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Astrologia, Astronomia

Estudo Revela: Sistema Solar Já Teve Seis Planetas Gigantes no Passado

Wilson em 11 de junho de 2026 às 08:10

Um novo estudo acaba de balançar o meio científico ao sugerir que o Sistema Solar já foi casa para seis planetas gigantes, incluindo duas enigmáticas super-Terras que ninguém jamais viu de perto. De acordo com pesquisas lideradas pelo astrônomo Matthew Clement, da Universidade Johns Hopkins, o Sol já abrigou mais planetas do que os oito conhecidos atualmente. Esta descoberta está causando uma reviravolta nas conversas sobre a origem do nosso conjunto planetário.

A investigação traz detalhes inéditos sobre como esses possíveis planetas gigantes sumiram — e, mais importante, como a presença deles pode ter moldado o cenário que observamos hoje. Curioso para saber como essa história toda se desenrola? Siga na leitura para entender os mistérios que envolvem a infância do Sistema Solar.

Simulações inéditas sugerem passado caótico com super-Terras

Pesquisas recentes apoiadas por simulações computacionais trouxeram ilustrações inéditas desse caos primordial. Segundo os autores, nos primeiros cem milhões de anos o Sistema Solar não só era mais populoso, mas também extremamente instável. As super-Terras, planetas com massa entre a Terra e Netuno, teriam acabado expulsas rumo ao espaço interestelar após verdadeiras batalhas gravitacionais.

A equipe internacional de astrônomos, incluindo participação brasileira do pesquisador Rogério Deienno, traçou 122 possíveis trajetos evolutivos. Em quase todos, o cenário mais promissor para a sobrevivência das luas de Júpiter e Urano envolve a atuação desses planetas extras. Eles serviram como amortecedores gravitacionais durante o chamado período de instabilidade dos gigantes, crucial para evitar que satélites naturais fossem lançados para fora do sistema.

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Testemunhas geológicas: luas de Urano guardam pistas do passado

As luas de Urano, especialmente a enigmática Miranda, são apontadas como verdadeiras relíquias desse passado agitado. Nathan Kaib, do Planetary Science Institute, afirma que colisões intensas e destruição de luas originais alteraram para sempre a composição das satélites uranianas. Miranda, por exemplo, exibe uma crosta gelada e um mosaico geológico raro, resultado desse período de reconstrução após catástrofes cósmicas.

Estudos anteriores comumente consideravam apenas quatro ou cinco planetas gigantes. No entanto, os novos dados sugerem que é a presença temporária de seis monstros cósmicos que explica muitas das características peculiares das luas observadas hoje. O passado explosivo do sistema, repleto de expulsões planetárias e rearranjos orbíticos, teria deixado impressões digitais nas órbitas e composições dos corpos remanescentes.

Luas: fósseis vivos da pré-história solar

Com as marcas desse antigo caos ainda visíveis, as luas do Sistema Solar funcionam como autênticos “fósseis dinâmicos”. Elas são a chave para decifrar quantos planetas já habitaram a vizinhança solar e como sobreviveram às expulsões e colisões que determinaram o destino dos mundos ao redor do Sol.

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Essas descobertas renovam o interesse pela busca de planetas desaparecidos e ajudam cientistas a entender a surpreendente estabilidade atual do Sistema Solar. O estudo reforça a ideia de que o que vemos hoje é apenas a ponta do iceberg — e que o passado foi muito mais violento e fascinante do que se imaginava.

Se você ficou tão intrigado quanto a gente com esse passado movimentado do Sistema Solar, vale acompanhar nossas próximas publicações para não perder nenhuma novidade quente. Inscreva-se em nossa newsletter e fique por dentro das maiores descobertas, bastidores e fofocas do cosmos direto no seu e-mail.

Perguntas frequentes

O que são super-Terras no contexto do Sistema Solar?

Super-Terras são planetas com massa entre a da Terra e Netuno que, segundo o estudo, podem ter existido no passado do Sistema Solar e foram expulsas por instabilidade gravitacional.

Como as luas de Urano ajudam a entender a história do Sistema Solar?

As luas de Urano, principalmente Miranda, exibem características geológicas que são evidências das colisões e rearranjos causados pelos planetas gigantes no passado do Sistema Solar.

Por que o Sistema Solar teria tido mais planetas gigantes antes?

Simulações sugerem que o Sistema Solar foi mais instável e populoso inicialmente, com seis planetas gigantes, cuja presença ajudou a moldar a estabilidade atual após expulsões e batalhas gravitacionais.

O que é o período de instabilidade dos gigantes?

É uma fase primordial em que planetas gigantes no Sistema Solar passaram por rearranjos orbitais e interações gravitacionais que resultaram na expulsão de alguns corpos e na estabilização do sistema.

Qual a importância dos fósseis dinâmicos para a astronomia?

Os fósseis dinâmicos, como certas luas, guardam pistas sobre eventos passados no Sistema Solar, permitindo que cientistas reconstruam sua história e entendam a evolução dos corpos planetários.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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