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Celebridades, Lula

Ministro Luiz Marinho enfrenta cobranças de Lula após derrotas na pasta do Trabalho

Minha Fofoca em 19 de agosto de 2025 às 16:37

O clima esquentou nos bastidores da Esplanada: Luiz Marinho, ministro do Trabalho e conhecido como um dos aliados mais antigos de Lula, virou alvo de conversas e cobranças dentro do governo. Apesar de seu histórico de proximidade com o presidente, Marinho vem acumulando derrotas em projetos-chave desde que assumiu a pasta. As dificuldades em avançar com promessas, como o fim do saque-aniversário do FGTS e a regulamentação de trabalhadores de aplicativos, acenderam o alerta até no gabinete presidencial.

Marinho aceitou o desafio de transformar o Ministério do Trabalho em uma vitrine de realizações, mas o resultado está longe do esperado. Quem acompanha os bastidores garante: Lula já demonstrou publicamente insatisfação e cobrou mais resultados do ministro em encontros recentes. Apesar do cenário turbulento, aliados próximos tentam minimizar a possibilidade de uma saída precoce, garantindo que Marinho permanece firme ao menos até abril de 2025, quando deve deixar o cargo para disputar a reeleição como deputado federal.

Ausência de protagonismo no pacote pós-tarifaço agita os corredores

Num dos episódios mais marcantes, Marinho teve presença discreta na elaboração do pacote do governo para ajudar empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos. Enquanto outros ministérios assumiam papéis centrais, Marinho quase passou despercebido – e suas ideias acabaram de fora das decisões finais. Ele defendia reeditar o Programa de Proteção ao Emprego, criado em 2015, mas foi vencido pela proposta da Fazenda, que focava em crédito subsidiado condicionado à manutenção dos empregos.

Nos bastidores, a avaliação é de que o Ministério do Trabalho perdeu espaço nas grandes discussões econômicas. Até sindicatos apontam que seu protagonismo se tornou questionável, enquanto a equipe de Fernando Haddad passa a ditar o ritmo nas negociações. Em conversas reservadas, Marinho e assessores já teriam admitido que a participação da pasta foi limitada, inclusive durante reuniões estratégicas com o setor privado, onde sua ausência chamou atenção.

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Projetos emperrados e cobranças públicas dentro do governo

O ministro do Trabalho não escapou das críticas vindas de dentro do próprio Palácio do Planalto. Em evento recente, Lula jogou luz sobre as dificuldades do ministério em regulamentar a Lei Paul Singer, questionando em tom público o porquê da demora. Esse não foi um caso isolado: aliados de Marinho também admitem uma sequência de derrotas na tentativa de avançar reformas prometidas desde 2023.

Percalços com o FGTS e trabalhadores de aplicativos

Entre promessas frustradas, o fim do saque-aniversário do FGTS virou calcanhar de Aquiles. O ministro não conseguiu apoio interno e enfrentou resistência tanto do setor financeiro quanto do Congresso, tendo de arquivar o projeto após perceber a falta de viabilidade política. Quando finalmente conseguiu liberar recursos para demitidos que optaram pelo saque-aniversário, a medida foi vista como paliativa e limitada.

Já a regulamentação dos trabalhadores de aplicativos foi outro ponto de embate: após dois anos de discussões, a proposta do ministério perdeu força no Congresso e virou alvo de críticas até de motoristas e empresas do segmento. O texto, que previa pagamento mínimo de R$ 32,09 por hora e contribuições ao INSS, segue parado, destacando a dificuldade de construir consenso mesmo entre aliados do governo.

Nova derrota com portaria sobre trabalho aos feriados

Nem mesmo mudanças em portarias passaram incólumes. Em junho deste ano, a medida que restringia o trabalho em feriados no comércio foi adiada pela quinta vez, com a nova data marcada apenas para março de 2026. Mais uma vez, Marinho precisou ceder à pressão de empresários e grupos parlamentares — uma derrota que reforça a dificuldade em avançar pautas sensíveis diante de um Congresso resistente.

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Apesar do histórico de reveses, o ministro Luiz Marinho segue na berlinda, e sua permanência serve como termômetro para a estabilidade das relações entre governo e movimentos trabalhistas. Se gostou dessa análise e quer receber as últimas fofocas do poder, inscreva-se em nossa newsletter para não perder nenhum detalhe dos bastidores políticos.

Perguntas frequentes

Quem é Luiz Marinho?

Luiz Marinho é o atual ministro do Trabalho do governo Lula, ex-prefeito de São Bernardo do Campo e deputado federal licenciado.

Por que o fim do saque-aniversário do FGTS foi arquivado?

O projeto enfrentou resistência do setor financeiro e do Congresso, sem apoio político suficiente para aprovação.

O que é a Lei Paul Singer e qual o impasse na regulamentação?

É uma proposta para flexibilizar saques do FGTS em situações de desemprego. A demora se deve a divergências internas e falta de consenso no governo.

Qual era a proposta para regulamentar trabalhadores de aplicativos?

Prevista contribuição ao INSS e piso de R$ 32,09 por hora, a proposta perdeu apoio no Congresso e não avançou.

Por que a portaria sobre trabalho em feriados foi adiada diversas vezes?

A medida sofreu pressão de empresários e grupos parlamentares, forçando sucessivos adiamentos até março de 2026.

Até quando Marinho deve permanecer no cargo de ministro?

Aliados afirmam que ele ficará até abril de 2025, quando deixará a pasta para disputar a reeleição como deputado federal.

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