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Celebridades

Janela de Poder: Janja pressiona Lula para pôr fim à taxa das blusinhas em 2026

Valquíria em 27 de abril de 2026 às 10:07

Bastidores do Planalto fervilham com uma movimentação curiosa: a primeira-dama Janja Lula da Silva é quem tem dado as cartas para convencer o presidente Lula a descartar de vez a polêmica ‘taxa das blusinhas’, a cobrança sobre importações internacionais de até US$50.

Enquanto ministros e técnicos debatem o impacto da tal taxação no caixa do país, Janja se posiciona como a mais ferrenha opositora da tarifa, colocando pressão sobre Lula às vésperas de uma decisão crucial em ano eleitoral. A disputa interna está longe de ser silenciosa e promete definir o caminho dos consumidores brasileiros (e o humor do Congresso) nos próximos meses.

Janja no centro do jogo: os motivos por trás da resistência

Desde que o imposto sobre compras internacionais começou a ser debatido lá em 2023, Janja nunca escondeu sua insatisfação. Políticos próximos ao presidente garantem que a primeira-dama não só era contra como fez questão de deixar claro seu incômodo com a ideia. Com a aproximação das eleições, sua opinião ganhou força e virou pauta prioritária nos corredores do Planalto.

Por trás da pressão, Janja argumenta que a taxação pesa mais para os consumidores de menor poder aquisitivo, especialmente para jovens que compram roupas e acessórios em sites internacionais. O apelo popular é forte e, segundo fontes ouvidas, Lula só não bateu o martelo pela extinção da taxa por ainda não ter encontrado uma saída para cobrir o buraco fiscal que a renúncia do imposto pode abrir.

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Impacto bilionário no caixa mas consumo segue firme

Mesmo rendendo bilhões aos cofres públicos – cerca de R$ 5 bilhões em 2025 e R$ 425 milhões só em janeiro deste ano (25% a mais que o mesmo período anterior) – a ‘taxa das blusinhas’ não segurou o apetite de compras dos brasileiros: foram 15,3 milhões de remessas internacionais só no primeiro mês de 2026. O número representou crescimento de 34% em relação ao ano passado. O resultado parece reforçar a tese de Janja e dos que defendem a extinção da medida: a cobrança não diminui o consumo, apenas pesa no orçamento do povo.

Nos bastidores do Ministério da Fazenda, técnicos seguem defendendo o imposto como ferramenta importante para cumprir metas fiscais e combater a distorção causada por importados excessivamente baratos, especialmente de origem chinesa. Já para a equipe do MDIC, o benefício é duplo: ajuda a equilibrar a concorrência para a indústria nacional, bastante impactada pela enxurrada de ofertas internacionais abaixo do preço de mercado.

Alternativas em discussão e o fator eleitoral

Com a pressão interna e popular pelo fim da taxa aumentando, auxiliares do presidente cogitam estratégias para cobrir o rombo que a medida traria para o orçamento. Uma das alternativas mais cotadas é usar o aumento na arrecadação motivado pela alta do petróleo, criando um colchão para compensar a eventual perda fiscal.

A disputa política se mistura ao calendário eleitoral, e a decisão promete reconfigurar forças no próprio governo. Sidônio Palmeira, chefe da Secretaria de Comunicação, também aparece entre os conselheiros a favor da extinção, mas as conversas mostram que é Janja quem dá o tom e desafia o governo a priorizar o bolso do consumidor em 2026.

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Enquanto o impasse sobre a ‘taxa das blusinhas’ segue, fica claro que as decisões de bastidores ganham cada vez mais influência sobre o Palácio do Planalto. Janja emerge como protagonista neste jogo de poder e apostas fiscais, mexendo com interesses de ministros, indústria e, claro, consumidores ansiosos por novidades.

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Perguntas frequentes

O que é a ‘taxa das blusinhas’?

É um imposto cobrado sobre importações internacionais de até US$50, aplicado a pequenas compras feitas por consumidores brasileiros.

Por que Janja Lula da Silva se opõe à taxa?

Ela acredita que a cobrança pesa mais no bolso dos consumidores de menor renda, principalmente os jovens que compram roupas em sites internacionais.

Qual o impacto financeiro da taxa para o governo?

A taxação deve render cerca de R$ 5 bilhões em 2025, contribuindo para o caixa público e metas fiscais.

A taxa realmente reduz o consumo internacional?

Não, dados mostram aumento de 34% no volume de remessas de compras internacionais, demonstrando que a taxa não desestimula o consumo.

Quais alternativas o governo considera para substituir a receita da taxa?

Uma alternativa discutida é utilizar o aumento da arrecadação decorrente da alta do petróleo para compensar a possível perda fiscal.

Valquíria

Cheia de charme e dona de uma língua afiada, Valquíria é aquela figura que ilumina qualquer roda de conversa com seu carisma e opinião sincera. Fã de novela das oito, reality show e um bom look estampado, ela comenta tudo com humor e estilo. Se tem fofoca no ar, pode apostar que Valquíria já sabe, e com todos os detalhes!

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