Bolívia em Chamas: Protestos Explodem e Governo Fala em Golpe de Estado em 2026
em 20 de maio de 2026 às 19:04A tensão tomou conta das ruas da Bolívia nesta semana. Desde a posse do presidente Rodrigo Paz Pereira, seis meses atrás, o clima já era de expectativa, mas ninguém esperava que as manifestações chegariam a esse ponto: bloqueios, confrontos em La Paz e uma crise política que já reverbera fora das fronteiras. Agora, o governo Trump, dos Estados Unidos, colocou ainda mais lenha na fogueira ao chamar os protestos de “tentativa de golpe de Estado” e acusar uma “aliança sombria” de dar apoio às manifestações.
Com apelidos de ‘abrir o olho!’ e chamadas de “é golpe”, o cenário na Bolívia virou manchete mundo afora. Só que por trás das faixas e máscaras, muita coisa está em jogo: a economia despencando, medidas impopulares, a velha rivalidade com o MAS e até uma crise inédita com a Colômbia. Se você quer entender por que a Bolívia parou e por que todo mundo só fala disso em 2026, continue lendo. Fofoca quente é aqui!
O que você vai ler neste artigo:
Nova onda de protestos desafia Rodrigo Paz
Em meio aos protestos que já duram mais de duas semanas, Rodrigo Paz Pereira, presidente boliviano de centro-direita e filho do ex-mandatário Jaime Paz Zamora, enfrenta seu maior teste desde que assumiu. O povo ocupou ruas de várias cidades, com bloqueios que colocaram o governo e a população em xeque. Segundo autoridades, quatro pessoas perderam a vida: uma em confronto direto com policiais e outras três sem acesso a atendimento por culpa dos bloqueios.
As faíscas desse conflito? Logo na largada do mandato, Paz decidiu cortar o tradicional subsídio aos combustíveis, promessa que visava estimular a economia, mas terminou agravando o caos. A população, insatisfeita com a falta de gasolina e com a disparada dos preços, culpa o governo por não resolver a crise. E para piorar: explodiu o escândalo do “combustível adulterado”, que jogou ainda mais querosene nessa fogueira social. O discurso oficial alega sabotagem de ex-integrantes do MAS, partido que dominou a política nacional por décadas.
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EUA e Colômbia entram no jogo: crise esquenta
O burburinho ganhou ecos internacionais quando o governo dos Estados Unidos, agora sob Donald Trump, fez questão de carimbar: “o que está acontecendo é uma tentativa de golpe”. O vice-secretário Christopher Landau acusou abertamente uma aliança de políticos ligados ao crime organizado de financiar o caos na Bolívia. O tom subiu rápido e o país virou pauta mundial.
Para apimentar ainda mais, uma crise diplomática com a Colômbia estourou após o presidente Gustavo Petro afirmar que Paz era “fantoche dos Estados Unidos” e que o país vizinho vivia uma “insurreição popular”. Resultado: a embaixadora colombiana em La Paz, Elizabeth García, foi expulsa em tempo recorde. Os bolivianos justificaram a medida como uma defesa da soberania nacional e, claro, Petro não deixou barato, chamando a Bolívia de “radicalizada” em uma rádio local.
Sombra do passado: Evo Morales vira foco das acusações
Enquanto as ruas fervem, uma figura conhecida ressurge: Evo Morales, o primeiro presidente indígena da Bolívia e fundador do MAS. Refugiado em Chapare desde o final de 2024 – onde líderes comunitários barram sua prisão – Morales voltou ao centro das atenções. Com processos pesados nas costas, incluindo relação com menor de idade e denúncias ligadas a tráfico de pessoas, ele nega tudo. Para o governo, Morales é o ‘grande maestro’ por trás dos protestos, desejo de impedir sua própria prisão. O ex-presidente rebate, dizendo que o povo só protesta diante do retorno do “modelo neoliberal”.
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Esse embate de gerações mostra como os fantasmas do passado boliviano continuam pautando as disputas do presente. A população se vê em meio a velhas rivalidades, novas denúncias e uma elite política que parece não encontrar o caminho para a paz.
O que acontece na Bolívia em 2026 é um prato cheio para quem gosta de política, polêmicas e bastidores quentes. Por aqui, vamos seguir de olho em cada reviravolta. Se você curtiu essas informações e quer ficar por dentro das novidades mais picantes da América Latina, cadastre-se em nossa newsletter e receba todas as fofocas direto no seu e-mail! Não vacile, porque a próxima bomba pode estourar a qualquer momento.