The Town 2025: As apresentações que roubaram a cena e as que decepcionaram no festival de São Paulo
em 15 de setembro de 2025 às 12:46O The Town 2025 chegou ao fim deixando fãs com aquela sensação de que tudo podia acontecer a cada novo show. Grandes nomes da música nacional e internacional deram seu recado nos palcos do Autódromo de Interlagos em São Paulo, e a maratona de cinco dias foi palco para momentos históricos — e também algumas decepções. O evento reuniu cerca de 400 mil pessoas, e foi impossível passar ileso pela onda de comentários fervorosos sobre as melhores e piores apresentações do festival.
Quer saber quem brilhou e quem ficou devendo no maior festival de música da capital paulista este ano? Confira, nos tópicos a seguir, um panorama completo das performances inesquecíveis e das que deixaram a desejar, com detalhes e bastidores de quem esteve por dentro de tudo. Continue a leitura e descubra se o show do seu artista favorito está na lista!
O que você vai ler neste artigo:
Os melhores shows do The Town 2025: Surpresas, energia e muitos hits
Entre as atrações que arrancaram gritos, lágrimas e fizeram multidões pularem, algumas performances se destacaram em absoluto. Mariah Carey comandou um verdadeiro culto à música pop, com vocais arrebatadores e uma setlist de respeito. Mesmo apostando na zona de conforto, a cantora fez valer cada minuto com canções como ‘Hero’ e ‘Without You’, emocionando a plateia.
Outra que fez história foi Ivete Sangalo, que, mesmo enfrentando o frio, incendiou o público com carisma e um repertório recheado de sucessos. Os números impressionantes de convidados de Iza também foram destaque: ela trouxe Olodum, Toni Garrido e Célia Sampaio, passeando com muita propriedade pelo reggae e pop. Nem o astro punk Iggy Pop ficou de fora: aos 78 anos, ele provou que o espírito do rock segue mais vivo do que nunca, conquistando aplausos com um set cheio de energia.
Por falar em energia, Pedro Sampaio não mediu esforços nem investimentos para uma apresentação multimilionária, cheia de efeitos especiais, dançarinos e hits que não deixaram ninguém parado. E claro, impossível não mencionar o show coletivo de Joelma, Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara, simbolizando a força e representatividade do Pará no palco. O topo do pódio, porém, ficou com o Green Day, que entregou tudo em performance eletrizante, marcada por críticas afiadas e muita conexão com o público brasileiro.
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Apresentações mornas: As decepções da segunda edição do The Town
Nem só de ovacionados vive um festival! Entre os nomes que ficaram aquém das expectativas, o destaque vai para MC Cabelinho — que empolgou adolescentes mas praticamente deixou a letra dos hits nas mãos do público, sem muita entrega vocal. O Capital Inicial também entrou na berlinda, com um show repetitivo, sem grandes surpresas para os frequentadores habituais de festivais em São Paulo.
Jason Derulo apostou mais em dança do que em canto, criando um clima de TikTok ao vivo que não colou com a plateia. Já Duda Beat, diante de um público reduzido, sentiu o baque e fez uma apresentação sem grandes emoções. Mas quem realmente recebeu a coroa entre as piores foi Natasha Bedingfield. Estreando no Brasil, ela pecou pelo nervosismo, trouxe covers pouco marcantes e só conseguiu empolgar um fiapo de plateia no refrão tardio de ‘Unwritten’.
O que faz um show se destacar (ou naufragar) em um grande festival?
Fica claro que tudo conta: presença de palco, escolha do repertório, conexão com o público e, claro, originalidade. Performances que surpreendem pela produção ou convidam outros artistas a dividir o palco geralmente entram para a história. Já as apresentações que parecem feitas no piloto automático, sem identidade ou comunicação, acabam virando ponto negativo — como ficou evidente para alguns shows dessa edição.
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O The Town 2025 reforçou que, acima de tudo, festivais são sobre criar memórias coletivas e entregar experiências para todos os gostos. Seja pela energia contagiante ou pelo marasmo que faz a plateia olhar o relógio esperando o próximo ato, nenhum artista sai ileso do julgamento do público — e é isso que faz cada edição ser diferente, imprevisível e cheia de histórias.
O The Town 2025 entrou para a memória como um festival de extremos: shows que incendiaram multidões, produções grandiosas e algumas apresentações que mal saíram da zona de conforto. Entre altos e baixos, a edição deste ano reafirmou a importância de originalidade e entrega no palco. E aí, sua apresentação favorita esteve entre as melhores ou piores? Caso tenha curtido nosso giro pelos bastidores e causos do festival, inscreva-se em nossa newsletter. Assim, você não perde nenhuma fofoca quente e fica sempre por dentro dos próximos capítulos do The Town!
Perguntas frequentes
Qual a importância do repertório em um show de festival?
O repertório deve equilibrar sucessos conhecidos e novidades, mantendo o público engajado e garantindo uma experiência memorável.
Como a presença de palco influencia a percepção do público?
A presença de palco comunica energia e carisma, criando conexão emocional que pode transformar uma apresentação comum em um momento marcante.
Por que shows com participações especiais são mais memoráveis?
Parceiros no palco trazem diversidade, surpresa e reforçam a originalidade, tornando a performance mais dinâmica e única.
Como os efeitos especiais impactam o desempenho em festivais?
Efeitos especiais complementam a música e ajudam a criar uma atmosfera visual empolgante, potencializando a experiência do público.
O que pode causar a decepção do público durante um show?
Performances sem energia, falta de conexão, repertório repetitivo ou ausência de interação podem fazer o público perder o interesse rapidamente.