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Bolsonaro, Celebridades

Venezuela adia votação decisiva sobre anistia a presos políticos em 2026

Wilson em 12 de fevereiro de 2026 às 18:58

O aguardado projeto de lei para anistia de presos políticos na Venezuela ficou para depois. Após horas de discussão acalorada nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, o Parlamento venezuelano decidiu adiar, mais uma vez, a votação do texto que pode marcar um novo capítulo na história do país. O impasse girou em torno de um artigo polêmico, que delimita o alcance exato da lei e deixou oposição e governo em lados opostos da disputa.

O debate sobre anistia acontece em meio a manifestações gigantescas da população e em clima de transformação política no país. O momento é delicado, com milhares de pessoas saindo às ruas sob o coro de “não temos medo”, pressionando as autoridades a garantir justiça para quem ficou atrás das grades por discordar do antigo regime.

Artigo polêmico trava avanço da anistia

O ponto de discórdia está no artigo 7 do projeto, que determina que só receberá anistia quem estiver “à disposição da Justiça ou se colocar à disposição da Justiça”. Para parlamentares da oposição, esse trecho pode burocratizar a liberdade de quem foi detido injustamente, tornando o processo mais lento e, em muitos casos, inviável. Eles defendem que a anistia seja automática e garanta o retorno à liberdade plena sem exigir passos adicionais.

A deputada opositora Nora Bracho foi direta: não faz sentido exigir que alguém se apresente ao tribunal para ter um direito reconhecido, ainda mais em um contexto em que muitos consideram sua prisão injusta. Já representantes do governo, como Iris Varela, alertam que não cabe conceder anistia a quem não cometeu crime algum, para evitar distorções do benefício.

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Clima de impasse: ruas fervem por liberdade

Enquanto os deputados tentavam chegar a um texto de consenso, milhares de manifestantes tomaram as ruas de Caracas, especialmente a área da Universidade Central da Venezuela (UCV), símbolo de resistência política no país. Entre os cartazes erguidos, frases como “Anistia já” e “Nem um, nem dois, que sejam todos!”. O clima de insatisfação era palpável e muitos estudiantes e familiares de presos políticos estavam entre os participantes.

Desde a saída de Nicolás Maduro do poder, com a ascensão da presidente interina Delcy Rodríguez, cresce no país a expectativa por reconciliação e libertação dos mais de 600 detentos listados pela ONG Foro Penal. A repressão dos últimos anos, intensificada após o questionamento da reeleição de Maduro em 2024, levou milhares à prisão e impôs um clima de medo que começa, agora, a ser rompido publicamente. Dannalice Anza, uma jovem estudante de 26 anos que participou do ato, resumiu o sentimento: “Passamos muito tempo em silêncio, mas agora é hora de exigir cada pedido por um país mais justo”.

Mobilização também marca o lado governista

O partido no poder também organizou uma marcha, mostrando que a disputa pela narrativa permanece acirrada. Ainda pedem a liberdade de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, ambos detidos pela operação americana e enviados aos Estados Unidos sob acusações graves. Os dois lados apostam em grandes mobilizações para demonstrar força ao Parlamento e à sociedade internacional.

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O processo de votação será retomado nos próximos dias, com a promessa de facilitar o diálogo entre governo e oposição. O objetivo é chegar a um consenso que permita avançar para a etapa de reconciliação nacional, promessa feita por Delcy Rodríguez ao assumir a presidência interina.

O futuro da lei de anistia segue como a pauta central da política venezuelana, deixando o país em suspense. Se você quer acompanhar cada reviravolta deste e de outros bastidores do poder, não perca tempo: inscreva-se em nossa newsletter e receba as principais fofocas políticas do momento direto no seu e-mail.

Perguntas frequentes

Qual é o principal motivo do adiamento da votação do projeto de anistia na Venezuela?

O adiamento ocorreu por causa da controvérsia em um artigo que define quem poderá receber anistia, gerando divergências entre governo e oposição.

Quem são os principais representantes envolvidos no debate da anistia venezuelana?

Deputados opositores como Nora Bracho e representantes do governo como Iris Varela protagonizam o debate sobre o projeto.

Qual é a reação da população venezuelana diante do impasse político sobre a anistia?

Milhares de manifestantes saíram às ruas, especialmente em Caracas, pedindo a liberdade dos presos políticos e a aprovação da anistia.

Qual o papel da presidente interina Delcy Rodríguez no contexto da anistia dos presos políticos?

Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina prometendo promover reconciliação nacional e facilitar o diálogo entre governo e oposição.

Como o partido governista está respondendo às mobilizações pela anistia na Venezuela?

O partido governista também realizou marchas para apoiar a liberdade de Maduro e sua esposa e mostrar força política.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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