem riscos iminentes para o cotidiano terrestre.
Apesar de toda a comoção, os asteroides que se aproximam essa semana não apresentam qualquer ameaça e ilustram, mais uma vez, o dinamismo natural do Sistema Solar e a importância do trabalho de observação constante. Se você curtiu ficar por dentro dessa história de aventura espacial, não se esqueça de se inscrever em nossa newsletter para receber mais notícias quentes sobre os bastidores do mundo das celebridades, ciência e, claro, fofocas do espaço!
Perguntas frequentes
Como a Nasa monitora os asteroides próximos da Terra?
A Nasa usa telescópios terrestres e espaciais, radares de alta precisão e softwares de rastreamento orbital para calcular trajetórias e prever aproximações.
Quais são as principais categorias de asteroides NEO?
Os NEOs são classificados em Amors, Apollos, Atens e Atiras, conforme sua órbita em relação à Terra e ao Sol.
Qual a diferença entre asteroides Amors e Apollos?
Os Amors têm órbitas que se aproximam, mas não cruzam a da Terra, enquanto os Apollos cruzam a órbita terrestre, podendo chegar mais próximos.
O que foi a missão DART e qual seu objetivo?
A missão DART da Nasa testou uma técnica de impacto cinético para desviar um asteroide de sua rota, comprovando a viabilidade de estratégias de defesa planetária.
Com que frequência grandes asteroides atingem a Terra?
Rochas de até 50 metros colidem com o planeta a cada mil a dez mil anos, enquanto impactos globais só ocorrem a cada dezenas de milhares de anos.
Por que as aproximações atuais não representam perigo?
As distâncias medidas, que variam de centenas de milhares a milhões de quilômetros, mantêm esses asteroides fora de qualquer trajetória de colisão.