Janja ganha destaque internacional em missão de cinco dias na ONU em Nova York
em 9 de março de 2026 às 19:07Rosângela Lula da Silva, mais conhecida como Janja, desembarcou em Nova York no domingo, 8 de março de 2026, para cumprir uma missão nada discreta: representar oficialmente o Brasil na 70ª Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW) da ONU, ao lado de uma poderosa delegação feminina. O convite partiu diretamente da ministra das Mulheres e deixou claro que a primeira-dama está longe de um papel coadjuvante na política internacional do país. Com agenda cheia e status reconhecido dentro e fora do Brasil, Janja promete ser uma voz ativa pela igualdade de gênero e pelo combate à violência contra as mulheres no evento mais prestigiado do planeta para esses debates.
Nomeada recentemente “Campeã da Igualdade Social” pela FAO, o braço de alimentação das Nações Unidas, a socióloga carrega no currículo não só sua vivência nos bastidores do poder em Brasília, mas também décadas de atuação em projetos sociais e ambientais. Continue a leitura para saber por que a ida da primeira-dama à ONU agita os bastidores do governo e amplia seu protagonismo fora do país.
O que você vai ler neste artigo:
Delegação reforçada e agenda voltada para o empoderamento feminino
Janja não está sozinha nesta missão histórica. Ao lado dela, embarcaram para Nova York nomes de peso do governo federal, como a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, além da presidente da Petrobras, Magda Chambriard. O grupo, que soma ao todo 40 servidoras de 17 órgãos diferentes, reflete o compromisso do governo com as pautas femininas e a busca por representatividade em cargos estratégicos.
Durante a estadia, a delegação brasileira vai encabeçar reuniões, participar de painéis sobre violência de gênero e discutir estratégias em âmbito global para a promoção da igualdade. Destaque para o evento internacional organizado em parceria com o México: “Feminicídio e os caminhos para seu combate, com transformação cultural e social”, agendado para terça-feira, 10 de março. O objetivo do encontro é trocar experiências, políticas públicas e caminhos efetivos para frear o avanço dos casos de agressões fatais contra mulheres.
Leia também: Virginia revela bastidores de jantar em Paris e nega encontro com Bruna Biancardi em 2026
Leia também: Trump declara fim iminente da guerra contra Irã e prevê intervenção relâmpago em 2026
Reconhecimento internacional e trajetória de impacto
O protagonismo de Janja ganhou fôlego extra dias antes da viagem: ela foi nomeada “Campeã da Igualdade Social” pela FAO em uma cerimônia marcante no Palácio do Itamaraty. O reconhecimento veio na esteira de sua intensa atuação em projetos de combate à fome e iniciativas sociais que impactam mulheres em situação de vulnerabilidade.
Bastidores e experiências internacionais anteriores
Desde 2023, Janja soma 170 dias fora do país, encarando uma rotina de encontros diplomáticos, palestras e seminários globais. Seu currículo internacional inclui participação em fóruns do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), debates sobre sustentabilidade e ações de alimentação saudável. Em 2025, ela também foi escolhida para representar o país em Paris, no prestigiado seminário da Universidade Sorbonne, sobre sustentabilidade e transição energética.
Com formação em Sociologia e amplo histórico na área de responsabilidade social pela Itaipu Binacional, Janja se firmou como referência em empoderamento feminino e liderança social. Suas agendas no exterior costumam pautar discussões internas no governo e favorecer avanços em políticas para mulheres, meio ambiente e combate à fome.
Contexto político e impactos da missão na ONU
A presença de Janja na CSW em 2026 se conecta diretamente ao Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, lançado em fevereiro e coordenado por um comitê exclusivo. Fontes do Palácio do Planalto apontam que a própria Janja inspirou a criação do pacto, principalmente após repercussão de dados alarmantes no ano anterior. O momento é considerado estratégico: enquanto o governo busca consolidar políticas de proteção às mulheres, a atuação de Janja colabora para fortalecer a imagem do Brasil na pauta de direitos humanos em âmbito internacional.
Leia também: Abel Ferreira revela lado humano após novo título e quebra recordes em 2026
A expectativa é que suas intervenções na ONU ampliem parcerias e tragam ao país novas iniciativas de enfrentamento à violência contra as mulheres.
Após a intensa semana em Nova York, Janja retorna ao Brasil ainda mais fortalecida no cenário social e político, deixando evidente que sua agenda vai muito além do título de primeira-dama. Se você acompanha o impacto da atuação feminina na política ou quer se manter por dentro de bastidores exclusivos sobre eventos globais, se inscreva em nossa newsletter e receba as últimas novidades, curiosidades e informações de quem faz a diferença no cenário nacional e internacional.
Perguntas frequentes
Qual o papel de Janja na Comissão da ONU sobre a Situação da Mulher?
Janja representa oficialmente o Brasil, liderando discussões sobre igualdade de gênero e combate à violência contra as mulheres.
O que é a 70ª Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW) da ONU?
É o principal fórum global para debate de políticas e ações relativas à situação das mulheres no mundo.
Quais ações Janja tem promovido internacionalmente?
Ela atua em projetos sociais, ambientais e de empoderamento feminino, participando de fóruns e seminários globais.
O que é o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio?
Um compromisso do governo brasileiro para implementar políticas de proteção e combate aos casos fatais de violência contra mulheres.
Como a participação de Janja na ONU beneficia o Brasil?
Fortalece a imagem do país na pauta de direitos humanos e amplia parcerias para políticas eficazes contra a violência de gênero.