STF reúne juristas e imprensa para lembrar três anos dos atos de 8 de janeiro
em 4 de janeiro de 2026 às 16:58O Supremo Tribunal Federal já confirmou: nesta quinta-feira, dia 8, Brasília será palco de um evento marcante para relembrar os três anos dos atos golpistas que chocaram o país. O tribunal vai abrir suas portas para debater, visitar exposições e refletir sobre os impactos do 8 de janeiro de 2023, quando radicais invadiram e destruíram espaços públicos em nome de uma tentativa de golpe.
Na manhã dessa data simbólica, ministros, funcionários do STF, jornalistas e especialistas vão participar da programação “Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer”. A agenda foi pensada para mostrar que o ataque não foi esquecido e que as instituições seguem firmes, aprendendo com os desafios do passado. Quer saber tudo que vai rolar no evento e por que essa data não sai das manchetes? Continue acompanhando!
O que você vai ler neste artigo:
Programação reúne debate, arte e bastidores da reconstrução
Quem passar pelo STF em 8 de janeiro vai conferir de perto a exposição “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, instalada no Espaço do Servidor. A mostra resgata, em fotos e relatos, os dias de trabalho intenso para devolver dignidade ao prédio do Supremo após a depredação. Um verdadeiro retrato dos bastidores da reconstrução e da resiliência dos servidores e colaboradores do tribunal.
Logo em seguida, está marcada a exibição do documentário “Democracia Inabalada: Mãos da Reconstrução” no Museu do STF. A produção mostra os efeitos do ataque, o medo que pairou sobre Brasília e a resposta institucional diante de um dos momentos mais tensos da nossa democracia.
E não para por aí: jornalistas convidados vão trocar experiências numa roda de conversa sobre a cobertura dos episódios golpistas. O objetivo é discutir o papel da imprensa e resgatar como foi informar o Brasil em tempo real enquanto os fatos aconteciam.
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O episódio que mudou a história recente da política brasileira
Os atos do 8 de janeiro de 2023 ficaram marcados porque um grupo de manifestantes, insatisfeitos com o resultado das urnas, tentou impor pela força o que já estava decidido democraticamente. Acampamentos golpistas, bloqueios em rodovias e episódios violentos culminaram na invasão e destruição do Congresso Nacional e do STF. O episódio virou divisor de águas na forma como a sociedade e os Poderes reagem a ameaças institucionais.
Consequências e responsabilização após o 8 de janeiro
Depois de intensas investigações, o STF apontou responsabilidades graves, incluindo a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de aliados. De acordo com a decisão da Corte, houve uma trama deliberada — que passou despercebida para muitos — com o objetivo de anular o resultado das eleições de 2022. Tentou-se convencer quase toda a cúpula militar a embarcar em uma tentativa de golpe de Estado.
A resposta institucional foi rápida: além de julgar os envolvidos, o tribunal tomou medidas para que a democracia não fosse abalada, redesenhando esquemas de segurança e políticas de prevenção a atos antidemocráticos.
Por que relembrar é fundamental para a democracia
O próprio presidente do STF, Edson Fachin, já ressaltou: é preciso lembrar e debater o episódio, sem deixá-lo cair no esquecimento, como parte do esforço coletivo para garantir que a história não se repita. Essa memória reforça o compromisso do Judiciário em proteger a vontade popular e serve de alerta permanente para todos os setores da sociedade.
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Perguntas frequentes
Quais foram as principais ações tomadas pelo STF após o ataque do dia 8 de janeiro?
O STF julgou os responsáveis, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro, e reforçou a segurança institucional para prevenir futuros atos antidemocráticos.
Como a exposição ‘8 de janeiro: Mãos da Reconstrução’ ajuda a entender o impacto do ataque?
A exposição apresenta fotos e relatos que mostram o trabalho intenso da reconstrução do prédio do STF, evidenciando a resiliência dos servidores.
Qual o papel da imprensa na cobertura dos atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023?
Jornalistas participaram de debates para discutir como informaram o público em tempo real e a importância do jornalismo na democracia.
Por que é importante continuar relembrando o ocorrido no dia 8 de janeiro?
Manter a memória do evento fortalece a democracia e serve como alerta para evitar a repetição de ameaças institucionais.
Quem são os principais participantes e homenageados no evento do STF em 8 de janeiro?
Ministros, servidores do STF, jornalistas e especialistas se reúnem para debater, refletir e visitar exposições sobre o ataque e suas consequências.