O dia em que o Manchester City tentou contratar Messi por engano e quase chocou o futebol
em 10 de dezembro de 2025 às 15:22Em 2008, o Manchester City viveu um dos capítulos mais inusitados e surreais de sua história: quase fez uma proposta milionária por Lionel Messi completamente por engano. Isso mesmo, você não leu errado! Num dos maiores tropeços da era dos superclubes no futebol europeu, uma mistura de empolgação, confusão e falta de experiência nos bastidores quase resultou na transferência mais improvável de todos os tempos.
O episódio aconteceu logo após a compra do clube pelo Abu Dhabi United Group, que transformou o City de um tímido aspirante à grandeza em um gigante do mercado, praticamente da noite para o dia. Entre telefonemas apressados, dirigentes nervosos e mal-entendidos hilários — incluindo uma conversa em que a palavra “messy” (bagunçado, em inglês) virou “Messi” —, o clube chegou a enviar uma oferta oficial ao Barcelona pelo craque argentino. Basta dizer que o Barça achou a proposta quase ofensiva e a tratou com pura incredulidade.
Prepare-se para conhecer todos os bastidores dessa situação inacreditável, que mostra como o City, ainda inexperiente, se perdeu na própria ambição — e quase provocou uma bomba no mercado europeu.
O que você vai ler neste artigo:
Manchester City antes dos bilhões: estrutura precária e vida difícil
Quem vê o Manchester City de hoje, poderoso e recheado de estrelas, talvez nem imagine o cenário do clube em 2008. Naquele período, o time patinava na tabela inglesa, com estrutura defasada, pouco dinheiro em caixa e contratações modestas. Astros? Só mesmo nos sonhos dos torcedores.
O técnico recém-chegado, Mark Hughes, se assustou ao perceber o quanto o clube precisava evoluir para brigar com os grandes do continente. Os bastidores revelavam salários pagos no sufoco, centro de treinamento em estado deplorável e um futuro incerto. Em suma, o City era um gigante adormecido à beira do colapso.
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Virada bilionária e o choque de gestão: do caos ao golpe de sorte
A mudança brutal aconteceu em 1º de setembro de 2008. Hughes nem imaginava, mas a aquisição pelo grupo de Abu Dhabi colocaria o City em outro patamar. Naquela segunda-feira, o clube passou instantaneamente a ter bilhões para investir e se aventurou em busca de craques no mercado internacional.
Em meio à confusão do último dia da janela de transferências, os cartolas do City agiram no impulso. Queriam um nome de impacto imediato, para mostrar força aos rivais e, quem sabe, sonhar alto. Foi quando uma confusão linguística quase mudou a história do futebol: uma piada com a palavra “messy” durante uma conversa telefônica se transformou na ordem “vá atrás do Messi”. O resultado foi uma oferta de proporções épicas sendo enviada ao Barcelona, surpreendendo o clube catalão e deixando a comunidade do futebol em polvorosa.
Barcelona não perdoa e City percebe o tamanho do erro
A oferta pelo camisa 10 argentino fez Joan Laporta, então presidente do Barça, reagir com espanto e até um pouco de desdém. A proposta, vista quase como uma afronta, foi rapidamente rejeitada e mexeu com os bastidores do futebol europeu. Na mesma noite, o City acabou fechando com Robinho, mas a situação ficou marcada como um retrato da inexperiência dos novos donos, que ainda estavam aprendendo a lidar com o peso e as cobranças de um superclube.
O fim da era dos amadores e o começo do City planejado
O episódio serviu de ponto de virada. Logo depois, os investidores trouxeram nomes de peso para o comando, profissionais tarimbados e criaram uma engrenagem de futebol baseada em planejamento, competência e foco. Vieram, aos poucos, o diretor Txiki Begiristain, Ferran Soriano e, anos depois, o treinador Pep Guardiola, consolidando o projeto do City como um dos mais respeitados do mundo.
Messi, por sua vez, seguiu brilhando em Barcelona até a saída traumática em 2021, quando já não havia mais espaço para improvisos no City. O clube já investia planejadamente em nomes como Jack Grealish e Erling Haaland, deixando para trás as aventuras improvisadas — e, claro, os mal-entendidos embaraçosos.
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Hoje, qualquer contratação é feita com meses de antecedência e blindada contra gafes amadoras. O caso Messi serve como lembrança sobre o quanto o futebol pode ser caótico quando clubes gigantes ainda não sabem exatamente o que estão fazendo (mesmo com bilhões em caixa).
A curiosa quase-contratação de Lionel Messi terminou como uma lenda nos corredores do Etihad Stadium, mostrando que até os poderosos podem tropeçar feio antes de acertar o caminho. Se você gostou dessa história e quer acompanhar de perto mais bastidores surpreendentes do futebol, inscreva-se na nossa newsletter e fique por dentro das melhores fofocas do esporte!
Perguntas frequentes
Como o Manchester City mudou após a compra pelo Abu Dhabi United Group?
Após a compra em 2008, o Manchester City passou de um clube com estrutura precária para um gigante do futebol europeu, investindo bilhões em jogadores e profissionais.
Por que a oferta pelo Lionel Messi foi considerada um erro pelo Manchester City?
A oferta surgiu de um mal-entendido com a palavra ‘messy’, confundida com ‘Messi’, levando a uma proposta improvisada e mal planejada que surpreendeu o Barcelona.
Quem eram os principais responsáveis pela reestruturação do Manchester City após 2008?
Diretores como Txiki Begiristain, Ferran Soriano e o técnico Pep Guardiola foram fundamentais para o planejamento e profissionalização do clube.
Qual foi a reação do Barcelona à oferta recebida do Manchester City por Messi em 2008?
O Barcelona viu a proposta como uma afronta e a rejeitou, tratando o episódio com incredulidade e desdém perante a suposta oferta.
Como o episódio da oferta por Messi influenciou as futuras contratações do Manchester City?
O erro serviu como aprendizado, levando o clube a planejar contratações com antecipação e maior profissionalismo, evitando improvisos embaraçosos.