Messi inspira gestão de viagens corporativas na América Latina na GBTA 2025
em 22 de julho de 2025 às 15:22A estrela do futebol mundial, Lionel Messi, virou tema central de um animado painel durante a GBTA Convention 2025, em Denver. A mesa redonda “E se Messi fosse gestor de viagens?” serviu de cenário para que especialistas discutissem, com bom humor e olhar estratégico, os grandes desafios e aprendizados da gestão de viagens corporativas na América Latina.
O evento reuniu nomes de peso: Ana Prado (Syngenta), Joyce Macieri (Minerva Foods) e Pilar Tarradellas (Kyndryl). Todas trouxeram, com analogias ao universo da bola, exemplos práticos de como as lições do craque argentino podem ser aplicadas no dia a dia da área de viagens empresariais.
O que você vai ler neste artigo:
Escuta ativa: Por que ouvir a equipe é o principal drible?
Na visão de Ana Prado, a escuta ativa é o passe inicial que define o resultado do jogo. Ela compara a postura de Messi diante dos torcedores à necessidade de gestores ouvirem seus viajantes corporativos, líderes e parceiros. “De nada adianta só aplicar pesquisas de satisfação. O segredo está em transformar esses dados em movimento e ações visíveis”, destaca.
O painel também pontuou que não basta ficar preso às planilhas: é fundamental traduzir o feedback recebido em adaptações reais nas políticas internas, conquistando a confiança e a adesão dos funcionários. Ouvir de verdade os “fãs” e trabalhar pelos bastidores pode ser o diferencial entre um programa morno e uma gestão campeã.
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Estratégia e flexibilidade: Como marcar o gol de placa?
Joyce Macieri lembrou que a tarefa do gestor muitas vezes é equilibrar as expectativas dos viajantes com as diretrizes da empresa — e, nesse campo, jogo de cintura faz toda diferença. Segundo ela, o segredo é priorizar o que realmente importa, influenciar decisões internas e buscar adaptar regras sempre que possível. “Liderança, treinamento e performance são a base de um time campeão — tudo isso passa pela escuta ativa e uma boa dose de trabalho em equipe”, explica.
Treinamento constante e colaboração: a rotina dos craques
No futebol, ninguém brilha sozinho. E na gestão de viagens, não é diferente. Pilar Tarradellas ressaltou que a atualização contínua, aprender uns com os outros e estar aberto ao coletivo são habilidades vitais para manter o time afiado. Adotar inteligência coletiva e buscar referências tanto no próprio setor quanto fora dele são apostas que elevam o patamar dos programas empresariais.
A importância da adaptação cultural nas políticas de viagens
Uma das grandes lições do painel foi o respeito às particularidades regionais, um verdadeiro “estádio local”. As especialistas concordam que tentar implementar um programa global sem considerar as nuances de cada país é o mesmo que escalar um time com jogadores fora de posição.
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Quem lidera viagens na América Latina sabe: é indispensável conhecer os costumes, falar a língua local e, sempre que possível, buscar formas de simplificar processos. Adaptação, aliás, é palavra-chave para garantir bons resultados e evitar cartões amarelos no dia a dia do negócio.
As discussões no evento deixaram clara a importância de alinhar estratégia, comunicação e colaboração para marcar um golaço na gestão de viagens corporativas. Para os gestores que querem jogar como Messi, a busca constante por aprendizado e bons parceiros é fundamental. Se curtiu essa notícia e quer ficar por dentro das próximas novidades quentes do mercado, inscreva-se agora mesmo na nossa newsletter e receba as melhores fofocas do mundo corporativo diretamente no seu e-mail!
Perguntas frequentes
Como mensurar a satisfação dos viajantes corporativos?
Use pesquisas periódicas, índices de NPS (Net Promoter Score) e entrevistas para mapear pontos de melhoria e aprimorar processos.
Quais são os principais desafios ao flexibilizar políticas de viagens?
Equilibrar diretrizes corporativas com as necessidades dos viajantes, garantindo conformidade sem comprometer a experiência.
Como estruturar um programa de treinamento contínuo para gestores de viagens?
Defina módulos de capacitação, promova workshops regulares, trocas de cases e mantenha acesso a conteúdos atualizados do setor.
Por que considerar a adaptação cultural em políticas de viagens na América Latina?
Respeitar costumes, idiomas e práticas locais aumenta a adesão dos viajantes e evita entraves operacionais ou mal-entendidos.
Quais métricas usar para avaliar o sucesso na gestão de viagens corporativas?
Além do NPS, acompanhe custo por viagem, tempo médio de aprovação, taxa de utilização de fornecedores e índices de conformidade.