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Música

Você sabia? Quatro hits da música mundial que são covers e surpreendem até hoje

Wilson em 28 de agosto de 2025 às 19:22

Prepare-se para aquela revelação musical que deixa qualquer amante de música boquiaberto. Sabe aqueles hits que embalam festas, atravessam gerações e a gente jura que nasceram com o artista famoso? Pois é, vários sucessos que tocam (ou já tocaram) no seu rádio, são na verdade covers! Confira quatro histórias surpreendentes de músicas que conquistaram o topo das paradas mundiais – e que, por um detalhe ou outro, vieram ao mundo com outro intérprete. Segue lendo para descobrir como as regravações podem ser até mais lendárias que as originais.

Da explosão dos bailinhos a trilhas que simbolizam cidades inteiras e hits do Carnaval que todo brasileiro já dançou, veja como a trajetória de “Evidências”, “New York, New York”, “Eva” e “Blame It On The Boogie” mostra que, quando a inspiração bate, nenhum artista está imune a trocar os papéis de criador e intérprete. Fique ligado: depois de ler, dificilmente você vai ouvir esses clássicos da mesma forma!

Mambo No.5: a volta por cima de um verdadeiro clássico

Quem viveu o final dos anos 90 lembra bem do grito “Ladies and gentleman, this is Mambo Number Five”. O hit de Lou Bega simplesmente dominou rádios, pistas de dança e, claro, os bailinhos da escola. Mas o que quase ninguém imagina é que tudo começou em 1949, com Perez Prado! O instrumental lançado pelo cubano ficou meio tímido durante décadas, até Lou Bega ressuscitar a vibe, adicionar versos em inglês e transformar a faixa num fenômeno global. O detalhe curioso? Nem Perez Prado fez sucesso com “Mambo No.5” na estreia, nem Lou Bega acertou logo de primeira. Prova de que, às vezes, a segunda ou terceira chance pode ser a definitiva para uma canção virar febre mundial.

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“Evidências”: o hino do Brasil é cover

Se existe uma música capaz de unir gerações e microfones de karaokê, seu nome é “Evidências”. Imortalizada por Chitãozinho & Xororó, a faixa é sempre lembrada em festas, casamentos e até viradas de ano. Mas poucos sabem: ela foi lançada primeiro por Leonardo Sullivan em 1989, após os compositores José Augusto e Michael Sullivan verem na canção um potencial desperdiçado. Foi só em 1990, quando a dupla sertaneja resgatou “Evidências” para o disco “Cowboy do Asfalto”, que o país inteiro se rendeu ao refrão.

O sucesso da regravação mostra que, no mercado musical, timing é tudo. E a sintonia com o público depende de muita sensibilidade – e um toque de ousadia. Na dúvida, grave mesmo assim… Vai que vira o próximo hino nacional?

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“New York, New York”: de burnout a trilha épica

Quando Frank Sinatra fez de “New York, New York” o tema oficial da cidade, pouca gente sabia dessa: a canção foi criada para o filme homônimo, dirigido por Martin Scorsese, e lançada por Liza Minnelli em 1977! Curiosamente, a produção virou fracasso de bilheteria, mas o hit ganhou novo fôlego ao ser revisitado por Sinatra em 1980. Sua gravação ecoou nas ruas dos Estados Unidos, inspirando moradores a enfrentar crises como a epidemia de crack, a aids, até o pós-11 de setembro e a pandemia.

Hoje, a faixa embala casamentos, festas de réveillon e serve até como hino de superação para muitos nova-iorquinos. Que ironia: um cover quase ofuscou o filme, mas eternizou a música.

“Eva” e “Blame It On The Boogie”: hits reinventados para o mundo dançar

No Brasil, Carnaval é sinônimo de Ivete Sangalo e, claro, do axé dos trios elétricos. O que poucos percebem, é que “Eva”, símbolo da Banda Eva, começou como composição italiana de Umberto Tozzi, lá em 1982. A música viajou via Rádio Táxi, Ricardo Chaves e só ganhou o toque baiano quando Ivete assumiu o controle – do refrão ao ritmo contagiante, ninguém segura a energia!

E se Michael Jackson é chamado de Rei do Pop, com razão; mas você imaginava que nem tudo que brilha no repertório é 100% original? “Blame It On The Boogie” nasceu em 1978 pelas mãos do britânico Mick Jackson, e foi gravada e lançada quase ao mesmo tempo pelos The Jacksons (ex-Jackson 5). O plágio autorizado resultou em uma disputa acirrada nas paradas, mas no fim, a versão dos Jacksons cravou mais alto. Fique atento: na música, nada se perde, tudo se transforma – e vira sucesso em cima de sucesso.

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No fim das contas, a música pode nos surpreender tanto quanto uma fofoca inesperada de celebridade. O universo musical está repleto dessas histórias de reviravolta, em que covers se tornam hinos e originais ficam nas sombras. A graça, afinal, está em descobrir os bastidores e celebrar quem deu uma nova cara ao velho sucesso.

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Perguntas frequentes

Qual a diferença entre cover e remix?

Cover é uma nova gravação de uma música já lançada, geralmente mantendo melodia e letra, enquanto remix altera elementos do arranjo, batida e produção.

Como funciona a autorização de direitos autorais para um cover?

Para fazer um cover legalmente, é necessário obter licença de execução pública e pagar royalties aos compositores originais, via entidades de gestão coletiva.

Quais elementos ajudam um cover a se destacar?

Arranjo inovador, timbre único do intérprete, produção de qualidade, escolha do momento certo para lançar e engajamento com o público.

É possível lucrar com um cover?

Sim. Além de rendimentos em plataformas de streaming e shows, o cover pode gerar receita publicitária e atrair patrocínios, desde que todas as licenças sejam pagas.

Como um artista escolhe qual música regravar?

Geralmente considera fatores como afinidade pessoal, potencial de ressignificação, relevância cultural e possibilidade de inovação no arranjo.

O autor original pode participar de uma regravação?

Sim. Em alguns casos, o compositor original colabora no arranjo, participa dos vocais ou até coassina a nova versão, aumentando o apelo do cover.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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