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Celebridades, Erika Hilton

Erika Hilton provoca polêmica ao pedir censura nas redes após críticas ao PL Antimisoginia

Valquíria em 25 de abril de 2026 às 10:58

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) se tornou o centro de uma nova tempestade política ao acionar a Advocacia-Geral da União para pedir a censura de dez usuários do X depois das críticas ao polêmico Projeto de Lei Antimisoginia. O projeto, aprovado no Senado em 2026, reacendeu debates intensos sobre liberdade de expressão e os limites da luta contra a desinformação.

A movimentação da deputada não passou despercebida. Defendendo o endurecimento das leis contra a misoginia, Hilton alegou que “os críticos querem tirar o direito das pessoas à informação” e estariam “manipulando o debate contra a luta das mulheres por um país menos violento”. Mas a fala dividiu opiniões e acirrou ânimos nos bastidores de Brasília.

Críticas, pedidos de censura e nomes de peso na lista

O pedido de censura feito por Erika Hilton atingiu uma mistura de personalidades: humoristas, jornalistas, influencers e até mesmo internautas com postagens consideradas enganosas sobre as diferentes versões do PL Antimisoginia. O caso da jornalista Madeleine Lacsko chamou atenção. Ela foi incluída na lista dos acusados de propagar desinformação após criticar publicamente o projeto e denunciar, anteriormente, que Erika intimidava feministas no debate político. Pressionada, Erika excluiu o nome de Madeleine da lista, mas o episódio expôs a dificuldade em separar crítica legítima de fake news.

Muitas das postagens visadas não passavam de opiniões ou críticas fundamentadas sobre o texto do projeto ou sua tramitação, mostrando uma zona cinzenta no uso judicial do combate à desinformação. Isso levantou dúvidas nos bastidores parlamentares: até que ponto vale pedir a retirada de conteúdos em nome da causa feminina?

O debate sobre o termo “mulher” e as ações judiciais de Hilton

A deputada também se tornou figura central em outro embate: o uso da expressão “mulher” para se referir a pessoas trans. Erika já moveu ações judiciais contra mulheres que discordam da ideia de que “mulher trans é mulher”, baseando seus argumentos em alegações de discurso de ódio e discriminação de gênero.

No entanto, integrantes do movimento feminista alegam que o sentido da palavra “mulher” é historicamente debatido e que divergir da visão de Hilton não significa ser contrária aos direitos das pessoas trans. A conduta da deputada, vista por alguns como tentativa de silenciar vozes dissidentes, trouxe à tona a velha discussão: defender uma causa permite mexer com direitos fundamentais como liberdade de opinião?

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Confronto com famosos e uso do discurso universal

O embate mais recente foi com o apresentador Carlos Massa, o Ratinho. Após declarações polêmicas no SBT dizendo que Erika “não é mulher, ela é trans” e defendendo critérios biológicos para definir o que é uma mulher, Hilton entrou com ação por transfobia, incluindo um pedido de 10 milhões de reais em indenização e a suspensão temporária do programa. A deputada defendeu que seu pedido beneficiava até “mulheres cis que não menstruam mais” ou quem passou por histerectomia, gerando reações controversas até mesmo fora dos grupos diretamente envolvidos.

Com isso, muitos analistas enxergam um padrão: Erika Hilton frequentemente recorre a princípios universais, como defesa da dignidade ou combate à violência, para legitimar causas e embates que nem sempre possuem consenso na sociedade. Esse uso, estratégico ou não, mexe com pilares essenciais das discussões democráticas.

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O caso de Erika Hilton é um retrato atual do tensionamento entre liberdade de expressão, ativismo e agendas identitárias. A deputada segue firme em suas convicções, mas encara desafios quando a defesa por justiça e inclusão beira, perigosamente, o autoritarismo nas redes sociais e nos tribunais.

Para quem se interessa pelas discussões mais quentes do Congresso e pelas polêmicas que balançam o cenário político, acompanhar os desdobramentos deste episódio é quase obrigatório. Gostou da notícia? Então inscreva-se em nossa newsletter e fique por dentro de bastidores, polêmicas e tudo o que movimenta o noticiário de fofoca político em 2026!

Perguntas frequentes

O que motivou Erika Hilton a pedir censura no X?

Erika Hilton solicitou a censura após críticas ao Projeto de Lei Antimisoginia e acusações de disseminação de desinformação contra o PL.

Qual foi a repercussão do pedido de censura feito por Erika Hilton?

O pedido gerou debates sobre os limites da liberdade de expressão, com questionamentos sobre o uso judicial contra conteúdos críticos.

Como Erika Hilton se posiciona sobre o debate do termo ‘mulher’ em relação a pessoas trans?

Hilton defende que ‘mulher trans é mulher’ e moveu ações contra pessoas que discordam, usando argumentos de discurso de ódio e discriminação.

Qual foi o confronto entre Erika Hilton e o apresentador Ratinho?

Após declarações do Ratinho sobre mulheres trans, Hilton entrou com ação por transfobia, pedindo indenização e suspensão do programa.

Quais desafios a atuação de Erika Hilton evidencia no cenário político?

Seu ativismo mostra o tensionamento entre defesa por justiça e riscos ao autoritarismo nas redes e tribunais, afetando liberdade de opinião.

Valquíria

Cheia de charme e dona de uma língua afiada, Valquíria é aquela figura que ilumina qualquer roda de conversa com seu carisma e opinião sincera. Fã de novela das oito, reality show e um bom look estampado, ela comenta tudo com humor e estilo. Se tem fofoca no ar, pode apostar que Valquíria já sabe, e com todos os detalhes!

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