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Celebridades, Lula

Lula oficializa apoio a Michelle Bachelet para a chefia da ONU em 2027

Valquíria em 2 de fevereiro de 2026 às 16:40

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva surpreendeu o cenário internacional nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, ao anunciar publicamente que o Brasil dará seu apoio à candidatura de Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, para assumir o cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) a partir de 2027. Essa movimentação inédita coloca uma mulher, pela primeira vez em quase 80 anos de existência da ONU, como favorita ao posto mais alto da diplomacia global.

O anúncio de Lula gerou intenso burburinho nos bastidores políticos e diplomáticos. Em publicação repleta de elogios, o presidente destacou a trajetória marcante de Bachelet, lembrando que ela não apenas comandou a presidência do Chile por duas vezes como também abriu caminho em cargos ministeriais, inclusive sendo ministra da Defesa e da Saúde antes de sua projeção internacional. O gesto do Brasil mostra um alinhamento estratégico com as pautas progressistas e de fortalecimento da representação feminina em âmbito global.

A trajetória de Michelle Bachelet e o simbolismo da candidatura

Michelle Bachelet não é apenas reconhecida pelo seu pioneirismo no comando do Chile. Seu currículo internacional é extenso e recheado de atuações em causas ligadas à igualdade de gênero e direitos humanos. Entre as conquistas mais destacadas, ela foi a responsável pela implementação da ONU Mulheres, exercendo o papel de primeira diretora-executiva da entidade. Além disso, Bachelet ocupou o cargo de alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, atuando em frentes essenciais para a defesa dos mais vulneráveis e pela promoção de um meio ambiente saudável e sustentável.

A escolha do nome de Bachelet é vista como um marco nas relações diplomáticas da América Latina e uma resposta contundente ao momento crítico que o mundo atravessa, cercado por tensões, desinformação e desafios ambientais. Expor o potencial de liderança feminina na maior instituição multilateral do planeta é mais do que um gesto político; é um recado sobre a importância de transformar estruturas historicamente dominadas por homens.

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O xadrez diplomático da sucessão na ONU

Atualmente, quem ocupa o cargo de secretário-geral das Nações Unidas é o português António Guterres, com mandato até o final de 2026. Com a proximidade da escolha para nova liderança, as articulações entre os países-membros ganham força. A candidatura de Bachelet, já endossada formalmente pelo Brasil, Chile e México, reflete a intenção de fortalecer o início de um novo ciclo na ONU, focado em representatividade e respostas mais eficazes aos desafios globais.

Em nota conjunta, os três países ressaltaram a vasta experiência de Bachelet em negociações delicadas e sua habilidade para promover o diálogo diante de crises internacionais. O Itamaraty também destacou o contexto internacional, considerado um dos mais complexos das últimas décadas, reforçando que a presença de Bachelet representaria um avanço na construção de soluções coletivas e na busca pelo equilíbrio entre paz, desenvolvimento e direitos humanos.

Brasil, Chile e México na linha de frente

O apoio compartilhado dessas potências latino-americanas mostra que a disputa pela chefia da ONU já começou com alianças importantes sendo formadas. Além disso, o apoio brasileiro demonstra alinhamento externo do governo Lula com valores multilaterais e uma diplomacia centrada na cooperação internacional, na igualdade e no fortalecimento dos direitos fundamentais. O novo secretário-geral ou secretária-geral assume o posto em 1º de janeiro de 2027.

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Se a candidatura de Michelle Bachelet se consolidar, o cenário internacional pode vivenciar uma virada de página histórica, alterando dinâmicas de poder e impulsionando o protagonismo feminino nas grandes decisões globais. A expectativa gira em torno da capacidade da ex-presidenta chilena em articular soluções diante da turbulência global.

Resta agora acompanhar as negociações nos corredores da diplomacia e torcer para que a ONU, enfim, veja uma mulher liderando sua história. Fique por dentro de todas as movimentações e, se curtiu essa fofoca política de alto nível, inscreva-se já em nossa newsletter para receber as novidades mais quentes dos bastidores internacionais diretamente na sua caixa de entrada!

Perguntas frequentes

Quem é Michelle Bachelet?

Michelle Bachelet é ex-presidente do Chile, ex-diretora da ONU Mulheres e ex-alta comissária para os Direitos Humanos da ONU.

Por que o Brasil apoia a candidatura de Michelle Bachelet à ONU?

O Brasil apoia Bachelet por sua trajetória em defesa dos direitos humanos, igualdade de gênero e alinhamento com pautas progressistas.

Quando Michelle Bachelet assumiria como secretária-geral da ONU se eleita?

A posse seria em 1º de janeiro de 2027, ao término do mandato atual de António Guterres.

Qual a importância da candidatura de uma mulher para a chefia da ONU?

Seria a primeira mulher a ocupar o cargo em quase 80 anos da história da ONU, representando avanço em representatividade e lideranças femininas.

Quais países apoiam formalmente Michelle Bachelet na candidatura?

Brasil, Chile e México declararam apoio formal à candidatura de Michelle Bachelet para secretária-geral da ONU.

Valquíria

Cheia de charme e dona de uma língua afiada, Valquíria é aquela figura que ilumina qualquer roda de conversa com seu carisma e opinião sincera. Fã de novela das oito, reality show e um bom look estampado, ela comenta tudo com humor e estilo. Se tem fofoca no ar, pode apostar que Valquíria já sabe, e com todos os detalhes!

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