Trump pressiona Irã e dá ultimato para volta às negociações de paz em 2026
em 22 de abril de 2026 às 10:40O presidente americano Donald Trump resolveu apertar o cerco ao Irã e impôs um prazo curto e definitivo para que os líderes do país ponham fim às divisões internas e retornem às negociações de paz. A ordem é clara: Teerã tem apenas alguns dias para apresentar uma proposta unificada ou o cessar-fogo, renovado nesta terça-feira, será suspenso. A decisão foi confirmada por três fontes ligadas ao governo dos EUA.
Esse novo capítulo nas relações entre Washington e Teerã esquentou ainda mais o clima tenso no Oriente Médio. Fontes do alto escalão afirmam que Trump está determinado a esgotar todas as possibilidades diplomáticas, mas não hesitará em agir se a resposta iraniana não for rápida e concreta. Continue lendo para entender como a disputa interna no governo iraniano virou peça-chave nesta crise, e quais movimentos estão no radar da Casa Branca.
O que você vai ler neste artigo:
Cessar-fogo sob ameaça: Trump põe prazo para decisão iraniana
Em reunião com sua equipe de segurança nacional, Trump avaliou o colapso das negociações recentes, que implodiram após divisões severas entre militares e lideranças civis do Irã. Incomodado com as constantes reviravoltas e a falta de comando claro em Teerã, o presidente decidiu dar apenas três a cinco dias para o país persa se organizar.
Segundo uma fonte do governo americano, o objetivo é pressionar as lideranças iranianas a formarem uma frente única e apresentarem uma resposta coesa à proposta dos EUA. Mas o clima em Teerã é de franca disputa pelo poder: a ala militar do Corpo da Guarda Revolucionária (IRGC) e o grupo de negociadores civis não conseguem chegar nem perto de um consenso sobre a estratégia a ser adotada.
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Bastidores: rachaduras no topo do Irã e tropeços diplomáticos
As primeiras fissuras entre militares e diplomatas iranianos ficaram evidentes logo após a rodada de negociações em Islamabad. O general Ahmad Vahidi rejeitou parte importante dos temas acordados pelos negociadores, transformando o conflito interno em um verdadeiro espetáculo público no país persa.
A situação saiu ainda mais do controle após o assassinato, em março, do então secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, atribuído a uma operação israelense. Larijani era considerado a ponte entre todas as correntes de poder iranianas. Com sua saída de cena, o novo coordenador, Mohammad Bagher Zolghadr, não conseguiu apaziguar os ânimos e virou peça decorativa no tabuleiro político.
A expectativa em Washington e o papel dos mediadores
Enquanto o impasse se arrastava, vice-presidente americano e assessores estavam prontos para voar a Islamabad, esperando uma autorização iraniana de última hora para retomar o diálogo. Mas os sinais positivos evaporaram quando Teerã voltou atrás e passou a exigir o fim do bloqueio naval dos EUA como condição para qualquer conversa.
Trump, por fim, decidiu: manterá o bloqueio do Estreito de Hormuz e vai aguardar uma definição nos próximos dias. Segundo pessoas próximas, ele acredita que o embargo é o grande trunfo americano, já que estaria sufocando financeiramente o Irã. ‘Eles estão desesperados por dinheiro e não conseguem pagar nem militares e policiais’, teria avaliado.
Irã no relógio: próximos passos e riscos de novo conflito
A expectativa agora é de um desfecho nos bastidores de Teerã. As atenções de diplomatas americanos e paquistaneses estão voltadas para saber se o líder supremo, Mojtaba Khamenei, vai finalmente romper o silêncio e aprovar o retorno de seus negociadores à mesa de diálogo. Caso contrário, Trump já sinalizou que não hesitará em retomar a ofensiva militar, colocando novamente a crise no centro das atenções globais em 2026.
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Perguntas frequentes
Qual é o prazo dado por Trump ao Irã para tomar uma decisão?
Trump deu um prazo de três a cinco dias para o Irã apresentar uma proposta unificada para as negociações de paz.
O que levou à crise interna no governo iraniano?
Disputas entre militares e lideranças civis, além do assassinato do secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, agravaram a crise interna.
Qual é a principal estratégia dos EUA diante do impasse iraniano?
Manter o bloqueio naval do Estreito de Hormuz para pressionar economicamente o Irã e forçar um consenso interno.
Qual ação Trump pretende tomar caso o Irã não responda adequadamente?
Ele não hesitará em retomar a ofensiva militar se não houver uma resposta rápida e concreta do Irã.
Quem é o líder supremo do Irã citado no conteúdo e qual seu papel na crise?
Mojtaba Khamenei é o líder supremo que pode autorizar o retorno dos negociadores ao diálogo e influenciar o desfecho da crise.