Lula discursa na ONU enquanto dólar recua e Ibovespa bate recorde em 2025
em 24 de setembro de 2025 às 08:58O destaque desta quarta-feira, 24 de setembro de 2025, ficou por conta da participação do presidente Lula na Assembleia-Geral da ONU, em meio a um clima agitado nos mercados financeiros. Enquanto Lula discursou em defesa da democracia e comentou a agenda climática global, o dólar apresentou queda expressiva e o Ibovespa atingiu um novo patamar histórico, animando investidores e economistas.
O cenário internacional também foi movimentado pelo anúncio do corte de juros pelo Federal Reserve, que mexeu com moedas e bolsas ao redor do mundo. De olho, o Banco Central brasileiro manteve o tom conservador e sinalizou que a taxa Selic permanecerá elevada para conter a inflação doméstica. Acompanhe os principais acontecimentos econômicos do dia e veja como cada fator pode impactar seu bolso.
O que você vai ler neste artigo:
Agenda intensa de Lula na ONU agita os bastidores políticos internacionais
A presença de Lula na ONU mais uma vez coloca o Brasil no centro das atenções globais. Entre reuniões de alto nível, o presidente foi figura-chave no evento “Em Defesa da Democracia, Combatendo Extremismos”, tema que reflete as preocupações com o avanço de ameaças autoritárias ao redor do mundo. Não parou por aí: Lula ainda participou da sessão especial sobre clima, reforçando o compromisso brasileiro com pautas ambientais diante dos recentes acordos firmados no exterior.
O ponto alto da agenda presidencial acontece durante a coletiva à imprensa prevista para as 16h15min, horário de Brasília. A expectativa é grande entre jornalistas e analistas políticos para novas declarações de Lula sobre diplomacia, meio ambiente e os rumos da democracia nacional. Relatos de bastidores apontam que o presidente aposta nesse protagonismo internacional para fortalecer sua imagem perante o eleitorado e investidores estrangeiros.
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Mercado reage ao corte de juros do Fed e aposta em estabilidade da Selic
Em Nova York, o Federal Reserve surpreendeu investidores ao anunciar corte na taxa básica, agora entre 4% e 4,25%. Apesar do gesto, Jerome Powell, presidente do banco central americano, fez questão de afirmar que o ciclo de cortes não está garantido, mostrando preocupação com inflação resiliente nos EUA. O clima de cautela contaminou as bolsas no início do dia, mas logo abriu espaço para otimismo moderado após a fala de Powell.
No Brasil, a divulgação da ata do Copom reforçou a postura rígida do Banco Central, que mantém a Selic em expressivos 15%. O objetivo claro é mirar a inflação e garantir previsibilidade ao mercado. O resultado foi uma queda de 1,10% do dólar, cotado a R$ 5,27, e alta de 0,91% no Ibovespa, que cravou 146.425 pontos — um recorde que anima gestores e investidores, mesmo em meio à expectativa de juros altos ainda por um bom tempo.
Sondagens econômicas mostram reações do consumidor e empresários
Entre os indicadores divulgados, a Fundação Getulio Vargas apresentou o resultado da Sondagem do Consumidor de setembro, trazendo sinais mistos sobre o ânimo da população frente às incertezas fiscais e políticas. Já a CNC revelou alta na Intenção de Consumo das Famílias (ICF), demonstrando retomada do otimismo para o último trimestre do ano.
O IBGE, por sua vez, lançou dados atualizados da Pesquisa de Inovação Semestral, com foco nos avanços tecnológicos do país em 2024, enquanto entidades empresariais, como a Federasul, debateram os desafios e oportunidades ligados à reforma tributária.
Com Lula movimentando a diplomacia mundial, dólar em queda e a bolsa brasileira quebrando recorde, fica claro que o cenário econômico e político permanece imprevisível — mas repleto de oportunidades para quem sabe onde apostar.
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A semana segue intensa no noticiário econômico e político brasileiro. Movimentos de Lula ganham repercussão internacional, ao passo que a economia nacional sente rapidamente os reflexos dessas decisões. Fique de olho: oscilações de câmbio, avanços na bolsa e anúncios do governo seguem no radar de quem não quer perder nenhum lance das fofocas econômicas.
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Perguntas frequentes
Como o corte de juros do Federal Reserve afeta o mercado cambial brasileiro?
O corte de juros do Federal Reserve tende a enfraquecer o dólar, impactando positivamente moedas emergentes como o real, o que pode provocar queda na cotação do dólar no Brasil.
Por que o Banco Central mantém a taxa Selic elevada mesmo com corte de juros nos EUA?
O Banco Central brasileiro mantém a Selic alta para controlar a inflação doméstica, mesmo diante do corte de juros nos EUA, buscando garantir estabilidade econômica e previsibilidade para os mercados locais.
Qual a importância da participação do presidente Lula na ONU para o Brasil?
A participação de Lula na ONU coloca o Brasil em evidência no cenário internacional, reforçando compromissos com democracia e meio ambiente, além de melhorar a confiança de investidores estrangeiros no país.
O que é a taxa Selic e como ela influencia a economia do Brasil?
A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e serve como referência para outras taxas. Ela influencia o consumo, o crédito e o controle da inflação no país.
Quais indicadores econômicos recentes mostram a reação dos consumidores no Brasil?
A Sondagem do Consumidor da Fundação Getulio Vargas e a Intenção de Consumo das Famílias da CNC indicam sinais mistos, porém com retomada de otimismo para o último trimestre do ano.