Globo enfrenta ações de estrelas por exibir novelas no Globoplay em 2026
em 25 de janeiro de 2026 às 10:58A Globo está no centro das atenções após uma leva de processos movidos por artistas que trabalharam em novelas e programas marcantes, agora disponíveis no catálogo do Globoplay. A polêmica envolve nomes conhecidos, como Victor Fasano, Maria Zilda Bethlem e Conrado, que pedem na Justiça uma revisão dos contratos de exibição e alegam falta de pagamento apropriado pelas reprises nas plataformas digitais. O clima esquentou nos bastidores, transformando a questão em uma das fofocas mais quentes do mercado de entretenimento neste início de 2026.
Com centenas de títulos resgatados do acervo histórico, o Globoplay virou febre entre nostálgicos e novas gerações. Mas a prática acabou reacendendo discussões sobre a distribuição de direitos autorais e compensação financeira dos próprios protagonistas dessas histórias de sucesso. Continue lendo e entenda por que as estrelas decidiram romper o silêncio e levar o caso até à Justiça.
O que você vai ler neste artigo:
Reprises digitais: bastidores de uma disputa milionária
O aumento da procura por reprises online reaqueceu um antigo debate no meio artístico: como as plataformas de streaming devem remunerar profissionais que participaram das produções? Vídeos clássicos que antes ficavam guardados agora rendem visualizações, mas muitos atores afirmam que o bolso não acompanha esse sucesso digital.
O caso mais recente que levantou poeira foi o do ator Victor Fasano, lembrado por papéis em novelas como “O Clone” e “Barriga de Aluguel”. Fasano entrou com processo na Justiça do Rio de Janeiro reivindicando pagamentos retroativos pelo uso de sua imagem e trabalho em “O Clone” no streaming. Entre as queixas, destaca valores considerados irrisórios e a necessidade de ajustar contratos antigos para incluir cláusulas específicas para o universo digital.
Maria Zilda e Conrado: vozes de peso na cobrança
Nomes históricos da telinha também engrossam o coro por uma remuneração justa. Maria Zilda Bethlem, atriz que marcou época entre os anos 80 e 2000, apresentou ação judicial similar, enfatizando que nos contratos feitos na época, nunca se cogitou remuneração para reprises em TV paga ou streaming — um cenário impensado até poucos anos atrás. Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio, o processo segue em tramitação e ainda aguarda respostas da emissora.
Outro artista e ícone do entretenimento, o cantor Conrado, figura emblemática de “Os Trapalhões” nos anos 90, também decidiu buscar seus direitos. Ele reclama que não recebeu nada referente às exibições do humorístico no Globoplay, apontando que o contrato original nunca previa distribuição digital e que a era do streaming mudou regras do jogo.
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Impacto no mercado e possíveis mudanças contratuais
A ofensiva judicial das celebridades tem causado burburinho em outros setores da televisão e pode abrir precedente para possíveis revisões contratuais entre artistas e grandes conglomerados midiáticos. Advogados especializados apontam que, se as ações forem vitoriosas, emissoras precisarão repensar não só a exibição de títulos clássicos no streaming, mas também os próprios modelos de remuneração.
Fontes de mercado já comentam discretamente que o tema está gerando conversas reservadas entre outros artistas preocupados com o futuro dos próprios contratos. A Globo, por sua vez, reforçou que não comenta processos em andamento, mas nos bastidores a ordem é cautela: uma decisão desfavorável pode impactar até outras plataformas e grupos que têm investido no resgate de obras audiovisuais históricas para o digital.
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Na era do streaming, a palavra-chave é adaptação. Celebridades querem mais do que a glória das reprises: buscam reconhecimento financeiro justo pelo valor que suas obras seguem gerando. O desenrolar desse caso promete movimentar o mundo da televisão brasileira em 2026 e já deixou claro que, por trás das câmeras, a disputa é séria.
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Perguntas frequentes
Quais artistas estão movendo processos contra a Globo por reprises no Globoplay?
Victor Fasano, Maria Zilda Bethlem e Conrado são alguns dos artistas que entraram com ações judiciais cobrando remuneração pelas reprises no Globoplay.
Por que os contratos antigos não cobrem remuneração para reprises em plataformas digitais?
Na época da assinatura dos contratos, o streaming e a distribuição digital não eram previstos, o que gera lacunas para a remuneração atual nesses meios.
Como a ofensiva judicial pode impactar o mercado audiovisual?
Se vitoriosas, as ações podem forçar emissoras a revisarem seus contratos, alterando modelos de pagamento por exibição em plataformas digitais.
Qual é o principal argumento dos artistas nas ações contra a Globo?
Os artistas afirmam que não recebem valores justos ou qualquer remuneração pelas reprises digitais de suas obras clássicas, apesar da grande audiência.
Qual a posição da Globo em relação aos processos em andamento?
A Globo prefere não comentar os processos, mas internamente demonstra cautela diante do potencial impacto dessas ações na indústria.