Divulgação Canal WhatsApp

Quer fofoca fresquinha? Entre no nosso canal no WhatsApp e receba tudo em primeira mão! 💬✨

Quer fofoca fresquinha? Entre no nosso canal no WhatsApp e receba tudo em primeira mão! 💬✨

Celebridades, Virginia Fonseca

Americanas aposta em quiosques Wepink e reinventa experiência nas lojas em 2026

Wilson em 11 de março de 2026 às 10:01

A Americanas resolveu dar um passo ousado em sua reestruturação e investiu forte em um novo conceito de loja: o projeto “loja dentro da loja” ganha vida nesta quarta (11) e quinta (12) com a abertura dos primeiros quiosques da Wepink, marca queridinha de cosméticos de Virginia Fonseca, nas unidades de São Bernardo do Campo (SP) e Aracaju (SE). Com o movimento, a gigante do varejo quer não só transformar suas mais de 1.400 lojas físicas em verdadeiras vitrines de outros negócios, mas também atrair um público mais jovem e conectado às tendências digitais. E olha, tem mais novidade por aí: ao todo, o projeto-piloto vai contar com oito quiosques para testar a aceitação dessa estratégia inovadora.

Com a Wepink liderada por uma das maiores influenciadoras do Brasil, não restam dúvidas sobre o impacto aguardado: a expectativa é unir forças entre uma marca consagrada nas redes sociais e a clientela volumosa das lojas físicas da Americanas, que recebe, só para dar uma ideia, mais de 50 milhões de pessoas todos os anos. Siga lendo para saber de perto como essa parceria pode mexer com o mercado e criar novas experiências para quem ama beleza, tecnologia e conveniência.

Nova dinâmica nas lojas: o que muda com os quiosques Wepink

A chegada dos quiosques Wepink marca uma guinada importante na estratégia da Americanas em 2026. O diretor de real estate da companhia, Diego Peralta, destacou que o novo layout das unidades foi desenhado justamente para facilitar a entrada de novos negócios e proporcionar experiências inéditas ao consumidor. Com espaços otimizados, as lojas ganham agora pontos de venda exclusivos que funcionam como mini-lojas, entregando ao público mais opções de produtos e um clima de experimentação no próprio ponto físico.

Esse formato, conhecido como store in store, já faz sucesso em outros mercados e agora ganha força no Brasil. Mas o interesse maior da Americanas vai além da simples locação de espaços: eles enxergam uma grande oportunidade de fortalecer o engajamento offline com marcas que nasceram digitais e, claro, trazer o público mais jovem para dentro de seus estabelecimentos. A Wepink, com seu portfólio de cosméticos que arrebatou as redes sociais e mais de 300 franquias espalhadas pelo Brasil, chega como a parceira perfeita para esse voo experimental da gigante do varejo.

Leia também: As maiores reviravoltas de Babu Santana no BBB 26: relembre os momentos icônicos

Leia também: Thiago Oliveira: apresentador da Rede BBB exibe mansão luxuosa em São Paulo

Virgínia Fonseca e o poder das redes sociais nas prateleiras físicas

Se o nome Wepink explodiu no Brasil, muito disso se deve ao carisma e à influência de Virgínia Fonseca, que soma quase 55 milhões de seguidores. Só em 2026, a empresária se consolidou como uma das figuras mais poderosas para impulsionar vendas — tanto online quanto offline. Ao apostar em quiosques físicos dentro das Americanas, a Wepink amplia sua presença para além dos tradicionais shoppings e ruas movimentadas, chegando a pontos de altíssimo fluxo de pessoas comuns, que talvez ainda não tivessem contato direto com os produtos da marca.

O movimento reforça uma tendência forte no varejo: a união entre celebridades digitais e grandes redes físicas cria uma simbiose poderosa. Enquanto a Americanas se beneficia do prestígio da marca e de sua enorme legião de fãs, Virgínia ganha ainda mais exposição de seus produtos, aproximando sua marca do dia a dia do consumidor. Há aqui um experimento interessante: será que o poder da influência digital é capaz de converter visitas físicas nas lojas em vendas e fidelização? Tudo indica que sim, e os próximos meses prometem dar a resposta definitiva para essa pergunta.

Store in store: desafios e oportunidades dessa aposta estratégica em 2026

O formato “loja dentro da loja” ainda é recente no Brasil e enfrenta seus próprios desafios, como logística, divisão de espaços e a criação de experiências personalizadas para públicos distintos. Mas o jogo é promissor: a Americanas transforma o tradicional varejo em um polo de inovação, ofertando soluções mais completas aos consumidores e otimizando o uso de sua ampla rede física. Essa movimentação pode até inspirar outros grandes varejistas brasileiros a seguirem o mesmo caminho, buscando parcerias estratégicas com marcas que já nasceram engajadas nas redes sociais.

Leia também: Babu Santana surpreende fãs: de frei em novela da Globo a vilão no BBB 26

Com a Wepink como primeira convidada desse novo modelo, fica a expectativa de que outras marcas, de diferentes segmentos, também possam ocupar as prateleiras e os corredores das Americanas nos próximos meses. É uma jogada que pode revitalizar o varejo físico em tempos de avanço do e-commerce e do social commerce, mesclando praticidade, tendência e muita visibilidade para marcas que sabem usar bem o poder das redes.

Essa aposta da Americanas nos quiosques Wepink promete mexer com o setor e dar o que falar no varejo em 2026. Vamos acompanhar de perto se esse experimento vai mesmo conquistar o público das lojas e trazer novos rumos à experiência de compra física no Brasil. E se você gostou da notícia, não perca as próximas fofocas quentes do mundo das celebridades e negócios — inscreva-se já em nossa newsletter e fique por dentro de tudo o que bomba no momento!

Perguntas frequentes

O que é o formato ‘loja dentro da loja’ adotado pela Americanas?

É um conceito onde marcas parceiras abrem quiosques ou mini-lojas dentro das lojas físicas da Americanas, oferecendo uma experiência de compra diversificada.

Como a Wepink de Virginia Fonseca se beneficia ao estar dentro das lojas Americanas?

A marca amplia sua presença no varejo físico, alcançando um público que frequenta as lojas mas que talvez ainda não conhecia seus produtos, aumentando exposição e vendas.

Quais são os principais desafios desse novo modelo de negócio para a Americanas?

Desafios envolvem logística, otimização e divisão dos espaços, além de criar experiências personalizadas para diferentes públicos nas lojas.

Por que a Americanas escolheu marcas digitais para esse projeto?

Marcas digitais como a Wepink têm forte engajamento nas redes sociais e conseguem atrair um público jovem conectado, complementando o fluxo das lojas físicas.

Esse modelo pode inspirar outros varejistas no Brasil?

Sim, a fusão entre marcas digitais e lojas físicas pode revitalizar o varejo físico, estimulando outros varejistas a adotarem estratégias semelhantes.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

7833 artigos escritos

Receba notícias em primeira mão

Ao clicar em 'Quero receber notícias', declaro que conheço a Política de Privacidade e autorizo a utilização das minhas informações para receber e-mails e notificações.
Carregando...