Antes de ser capturado, Maduro celebrou Ano Novo com festa luxuosa em Caracas em 2026
em 26 de fevereiro de 2026 às 19:07Nicolás Maduro virou manchete ao ser capturado pelos Estados Unidos no início de 2026, mas, antes disso, o ex-presidente da Venezuela teria comemorado o Ano Novo em clima de total descontração. Fontes do The New York Times garantem que, dias antes do ataque americano que mudou os rumos do país, Maduro reuniu aliados e parentes em uma animada celebração em Caracas. Enquanto gaitas tipicamente venezuelanas tocavam, ele ignorava alertas sobre possíveis ameaças vindas de Washington.
O clima era de otimismo e até certo descuido, mesmo com rumores crescentes de uma ofensiva estrangeira. O ex-mandatário, segundo convidados, chegou a enviar mensagens calorosas de feliz Ano Novo a seu núcleo de confiança, sem sinalizar preocupação. As decisões tomadas (ou ignoradas) durante esse período já são vistas como determinantes para o desfecho explosivo dos primeiros dias de janeiro. Continue lendo para saber tudo sobre bastidores, traições e as tensões que abalaram Caracas antes da captura de Maduro.
O que você vai ler neste artigo:
Festa de Ano Novo e clima de tranquilidade: os últimos dias de Maduro no poder
Apesar do cerco dos Estados Unidos se apertar, Maduro manteve a rotina festiva. A celebração de Ano Novo na residência oficial teve pratos tradicionais como hallacas, pan de jamón e, claro, bastante música venezuelana. Entre os convidados, um clima de confiança reinava, reforçado pelas palavras tranquilas de Maduro. O então presidente compartilhou votos de felicidade com assessores próximos e dançou até tarde com a esposa, Cilia Flores.
Fontes presentes na festa relatam que Maduro aparentava estar “relaxado”, mesmo já suspeitando de espiões e possíveis traições dentro do próprio governo. Seu otimismo, porém, contrastava com os alertas crescentes de que a paciência dos EUA estava quase no fim.
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Ignorando conselhos: encontros, desconfianças e o erro de cálculo
Maduro ignorou diversas advertências para deixar o poder. Uma das principais veio de ninguém menos que Joesley Batista, um dos acionistas do grupo JBS, que se reuniu com o venezuelano no fim de dezembro. O empresário, que já havia conversado com autoridades americanas, aconselhou Maduro a buscar um acordo rápido para evitar uma ofensiva militar. Maduro, no entanto, acreditava que ainda tinha margem para negociar, chegando a minimizar as ameaças em conversas informais.
O clima de paranoia também aumentou com desconfianças em relação à vice-presidente Delcy Rodríguez, vista por Maduro como potencial ameaça. Apesar disso, ele optou por mantê-la no cargo, confiando em sua experiência administrativa. Fontes próximas ao círculo de poder afirmam que discussões sobre possíveis demissões marcaram os bastidores do Palácio de Miraflores nos dias que antecederam a operação dos Estados Unidos.
Conversas arriscadas e postura desafiadora irritam Washington
Outro episódio marcante foi a proposta de Donald Trump, por telefone, para que Maduro visitasse Washington. Temendo uma armadilha, o presidente venezuelano teria recusado, sugerindo um encontro em território neutro, ideia rapidamente descartada pelos americanos. Mesmo diante dessa tensão, as imagens e relatos de Maduro dançando após o Réveillon chegaram ao governo dos EUA, que teria interpretado o comportamento como puro desdém.
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Analistas veem a postura despreocupada de Maduro — e a confiança em apoios regionais de líderes como Lula e Gustavo Petro — como fatores que precipitaram a resposta mais dura de Washington. No fim das contas, o erro de avaliação deixou Maduro totalmente exposto no momento do ataque, levando à sua captura junto de Cilia Flores em sua própria residência.
O fim de Maduro como presidente da Venezuela foi marcado por festas, desencontros e escolhas polêmicas. A postura descontraída diante de sinais claros de perigo mostra que, no tabuleiro político internacional, um passo em falso pode ser fatal. Não perca as principais atualizações dos bastidores do poder. Se curtiu essa fofoca quente, inscreva-se já na nossa newsletter e receba as últimas notícias direto no seu e-mail!
Perguntas frequentes
Quais alimentos típicos foram servidos na festa de Ano Novo de Nicolás Maduro?
Foram servidos pratos tradicionais venezuelanos como hallacas e pan de jamón.
Quem aconselhou Nicolás Maduro a buscar um acordo para evitar a ofensiva militar dos EUA?
O empresário Joesley Batista, acionista do grupo JBS, alertou Maduro sobre a ameaça e sugeriu um acordo.
Por que Nicolás Maduro recusou a visita a Washington proposta por Donald Trump?
Maduro desconfiava de uma possível armadilha e sugeriu um encontro em território neutro, que foi descartado pelos EUA.
Qual a importância da vice-presidenta Delcy Rodríguez no contexto da crise?
Apesar de desconfianças, Maduro manteve Delcy Rodríguez no cargo por confiar em sua experiência administrativa.
Como a postura de Maduro influenciou a ofensiva dos Estados Unidos?
Sua postura descontraída e confiança em apoios regionais fizeram Washington interpretar sua atitude como desdém, acelerando a ofensiva.