Roberta Medina revela bastidores e desafios milionários do Rock in Rio em 2026
em 11 de julho de 2026 às 12:46Roberta Medina, vice-presidente executiva e rosto por trás do sucesso do Rock in Rio, abriu o jogo em entrevista recente e surpreendeu ao expor como vender ingressos para o festival se tornou uma verdadeira missão impossível — mesmo para um evento consagrado há décadas. Com a edição de 2026 batendo à porta, ela detalhou os desafios milionários que enfrenta a cada edição, enfatizando a pressão sobre a equipe para garantir as contas no azul, além de reforçar o compromisso de inovar sempre.
Segundo Roberta, garantir a sustentabilidade do Rock in Rio exige que todos os setores trabalhem em sintonia máxima. Só para começar a brincadeira, a organização precisa vender bilhetes suficientes para cobrir um investimento de dar frio na barriga: cerca de 30 milhões de euros por edição! Não à toa, ela confessa que o negócio ainda tira seu sono — e não é para menos.
O que você vai ler neste artigo:
Venda de ingressos no centro da tensão
Embora o Rock in Rio seja visto por muitos como um show de cifras astronômicas, Roberta Medina é categórica: faturar com ingressos não é tarefa fácil. Cerca de 60% a 70% da receita vem da venda de entradas, o que escancara a vulnerabilidade do evento diante de qualquer oscilação da procura. O restante do caixa depende de patrocinadores, um colchão de segurança fundamental para manter a ousadia e as experiências de outro nível pelas quais o público se apaixona.
Roberta ainda lançou uma indireta para artistas, sugerindo que a divulgação das apresentações deveria receber a mesma energia dos shows-solo, o que impactaria diretamente no sucesso da bilheteira. E sobre cortesias? A empresária deixou claro: não existe essa de meia-entrada para jovens só porque são da “nova geração” – todos são consumidores e entram na conta dos grandes números.
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Mudanças, críticas e recordes em Lisboa
A edição de 2026 no Parque Tejo, em Lisboa, virou destaque não só pelo investimento extra de cinco milhões de euros, mas também pelas críticas dos fãs com relação a filas, acessos e, especialmente, a tão falada falta de sombras. Sobre isso, Roberta deu risada: “acho quase um elogio: significa que conseguimos resolver os problemas realmente importantes”. Segundo ela, já está nos planos da autarquia criar áreas mais sombreadas a médio prazo, como parte do projeto urbanístico para a região.
Apesar das críticas pontuais, o festival conquistou um público expressivo: nada menos que 330 mil pessoas circularam pelo Rock in Rio, estabelecendo um novo recorde. No entanto, esse número inclui cerca de 40 mil trabalhadores, um dado que costuma passar batido nos bastidores dos megafestivais.
Aposta internacional e planos para o futuro
Expandir a presença estrangeira em Lisboa é a meta clara da organização até 2030. Neste ano, o público visitante de fora do país atingiu 18,5 mil pessoas, vindas de 127 diferentes nacionalidades. A ideia é fortalecer a campanha na Europa, principalmente focando em Espanha e Inglaterra, para atingir a meta ousada de 60 mil estrangeiros no público em breve.
Quanto ao line-up dos sonhos para 2028, Roberta Medina mantém o mistério, mas deixa escapar que Pink e Adele encabeçam sua lista pessoal. E sobre novos eventos em Portugal, só algo realmente fora da curva tiraria a empresária do roteiro dos festivais. Para ela, o brilho do Rock in Rio está não apenas nos shows, mas na união de multidões e no reforço do papel da marca na vida da cidade.
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Roberta Medina mais uma vez mostrou por que é vista como referência no setor de entretenimento, revelando os bastidores, os dilemas e a paixão que movem um evento gigante como o Rock in Rio. E se você curtiu conhecer os desafios desse festival que já virou tradição, não deixe de assinar nossa newsletter para ficar por dentro das próximas fofocas do mundo dos famosos e dos grandes espetáculos.
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Perguntas frequentes
Qual é o principal desafio na organização do Rock in Rio?
O principal desafio é a venda de ingressos, que representa cerca de 60% a 70% da receita do festival e é fundamental para cobrir os altos investimentos.
Quanto dinheiro é investido em cada edição do Rock in Rio?
Cada edição do Rock in Rio demanda um investimento aproximado de 30 milhões de euros.
Como o Rock in Rio lida com as críticas dos fãs sobre infraestrutura?
A organização reconhece críticas pontuais, como a falta de sombras, e planeja melhorias urbanísticas a médio prazo para aprimorar a experiência do público.
Qual a meta do Rock in Rio para o público internacional em Lisboa até 2030?
A meta é aumentar o público estrangeiro para cerca de 60 mil pessoas, focando principalmente nos mercados da Espanha e Inglaterra.
Quem são alguns dos artistas preferidos para o line-up do Rock in Rio 2028?
Roberta Medina mencionou Pink e Adele como nomes desejados para o line-up da próxima edição.