Deputado Sargento Lima inicia marchas de protesto de SC ao Paraná em 2026
em 7 de fevereiro de 2026 às 17:40O sábado começou agitado em Santa Catarina: o deputado estadual Sargento Lima (PL) saiu a pé de Joinville em direção à divisa com o Paraná para protestar. O motivo da longa caminhada? Dar visibilidade ao movimento organizado por parlamentares de direita que exigem justiça para os presos do 8 de janeiro e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tema que segue mobilizando apoiadores em 2026.
A iniciativa de Lima segue o embalo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que já havia realizado uma ação semelhante. Nas redes sociais, Lima convocou simpatizantes, reforçando o tom de resistência e cobrando atenção para os desdobramentos políticos desses casos. O parlamentar fez questão de convidar catarinenses a integrarem o percurso, ainda que brevemente, destacando: “Quem quiser caminhar junto, nem que seja alguns metros, já mostra a força do nosso povo!”
O que você vai ler neste artigo:
Um movimento que cruza fronteiras
O protesto não fica restrito a Santa Catarina. A marcha de Lima é mais um elo de uma corrente, já que Capitão Martim (Republicanos-RS) iniciou a saga caminhando do Rio Grande do Sul até a divisa catarinense. O roteiro passa, literalmente, de mão em mão: Lima recebeu as bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul, que agora leva ao Paraná. Lá, outros movimentos assumem a caminhada, com o objetivo de manter a pressão nacional.
A campanha, batizada de “Acorda, Brasil”, tenta engajar apoiadores de diferentes regiões. Lima reforça que não se trata de um ato isolado, mas de uma mobilização orquestrada para chamar a atenção do país. A expectativa é de que a cada estado, nomes locais somem forças e o protesto siga de maneira simbólica até ser ouvido em Brasília.
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Estratégia e simbolismo político nas ruas
Apesar do tom descontraído entre selfies e posts ao vivo, o protesto tem um roteiro bem definido e não poupa gestos de forte apelo visual. O uso das bandeiras estaduais e nacional cria o clima de unidade, apostando em imagens marcantes para viralizar nas redes sociais. Não é para menos: em 2026, a disputa por narrativas continua inflamando debates, sobretudo em torno dos eventos de 8 de janeiro e do futuro político de Bolsonaro.
Repercussão e mobilização da base bolsonarista
O gesto de Sargento Lima caiu como combustível para militantes que defendem publicamente os presos após a invasão em Brasília. A caminhada cruza rodovias, bairros e povoados, atraindo curiosos, apoiadores e até críticas dos opositores. O parlamentar aproveita esses encontros para fazer vídeos, postar atualizações e, claro, reafirmar o compromisso com a causa.
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Já se percebe um efeito cascata: outras lideranças ligadas ao PL e aliados cogitam repetirem o gesto em suas regiões, amarrando um movimento com potencial de crescimento. Resta acompanhar até onde essa passeata política irá ressoar — e se de fato conseguirá influenciar decisões em Brasília.
Enquanto Sargento Lima avança firme pela estrada, o recado é um só: a disputa política ganhou as ruas e a marcha deve continuar. Caso tenha curtido acompanhar a trajetória do deputado Sargento Lima e quer ficar por dentro de tudo o que rola nos bastidores do poder, inscreva-se em nossa newsletter. Assim, você não perde nenhuma fofoca quente que envolve as principais figuras do cenário nacional!
Perguntas frequentes
Qual o objetivo da caminhada do deputado Sargento Lima?
O objetivo é protestar e dar visibilidade ao movimento que exige justiça para os presos do 8 de janeiro e apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Quem iniciou o movimento que inclui a caminhada de Santa Catarina?
O movimento foi iniciado pelo deputado federal Nikolas Ferreira, seguindo com o deputado Capitão Martim e agora o Sargento Lima.
Por que o protesto é considerado simbólico e estratégico?
Porque utiliza bandeiras estaduais e nacionais, além de percorrer vários estados para criar um apelo visual forte e viral nas redes sociais, unificando apoiadores.
Qual a expectativa dos organizadores para essa mobilização?
Eles esperam que a mobilização cresça com adesão em outros estados e que a pressão atinja Brasília influenciando decisões políticas.
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