Moraes libera tratamento inusitado para Bolsonaro contra soluço na prisão
em 2 de março de 2026 às 17:01O ex-presidente Jair Bolsonaro virou protagonista de mais um capítulo surpreendente em sua rotina no Complexo da Papuda, em Brasília. Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou um tratamento pouco convencional: a neuromodulação não invasiva com estímulo elétrico craniano, tudo para controlar uma crise persistente de soluço que assombra Bolsonaro. O procedimento médico foi liberado oficialmente em decisão publicada sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, após solicitação feita por sua defesa.
A permissão reacendeu os holofotes sobre a vida do ex-presidente na prisão, dando muito assunto e atiçando a curiosidade do público sobre o estado de saúde e o cotidiano de Bolsonaro atrás das grades. Se você quer saber o que está rolando nos bastidores da Papuda, continue lendo porque os detalhes são de cair o queixo.
O que você vai ler neste artigo:
Estímulo elétrico craniano: o novo tratamento de Bolsonaro
Os advogados de Bolsonaro afirmaram que as crises de soluço estavam longe de serem passageiras e dificultavam, inclusive, o descanso do ex-presidente. Para tentar resolver a situação, os médicos sugeriram a chamada neuromodulação não invasiva, tratamento que utiliza pequenos clipes auriculares bilaterais para emitir estímulos elétricos, em sessões que duram de 50 minutos a uma hora enquanto o paciente fica em repouso.
O médico Ricardo Caiado foi autorizado a visitar Bolsonaro três vezes por semana — sempre às segundas, quartas e sextas-feiras, às 19 horas — independentemente das outras visitas já permitidas pela penitenciária. O acompanhamento será rígido: os equipamentos médicos deverão passar por vistoria antes de entrar na unidade. Moraes destacou que a Lei de Execução Penal garante assistência médica integral, permitindo que Bolsonaro siga com atendimentos regulares e sessões de fisioterapia já autorizadas.
Leia também: Aline Campos faz revelação corajosa sobre cirurgia após detectar lesão no colo do útero
Visitas políticas: aliados ganham vez, mas nem todos entram
Na rotina do 19º Batalhão da Polícia Militar, onde Bolsonaro cumpre pena, a presença de aliados também virou notícia. Moraes autorizou um calendário de visitas políticas bastante restrito. Entre os nomes liberados estão Bia Kicis (deputada federal), Anderson Luis de Moraes (secretário de Ciência e Tecnologia do RJ), José Vicente Santini (assessor especial do governador de São Paulo), Marco Feliciano (deputado federal) e Rogério Marinho (senador pelo RN). Cada visita tem datas e horários definidos, e todos devem respeitar as rígidas regras impostas pela direção do presídio.
Mesmo com essa flexibilidade, nem todo mundo conseguiu furar o bloqueio. O senador Magno Malta, grande aliado de Bolsonaro, teve o pedido de visita negado por Moraes. O parlamentar chegou a tentar entrar na Papuda, sem autorização, no início do ano. O resultado foi óbvio: veto na portaria e alguns minutos de conversa com a equipe da segurança, mas sem nenhum sucesso.
Regulamento rígido marca dias de Bolsonaro na Papuda
A presença de Bolsonaro na Papuda não passa despercebida, seja pelo esquema de saúde diferenciado, seja pelo entra e sai de figuras políticas. As normas são claras e o juiz não hesita em manter as rédeas curtas. O clima segue tenso, e cada movimentação do ex-presidente dentro da unidade vira matéria nos bastidores do noticiário político e rende muita especulação sobre o futuro de Bolsonaro durante sua pena.
Leia também: BBB 26: Clima Esquenta Entre Babu e Chaiany Após Troca de Farpas e Flertes na Casa
Ninguém pode negar: o tratamento inusitado e as visitas selecionadas mostram como a passagem de Bolsonaro pela Papuda está longe de ser discreta. Caso você queira receber em primeira mão os bastidores e as fofocas mais quentes envolvendo as celebridades políticas do Brasil, não deixe de se inscrever em nossa newsletter. Assim, você fica sempre por dentro das novidades mais comentadas do momento.
Perguntas frequentes
O que é neuromodulação não invasiva com estímulo elétrico craniano?
É um tratamento que utiliza estímulos elétricos aplicados externamente para aliviar sintomas como crises de soluço.
Por que Bolsonaro está recebendo este tratamento na Papuda?
Para controlar crises persistentes de soluço que dificultavam seu descanso durante a prisão.
Com que frequência Bolsonaro recebe o tratamento autorizado pelo STF?
Três vezes por semana, às segundas, quartas e sextas-feiras, em sessões de 50 minutos a uma hora.
Quem pode visitar Bolsonaro na Papuda segundo a autorização recente?
Apenas aliados políticos selecionados, como deputados e senadores autorizados, seguindo calendário e regras do presídio.
O que acontece com pedidos de visita negados na Papuda?
Os pedidos são vetados e o visitante não tem acesso, como ocorreu com o senador Magno Malta.