Euphoria supera crise e reúne protagonistas na 3ª temporada da HBO Max
em 10 de maio de 2026 às 10:17A tão aguardada terceira temporada de Euphoria finalmente virou o jogo após um início conturbado. O retorno dos protagonistas ao mesmo núcleo fez o drama adolescente mais comentado do streaming reacender sua chama, para alívio dos fãs e da própria HBO Max. Ao criar situações imprevisíveis e resgatar o caos emocional característico da série, a produção voltou a figurar entre as principais discussões nas redes sociais nesta semana.
No começo da temporada, a série enfrentou duras críticas, principalmente pelo salto temporal de cinco anos que afastou personagens icônicos, alterou relações de poder e quase diluiu o espírito inquieto que marcava Euphoria. Bastou uma guinada no roteiro para mudar o cenário: reunindo as personagens centrais e reconstruindo os conflitos tão amados pelo público, a HBO Max deu sinais de que sabe ler sua audiência como poucos.
O que você vai ler neste artigo:
Euphoria reencontra seu DNA e revive o caos entre protagonistas
O público não teve facilidade para aceitar as mudanças drásticas impostas nos primeiros episódios. A ausência do colégio como cenário principal, somada a tramas isoladas e excessivamente adultas, afastaram até os espectadores mais fiéis de Euphoria. O isolamento de Rue (Zendaya) numa saga particular e a vida de Cassie (Sydney Sweeney) longe das amigas e rivais passaram a transmitir um clima desanimador à série.
Nos capítulos mais recentes, porém, um movimento estratégico mudou tudo: a decisão de Cassie de se mudar para Los Angeles reacende antigas rivalidades e coloca novamente as personagens em uma espécie de campo de batalha emocional. Maddy (Alexa Demie) surge como aliada de Cassie, mas a tensão entre as duas está longe de terminar. Lexi (Maude Apatow), por sua vez, manifesta incômodo diante do retorno da irmã ao seu círculo familiar, escancarando a dificuldade de romper laços antigos.
Leia também: Crítica: Resgate em Grande Altitude (2025) aposta em ação vertiginosa no Prime Video
Leia também: The Witcher despenca na Netflix em 2026 após saída de Henry Cavill
O resgate das raízes: dramas intensos e relações explosivas
Ainda que a trama apresente seus tropeços, a reconexão dos protagonistas devolve a Euphoria elementos cruciais: relações ambíguas, ressentimentos, alianças frágeis e um drama quase palpável. **Rue** reaparece no centro das atenções ao retomar o contato com Jules (Hunter Schafer), trazendo à tona questões emocionais que andavam apagadas. O público, que pedia por intensidade, começa a receber de volta tudo aquilo que transformou o seriado em fenômeno global.
Enquanto isso, Nate (Jacob Elordi) segue em uma trama paralela, mais burocrática e econômica, que pouco tem a ver com os dilemas originais da produção. O roteiro parece finalmente compreender que o segredo do sucesso de Euphoria reside na convivência forçada e nos embates diretos – quanto mais os personagens interagem, mais faíscas surgem para manter o espectador vidrado.
Expectativa cresce para próximos episódios
Com o sinal de alerta desligado, os novos rumos de Euphoria mostram que a série está longe do fim e pode, sim, superar seus próprios erros. O reencontro dos protagonistas cria espaço para tramas ainda mais imprevisíveis, mesmo diante dos desafios do salto temporal e das mudanças de rotina.
Leia também: Cinemas brasileiros amargam queda de público em 2026 apesar de sucesso de bilheterias
Agora, os fãs aguardam ansiosos os próximos capítulos, confiantes de que a HBO Max devolveu à série seu brilho original e a capacidade de surpreender a cada episódio.
Se você curtiu saber como Euphoria reencontrou seu caminho e quer ficar por dentro de todas as novidades do mundo das celebridades e séries, inscreva-se na nossa newsletter. Receba as melhores fofocas, bastidores e análises fresquinhas direto no seu e-mail!