André Fernandes rebate processo de Erika Hilton e cita imunidade parlamentar em 2026
em 3 de agosto de 2026 às 11:10O clima esquentou em Brasília! O deputado federal André Fernandes resolveu abrir o jogo diante do processo movido por Erika Hilton, após ser acusado de transfobia. O caso, que ganhou enorme repercussão nas redes sociais, agora chega a um novo capítulo com a apresentação da defesa de Fernandes nos tribunais. A guerra de bastidores envolvendo dois dos nomes mais conhecidos do Congresso Nacional promete muitas emoções para quem acompanha os holofotes da política brasileira.
Entenda todos os detalhes dessa disputa jurídica que coloca em cena temas sensíveis, vai além das discussões parlamentares e mobiliza defensores de direitos humanos em todo o país. Continue lendo para saber o que está por trás dessa batalha que já movimenta os corredores da Câmara.
O que você vai ler neste artigo:
Do plenário para a Justiça: como começou a polêmica
A semente do conflito foi plantada em junho de 2026, durante os debates acalorados da PEC do fim da escala 6×1. Tudo começou quando André Fernandes publicou um vídeo em seu perfil no Instagram, dirigindo-se a Erika Hilton pelo nome de registro e utilizando pronomes masculinos. A postagem não passou despercebida e causou indignação entre ativistas e parlamentares.
Segundo Erika Hilton, as declarações de Fernandes não só violaram direitos humanos básicos, como também ultrapassaram todos os limites da civilidade parlamentar, chegando a um grau de ataque transfóbico. A deputada não pensou duas vezes: protocolou um pedido de indenização por danos morais, no valor de R$30 mil, e conseguiu logo nos primeiros dias uma liminar judicial para que o vídeo fosse removido das redes sociais pela Meta.
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Os argumentos de André Fernandes: contexto do embate e imunidade parlamentar
Com o risco de perder na Justiça, Fernandes decidiu não ficar calado. Em 24 de julho, protocolou sua defesa, baseada em duas linhas principais: o contexto do embate durante a votação e a chamada imunidade parlamentar. Segundo ele, o vídeo foi uma resposta ao que teria sido uma provocação da própria Erika, que na ocasião teria relembrado antigas polêmicas do deputado nas redes sociais — citando, inclusive, um episódio sobre ensinar depilação íntima na internet, tema que viralizou há alguns anos.
Em sua defesa, Fernandes afirmou que Erika Hilton teria “editado” os fatos, desconectando o embate do contexto parlamentar. Ele reforçou que as falas — por mais contundentes que tenham sido — têm vínculo direto com sua atuação como deputado federal, argumentando que, pela Constituição, esse tipo de manifestação está protegido pela imunidade do cargo, mesmo fora das quatro paredes da Câmara.
Testemunhas de peso e batidas de frente
Para fortalecer sua estratégia, Fernandes solicitou o depoimento de Erika Hilton durante o processo. Além disso, pediu que o colega parlamentar Cabo Gilberto seja convocado como testemunha de defesa, ampliando a pressão e tentando provar que tudo não passou de um duelo próprio da rotina legislativa, apesar dos limites ultrapassados.
Como parte final da resposta, Fernandes pediu a revogação imediata da liminar que tirou seu vídeo do ar, dizendo que o Judiciário não considerou a imunidade conferida pela Constituição Federal aos parlamentares em embates desse tipo. Agora, a decisão está nas mãos da Justiça, enquanto fãs e críticos de ambos os lados aguardam os próximos capítulos desse caso que mexe com o país inteiro.
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O caso André Fernandes vs Erika Hilton segue na Justiça sem data para um desfecho rápido, e promete levantar discussões intensas sobre direitos, limites e responsabilidades nas redes e na vida pública. Se você curte acompanhar as confusões mais impactantes da política e das celebridades, não perca nenhuma novidade sobre este e outros casos bombásticos.
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Perguntas frequentes
O que motivou o processo movido por Erika Hilton contra André Fernandes?
O processo foi motivado por um vídeo em que André Fernandes usa nome de registro e pronomes masculinos para se referir a Erika Hilton, o que foi considerado um ataque transfóbico.
Qual a defesa apresentada por André Fernandes no processo?
Fernandes alega que suas falas são parte do contexto parlamentar e protegidas pela imunidade parlamentar prevista na Constituição.
O que foi solicitado na liminar concedida por Erika Hilton?
A liminar determinou a remoção do vídeo ofensivo contra Erika Hilton das redes sociais pela Meta.
Quem foram as testemunhas solicitadas no processo por André Fernandes?
André Fernandes pediu o depoimento de Erika Hilton e do deputado Cabo Gilberto como testemunha de defesa.
Qual o impacto deste caso na política brasileira?
O caso levanta discussões sobre direitos humanos, transfobia, imunidade parlamentar e os limites do discurso público na política.