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Globo corta registro dos esquentas na Sapucaí e provoca polêmica em 2026

Minha Fofoca em 8 de março de 2026 às 11:04

A decisão da Globo de vetar a gravação dos esquentas das escolas de samba pela imprensa especializada no carnaval do Rio de Janeiro levantou um debate fervoroso nos bastidores do samba. Desde 2025, este momento tão aguardado pelo público e pelas agremiações ficou de fora até dos conteúdos disponibilizados no Globoplay, consolidando o descontentamento de sambistas, apaixonados pela folia e veículos independentes.

O “esquenta” — aquele instante de concentração máxima, quando as escolas dão os últimos toques antes de cruzar a Marquês de Sapucaí — virou tema sensível. Antes, mesmo com exclusividade contratada, a Globo era mais flexível e permitia que repórteres e equipes especializadas tivessem acesso ao ritual. Agora, o veto gerou uma movimentação intensa nos bastidores para retomar a tradição. Entenda os detalhes dessa polêmica que tomou conta dos preparativos do carnaval em 2026.

A exclusividade da Globo mexe com as tradições do samba

Em 2025, a emissora fechou um contrato inédito com a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), estabelecendo direitos exclusivos de transmissão multiplataforma para o ciclo 2026-2028. O objetivo era blindar o conteúdo dos desfiles, mas o rigor da nova regra afetou diretamente a cultura das escolas.

A princípio, o acordo não impunha tanta restrição. Era comum que veículos especializados registrassem o esquenta, construindo arquivos históricos e alimentando a tradição do samba carioca. Contudo, a tolerância acabou. O veto passou a ser seguido à risca, ameaçando a riqueza desse momento que, além de emocionante, revela peculiaridades de cada agremiação antes da passagem oficial pela avenida.

Reação das escolas e pressão por mudanças

O clima esquentou nos barracões. Presidentes de escolas, dirigentes e apaixonados pelo carnaval expressaram publicamente sua insatisfação. Muitos defendem que o esquenta faz parte do patrimônio imaterial do samba e deveria seguir sendo registrado, de alguma forma, para não apagar capítulos importantes da história das agremiações.

Internamente, escolas pressionam a Liesa para rever o formato do atual contrato ou, pelo menos, negociar uma alternativa com a Globo. Há quem sugira liberar o acesso a uma “janela” restrita para a imprensa, garantindo que o esquenta seja preservado sem ameaçar a exclusividade das transmissões do desfile em si. O receio é que, com a falta desse registro, as futuras gerações percam contato com nuances intimistas, músicas-temas e bastidores que perpetuam a tradição carnavalesca.

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Alternativas em debate e expectativa para o carnaval de 2026

No calor da discussão, representantes de agremiações e jornalistas especializados discutem alternativas viáveis para o impasse. Ideias vão desde transmissões oficiais do esquenta, mediadas pelo Globoplay, até parcerias com produtoras autorizadas a realizar registros sob supervisão e posterior liberação parcial para os fãs e a imprensa.

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Apesar da rigidez do acordo, a pressão parece crescer a cada dia. A Liesa está no centro dessa disputa e pode buscar uma mediação que agrade gregos e troianos. Até fevereiro de 2026, há uma grande expectativa para que o esquenta deixe de ser uma lembrança apenas na memória de quem está na avenida e volte a ocupar seu espaço no registro do maior espetáculo da Terra.

O corte dos esquentas pela Globo mostra como as mudanças contratuais podem impactar a cultura e a memória do carnaval carioca. O assunto segue movimentando rodas de samba, grupos de foliões e a imprensa do segmento. Se você gostou da notícia e quer se manter atualizado sobre todas as fofocas dos bastidores do samba, cadastre-se na nossa newsletter e não perca nenhuma novidade!

Perguntas frequentes

Por que a Globo vetou a gravação dos esquentas das escolas de samba?

O veto decorre de um contrato exclusivo da Globo com a Liga Independente das Escolas de Samba, que visa proteger os direitos de transmissão dos desfiles.

O que é o esquenta nas escolas de samba?

O esquenta é o momento de concentração e preparação das escolas de samba antes do desfile oficial na Marquês de Sapucaí.

Quais os impactos do veto à imprensa especializada no carnaval?

O veto ameaça a preservação histórica e cultural do samba, dificultando registros importantes que alimentam a tradição e a memória do carnaval.

Quais são as propostas para contornar o veto da Globo?

Sugere-se criar uma janela restrita para a imprensa ou parcerias para registros autorizados, mantendo exclusividade e preservando a tradição.

Quando a situação sobre o veto deve ser resolvida?

A expectativa é que até fevereiro de 2026 haja uma negociação ou mediação para reestabelecer o registro dos esquentas.

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