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Celebridades

Janja faz alerta na ONU sobre crescimento da violência digital contra mulheres em 2026

Wilson em 12 de março de 2026 às 19:07

Em uma participação de destaque na sede da ONU em Nova York nessa quarta-feira (11 de março de 2026), a primeira-dama Janja Lula da Silva subiu ao palco para fazer um apelo urgente: o crescimento da violência digital de gênero está fora de controle, e as plataformas digitais precisam ser responsabilizadas. O evento, promovido pelo Ministério das Mulheres do Brasil, reuniu líderes mundiais para debater soluções eficazes contra esse tipo de crime, cada vez mais frequente no ambiente online.

Janja afirmou que a internet se tornou “terra sem lei”, criticando a popularização do discurso misógino nas redes. Ela foi clara ao destacar que, para as grandes empresas de tecnologia, “o dinheiro importa muito mais que a vida das mulheres”, e chamou atenção para conteúdos que incitam agressão simplesmente pelo fato de mulheres recusarem abordagens masculinas. O tema ganhou ainda mais peso por sua vivência pessoal, já que ela própria foi alvo dessas violências virtuais.

Plataformas digitais sob pressão: a luta por responsabilização

Ao lado de ministras e especialistas, Janja defendeu que criminosos digitais precisam ser punidos e que o aprimoramento da legislação é fundamental. Atualmente, muitos episódios de agressão e ameaças contra mulheres acabam impunes, pois as plataformas resistem a colaborar de forma efetiva. O discurso da primeira-dama não poupou críticas a essa leniência: “A internet não deve ser território livre para crimes”, disparou.

Ela lembrou exemplos internacionais, como o pacto firmado pelo México com grandes redes para combater a violência digital, e pressionou o Congresso brasileiro a aprovar urgentemente a regulamentação das plataformas. De acordo com Janja, essa batalha é uma necessidade inadiável para que o Brasil avance no combate ao feminicídio e à misoginia.

A influência do movimento ‘red pill’ e suas ameaças

Durante seu discurso na ONU, Janja destacou o perigo do movimento “red pill”, uma filosofia online que viralizou pregando ideias machistas e incentivando desrespeito às mulheres. Segundo ela, é assustador como esse tipo de conteúdo não fica restrito ao mundo virtual: “Esse discurso misógino sai rapidamente das telas para a vida real”.

Esses conteúdos, que atingem principalmente adolescentes e jovens, perpetuam ideias perigosas de inferiorização feminina e incentivam atos de violência física e psicológica. Janja reforçou: “Meninos e meninas têm acesso, desde muito cedo, a conteúdos altamente prejudiciais, o que alimenta o ódio e distancia a sociedade da empatia e do respeito”.

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Histórico de atuação internacional e o Pacto pelo Enfrentamento ao Feminicídio

Janja não é novata em fóruns internacionais de peso. Além de Nova York, a primeira-dama já esteve em conferências na Europa sobre temas como transição energética, educação ambiental e segurança alimentar. Sua participação ativa reforça a experiência e a autoridade que carrega para debater direitos das mulheres no cenário global.

Desde o início do ano, ela tem papel central no Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, iniciativa que reúne um comitê para coordenar políticas de proteção. O projeto nasceu após uma onda alarmante de casos em 2025 e foi um pedido pessoal de Janja ao presidente Lula. Sua dedicação à causa remonta ao período em que trabalhou na Itaipu Binacional, onde coordenou projetos sociais voltados ao empoderamento feminino.

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Papéis como o de Janja reforçam a responsabilidade das lideranças públicas sobre temas tão urgentes. A mensagem dela foi direta: o enfrentamento à violência digital contra mulheres deve ser prioridade de todos — inclusive dos homens — na busca por uma sociedade mais justa.

Caso você tenha apreciado as informações sobre a atuação da Janja na ONU e o impacto da violência digital de gênero, não perca as próximas novidades. Inscreva-se na nossa newsletter para ficar sempre por dentro das principais fofocas e notícias quentes do momento!

Perguntas frequentes

O que é violência digital de gênero?

Violência digital de gênero é o uso de meios digitais para praticar agressões, ameaças ou discriminação contra pessoas com base em seu gênero, principalmente contra mulheres.

Por que é importante responsabilizar as plataformas digitais?

Porque essas plataformas são ambientes onde ocorrem muitos ataques virtuais, e a falta de responsabilização permite a perpetuação da violência sem consequências para os agressores.

O que é o movimento ‘red pill’ mencionado no discurso de Janja?

É uma filosofia online que promove ideias machistas e incentiva o desrespeito às mulheres, influenciando comportamentos tanto no ambiente virtual quanto na vida real.

Quais medidas o Brasil está tomando para combater a violência digital de gênero?

O Brasil está buscando aprimorar a legislação, pressionar o Congresso para regulamentar as plataformas digitais e implementar o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio.

Como a atuação da primeira-dama Janja Lula da Silva contribui para o combate à violência de gênero?

Ela utiliza sua visibilidade e influência em fóruns internacionais para defender políticas públicas, mobilizar lideranças e promover a responsabilidade das plataformas digitais.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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