GLO no Rio: Lula decreta ação militar durante cúpula do Brics em 2025
em 6 de julho de 2025 às 16:40O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a surpreender ao decretar uma nova operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Rio de Janeiro, especialmente para garantir a segurança máxima durante a aguardada cúpula do Brics, que reúne chefes de Estado de grandes potências globais. A medida, que entra em vigor entre 2 e 9 de julho de 2025, mobiliza as Forças Armadas em pleno território carioca, prometendo câmeras e olhos atentos a cada movimento dos convidados internacionais. Com essa decisão, o clima já quente da política nacional ferveu ainda mais, colocando o Rio no centro das atenções mundiais – e atiçando a curiosidade de todo brasileiro ligado em novidades e bastidores do poder.
A cúpula do Brics deste ano marca a terceira vez em que o Brasil assume o papel de anfitrião para o prestigiado evento, que congrega delegações de 11 nações: Brasil, China, Rússia, Índia, Irã, Indonésia, Etiópia, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita e África do Sul. Espera-se, claro, uma movimentação intensa de autoridades, seguranças, tradutores e equipes diplomáticas, transformando o Rio de Janeiro num verdadeiro tabuleiro internacional.
O que você vai ler neste artigo:
Por que Lula acionou a GLO no Rio de Janeiro em 2025?
A decisão do presidente Lula de colocar as Forças Armadas nas ruas durante a cúpula do Brics não veio à toa. Com a cidade recebendo representantes das maiores economias políticas do planeta e dezenas de comitivas internacionais, a preocupação com possíveis distúrbios e a proteção do patrimônio público são prioridade máxima. O governo federal aposta assim em uma blindagem total para não correr riscos de incidentes, consolidando o Brasil como anfitrião seguro de grandes eventos mundiais.
A GLO, regulamentada pela Lei Complementar nº 97/1999, permite que Exército, Marinha e Aeronáutica atuem com poder de polícia em áreas específicas e por tempo determinado, algo que dificilmente passa despercebido por quem circula na cidade. O objetivo, como explicam especialistas, é conter ameaças de distúrbio social ou tentativas de criminalidade que possam manchar a imagem do país no cenário externo. E quem conhece os bastidores sabe: quando as Forças Armadas descem ao asfalto, a mensagem – para o público interno e para os visitantes estrangeiros – é clara.
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Histórico de GLO no mandato de Lula e bastidores do Palácio do Planalto
Não é a primeira vez que Lula recorre à GLO para assegurar grandes eventos no Rio de Janeiro. O registro mais recente foi durante a cúpula do G20 em 2024, quando milhares de militares foram deslocados para monitorar ruas, portos e aeroportos estratégicos. Outra mobilização importante aconteceu do fim de 2023 até metade de 2024 com objetivo de apertar o cerco em áreas de movimentação pesada, como terminais portuários e aeroportuários, na tentativa de frear crimes ligados ao tráfico internacional e ao crime organizado.
Fontes ligadas ao governo federal garantem que a equipe de segurança trabalhou para evitar qualquer brecha. As reuniões no Palácio do Planalto foram intensas, com consultores do Ministério da Defesa, do Itamaraty e dos setores de inteligência discutindo cada mínimo detalhe, da logística de deslocamento dos chefes de Estado até os esquemas em hotéis de luxo. Toda a operação ocorre sob olhar atento de Lula, que sabe do peso diplomático e político que um evento desse porte carrega. Afinal, falhas de segurança podem deixar cicatrizes irreparáveis no reputação do país.
Forças Armadas no foco dos holofotes: polêmica e poder de decisão
A presença militar nas ruas não desperta apenas sensação de segurança, mas também opiniões divididas. O tema, altamente sensível, costuma gerar debates acalorados na sociedade e no próprio Congresso. Enquanto alguns veem a medida como fundamental para garantir ordem, setores críticos consideram o emprego das Forças Armadas em ações típicas de polícia um precedente perigoso. O fato, porém, é que a última palavra sobre GLO sempre parte do presidente da República, o que reforça a influência e o pulso firme de Lula nessa pauta delicada.
A cada novo decreto de GLO, cresce a atenção sobre os desdobramentos e os efeitos colaterais das operações militares. Nos bastidores, ministros de Lula avaliam cuidadosamente riscos e custos políticos, principalmente diante de manifestações populares ou de respostas negativas da comunidade internacional. Mas o recado está dado: o Brasil não quer surpresas durante a cúpula do Brics e aposta forte na segurança como trunfo para manter as portas abertas aos grandes eventos planetários.
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Com a GLO marcada para este julho de 2025, o Rio de Janeiro vira novamente palco de tensão e expectativa, com todos os olhares de Brasília e do mundo acompanhando cada detalhe da operação. Se você gosta de estar por dentro das decisões de poder e dos bastidores que movimentam as altas rodas, continue acompanhando nossa cobertura exclusiva.
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Perguntas frequentes
Qual a duração da operação GLO para o Brics 2025?
A Operação GLO vigora de 2 a 9 de julho de 2025, cobrindo todo o período da cúpula do Brics no Rio de Janeiro.
Quem coordena a execução da GLO no Rio de Janeiro?
O Ministério da Defesa, em conjunto com os comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, coordena a operação sob supervisão do presidente.
Quais medidas práticas fazem parte da operação GLO?
A ação inclui patrulhamento com militares, instalação de postos de controle, uso de câmeras de vigilância e revistas em áreas estratégicas.
Como a população carioca é afetada durante a GLO?
Moradores podem enfrentar bloqueios de vias, revistas de segurança e maior presença militar, mas ganham em sensação de segurança.
O Brasil já usou GLO em outros eventos internacionais?
Sim. Já houve emprego de GLO no G20 de 2024, além de operações focadas em segurança portuária e aeroportuária em 2023 e 2024.