Filha de Elisa Sanches dispara críticas a Virginia Fonseca após polêmica com anabolizantes
em 15 de outubro de 2025 às 13:58O nome de Virginia Fonseca voltou aos holofotes, mas desta vez não foi pelos tradicionais registros em família ou pelo sucesso nas redes: a influenciadora entrou em uma verdadeira saia-justa após ser alvo de críticas de Gabriela Zito, filha da atriz pornô Elisa Sanches. Gabriela viralizou ao publicar um vídeo detonando o que chamou de “gourmetização do uso de anabolizantes”, reação direta a uma recente entrevista em que Virginia expôs detalhes de sua rotina hormonal.
No vídeo polêmico, Virginia negou uso de “bomba” e afirmou ter optado por um chip hormonal com testosterona e gestrinona. Gabriela, que desponta como um dos novos nomes do universo fitness e é estudante de jornalismo, rebateu prontamente e disse que a prática é, sim, anabolizante — e perigosa.
O que você vai ler neste artigo:
Gabriela Zito não poupa ao abordar riscos e responsabilidade
Com uma fala franca e objetiva, Gabriela Zito chamou atenção para as consequências do uso de hormônios, lembrando que muita gente acaba minimizando os perigos em busca de resultados rápidos. “Uso de anabolizante é algo extremamente sério e deve ser levado como algo sério. Pode ter consequências muito maléficas para a saúde, física e mental”, pontuou.
Gabriela levantou um ponto crucial: segundo ela, ao suavizar o discurso, celebridades influenciam mulheres que buscam corpos semelhantes sem considerar o preço real desse tipo de procedimento. “Quando vêm resultados estéticos muito rápidos, começa o comparativo: ‘Se fulano tá tomando e tá bem, é só um chip, é só um hormônio… qual o problema disso?’”, questionou.
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Virginia Fonseca nega riscos, mas reacende debate
Apesar de negar que o uso do chip hormonal tenha relação com anabolizantes, Virginia se viu no centro de um debate importante: o quanto celebridades são (ou deveriam ser) responsáveis pelo que expõem na internet? Para Gabriela, não há dúvidas de que o recado foi superficial. Ela defendeu que minimizar o uso de hormônios pode mascarar futuros problemas graves.
Influência digital e o efeito cascata
O alcance de Virginia entre jovens mulheres só reforçou o alerta de Gabriela. “Um corpo bonito, um corpo de carnaval, verão, não vale o risco. O custo disso tudo é alto — vale a pena?”, disparou a filha de Elisa Sanches. Ela encerrou reforçando a importância de debater o tema com seriedade e responsabilidade, especialmente para um público que frequentemente se inspira nos padrões influenciados pelo digital.
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Por trás das críticas, Gabriela trouxe um debate necessário sobre saúde, ética e exposição digital. Fica o recado: o glamour de um chip hormonal ou qualquer outra “solução rápida” quase nunca mostra as reais consequências nos bastidores.
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Perguntas frequentes
Quais são os principais riscos do uso de chips hormonais com testosterona e gestrinona?
Os principais riscos envolvem desequilíbrios hormonais que podem afetar órgãos vitais, alterar o humor e a saúde mental, além de possíveis efeitos colaterais físicos como alterações na pele e no sistema cardiovascular.
Como o uso de anabolizantes pode influenciar jovens nas redes sociais?
Celebridades e influenciadores digitais podem incentivar o uso de anabolizantes ao mostrar resultados estéticos rápidos, fazendo com que jovens busquem métodos semelhantes sem considerar os riscos reais para a saúde.
O que diferencia um chip hormonal de anabolizantes tradicionais?
Embora os chips hormonais possam ser apresentados como alternativas mais controladas, eles também liberam hormônios que têm efeitos anabolizantes, portanto, representam riscos semelhantes aos dos anabolizantes tradicionais.
Por que é importante criticar o uso de hormônios sem supervisão médica adequada?
Sem acompanhamento médico, o uso pode provocar efeitos adversos graves e irreversíveis, além de mascarar condições pré-existentes ou criar falsas expectativas sobre mudanças rápidas no corpo.
Como familiares e especialistas podem atuar para evitar a ‘gourmetização’ do uso de anabolizantes?
Através de educação e comunicação transparente, destacando os riscos reais, promovendo debates responsáveis e informando o público especialmente jovem sobre os efeitos a longo prazo e a importância da saúde integral.