Diretora do Rock in Rio revela: Por que a Amazônia é o palco das potências femininas em 2025
em 21 de setembro de 2025 às 12:46Durante o Amazônia Live – Hoje e Sempre, realizado neste sábado, 20 de setembro de 2025, em Belém, um tema roubou a cena: o protagonismo feminino na música do Norte. Ana Deccache, diretora de marketing do Rock In Rio, trouxe à tona os bastidores do evento e explicou como a curadoria apostou em um line-up recheado de vozes femininas poderosas, fazendo um paralelo direto entre a força da Amazônia e das mulheres da região.
A executiva deixou claro que, mais do que entretenimento, o Amazônia Live é um compromisso com a causa ambiental, usando a cultura para alertar sobre a necessidade urgente de preservar a floresta. A seguir, veja como o evento misturou artistas, propósito e sustentabilidade.
O que você vai ler neste artigo:
Mulheres da Amazônia em foco: arte, cultura e mensagem feminina
Ao ser questionada sobre as escolhas artísticas, Ana foi direto ao ponto: “A Amazônia é muito feminina e, por isso, queremos potências femininas no nosso palco.” O conceito da curadoria musical foi construído sobre esse eixo, trazendo talentos locais como Joelma, Zaynara, Dona Onete e Gaby Amarantos para o centro das atenções. Esses nomes não só representam a força cultural da região, mas também têm trajetórias que inspiram, cada uma com sua marca registrada: do tecnomelody ao carimbó, passando pelo pop e ritmos tradicionais.
Além das já consagradas, artistas como Viviane Batidão e a cantora Lia Sophia ganharam destaque — mostrando a pluralidade de estilos e a conexão direta com as raízes amazônicas. Em meio à celebração, a escolha do elenco musical não foi aleatória: ela revela um reconhecimento da importância das mulheres na história e na identidade do Norte do Brasil.
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Festival Amazônia Live: música, ativismo e sustentabilidade no mesmo palco
O line-up do Amazônia Live não ficou restrito à música. O festival apostou forte na fusão de cultura e responsabilidade ambiental. A presença da Orquestra Jovem Vale Música ao lado de Lia Sophia, por exemplo, promoveu um encontro de gerações e apostou no fortalecimento do talento local. É arte a serviço da conscientização: o evento reuniu artistas, sociedade civil e instituições em prol da pauta sustentável.
Ivete Sangalo, estrela do axé, também marcou presença e reforçou a mensagem ao lado de Felix Robatto e seu Baile Show Lambateria, que atualizou ritmos tradicionais em versões dançantes e modernas. A premissa era clara: mais do que shows, o Amazônia Live quer ser lembrado como um grito coletivo a favor da floresta e contra sua devastação. A escolha de Belém como sede da COP 30, em novembro, só reforçou a ligação do festival com a urgência ambiental.
Como a representatividade feminina impulsiona discussões ambientais
O destaque para as artistas mulheres vai além do conceito musical, funcionando como símbolo de resistência e renovação do debate sobre sustentabilidade. A floresta e as mulheres, ambas essenciais para o futuro da Amazônia, foram exaltadas tanto no palco quanto na mensagem principal do evento. O recado ficou: valorizar a arte feminina é, também, lutar pelo meio ambiente.
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O Amazônia Live provou que evento com propósito vai muito além da música e coloca o público para refletir, dançar e se engajar em causas urgentes. Para acompanhar mais novidades do mundo das celebridades e dos bastidores dos grandes festivais, inscreva-se em nossa newsletter e fique por dentro de tudo que rola no universo da fofoca musical!
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Perguntas frequentes
Qual o impacto do Amazônia Live na cultura local?
O Amazônia Live valoriza talentos locais, valorizando ritmos tradicionais e modernos, e resgata a identidade cultural da região Norte do Brasil.
Como o festival contribui para a conscientização ambiental?
O evento integra mensagens de sustentabilidade por meio de sua curadoria, ativismo e parceria com a COP 30 para alertar sobre a devastação da floresta.
Quais artistas participaram do Amazônia Live com foco no protagonismo feminino?
Artistas como Joelma, Zaynara, Dona Onete, Gaby Amarantos, Viviane Batidão e Lia Sophia foram destaque no evento.
Por que Belém foi escolhida como sede do festival Amazônia Live?
Belém é um centro cultural da Amazônia e sediou o evento como símbolo do compromisso com a causa ambiental e a proximidade da COP 30.
De que forma a música pode ajudar na preservação da Amazônia?
A música, ao unir arte e ativismo, serve como ferramenta para engajar o público, gerar conscientização e fortalecer o debate sobre a sustentabilidade ambiental.