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Celebridades, Trump

Caos na logística: tarifa de Trump impacta exportações Brasil-EUA em 2025

Wilson em 26 de julho de 2025 às 16:04

O tão temido “tarifaço” de Donald Trump já está causando um verdadeiro rebuliço no universo das exportações brasileiras. Com a aplicação de uma sobretaxa de 50% sobre produtos vindos do Brasil prevista para entrar em vigor a partir de 1º de agosto, empresas e operadores logísticos correm contra o tempo para embarcar suas mercadorias antes do aumento. Essa corrida tem consequências imediatas: um cenário de caos logístico, principalmente em aeroportos, e apreensão generalizada entre exportadores de todos os segmentos.

Se você trabalha na área de comércio exterior ou simplesmente acompanha o sobe e desce do mercado internacional, prepare-se para entender como essa medida está transformando o cenário das exportações Brasil-EUA neste 2025.

Correria nos aeroportos e congestionamento recorde

Os últimos dias têm sido um verdadeiro teste de nervos para quem depende do transporte aéreo. Com o prazo para o tarifaço se esgotando, exportadores se apressaram em garantir espaço nos aviões. O principal reflexo disso está no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, que bateu recordes de congestionamento de cargas nesta semana. Segundo operadores logísticos, as empresas estão antecipando ao máximo os embarques para tentar fugir das novas tarifas.

Produtos como calçados, frutas, cimento, peças do agronegócio e itens automotivos encabeçam a lista entre os itens mais apressados na pista. Conforme a concessionária GRU Airport, houve esse aumento repentino nos pedidos de embarque para os Estados Unidos, obrigando exportadores a buscarem alternativas para enviar os produtos — inclusive recorrem a aeroportos de Porto Alegre e Rio de Janeiro na tentativa de escapar do gargalo paulista.

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Suspensão no transporte marítimo e lotação nos portos

Enquanto o transporte aéreo enfrenta um verdadeiro corre-corre, no modal marítimo o clima é de freada brusca. Não há mais tempo suficiente para que navios cheguem aos EUA antes do aumento da taxa, então empresas estão segurando embarques e deixando milhares de containers parados em portos e retroportos. Só no Porto de Capuaba, no Espírito Santo, a quantidade de ordens de embarque canceladas ultrapassa 80% para produtos como carne e café.

Sindicatos e associações do setor apontam que esse efeito dominó vem gerando perdas bilionárias. A paralisação não atinge apenas cargas já negociadas, mas impacta toda a cadeia — há relatos de indústrias que suspenderam a produção, com receio do prolongamento das restrições e possíveis demissões nos próximos meses.

Impactos setoriais: da rocha ao ferro-gusa

Alguns dos setores mais prejudicados pela tarifa de Trump são os de ferro-gusa e rochas naturais. América do Norte é destino de grande parte dessas exportações, especialmente de Minas Gerais e Espírito Santo. Somente em ferro-gusa, o estado mineiro já sinaliza que o volume pode não chegar ao esperado US$ 1,2 bilhão este ano — uma lacuna considerável no saldo comercial local.

Já os produtores de rochas naturais relatam perdas equivalentes a US$ 40 milhões, com cerca de 1,2 mil containers parados. Apesar disso, ao menos por enquanto, a maioria dos clientes americanos prefere aguardar, ainda alimentando a esperança de que o governo de Trump possa prorrogar ou flexibilizar a data da sobretaxa.

Lobby e expectativa de decisão de última hora

Diante de tamanho impacto, entidades brasileiras e americanas correm para sensibilizar o governo dos Estados Unidos a rever a medida. Grupos poderosos como o Natural Stone Institute e a National Association of Home Builders já intensificaram o lobby junto à Casa Branca, argumentando que a sobretaxa prejudica não só exportadores brasileiros, mas também setores-chave nos próprios EUA.

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Enquanto a decisão final não sai, exportadores seguem em alerta e as mercadorias, no limbo logístico, aguardando algum sinal de alívio econômico. A contagem regressiva para 1º de agosto deixa todos com nervos à flor da pele.

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Perguntas frequentes

Quais produtos brasileiros sofreram maior pressa nos embarques antes do tarifaço?

Itens como calçados, frutas, cimento, peças do agronegócio e componentes automotivos foram priorizados para evitar a sobretaxa de 50%.

Por que os aeroportos, especialmente o de Guarulhos, registraram congestionamento recorde?

Exportadores anteciparam ao máximo seus embarques por via aérea para escapar da nova tarifa, provocando alta demanda e filas de cargas.

De que forma o transporte marítimo foi impactado pelo anúncio da sobretaxa?

Navios com destino aos EUA perderam janelas de embarque antes da data limite, resultando em cancelamentos e milhares de contêineres retidos nos portos.

Como o lobby de entidades setoriais atua para tentar reverter ou adiar o tarifaço?

Associações como o Natural Stone Institute e a National Association of Home Builders pressionam a Casa Branca, argumentando prejuízos para ambos os países.

Quais estratégias exportadoras podem adotar para mitigar perdas diante da sobretaxa?

Diversificar modais, buscar mercados alternativos, renegociar prazos contratuais e usar estoques de segurança ajudam a reduzir riscos.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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