Kim Kataguiri mira Deolane e quer banir redes sociais de presos em 2026
em 4 de agosto de 2026 às 18:22O deputado federal Kim Kataguiri mexeu com o vespeiro ao protocolar um projeto de lei polêmico na Câmara dos Deputados: ele quer suspender o acesso às redes sociais de investigados e condenados pela Justiça. Para justificar a proposta, Kim citou diretamente a influenciadora Deolane Bezerra, atualmente presa preventivamente em São Paulo, como exemplo do impacto que determinados perfis digitais podem causar mesmo atrás das grades. Esse movimento esquenta discussões sobre a influência de celebridades polêmicas e o uso das redes sociais como ferramenta de crimes – um debate que promete render nos corredores de Brasília.
A novidade não só pegou muitos de surpresa, como também levantou dúvidas sobre até onde vai o limite entre liberdade de expressão e necessidade de conter atividades criminosas em redes sociais. Continue lendo para saber os detalhes do projeto, as motivações que colocaram Deolane no centro da polêmica e os desdobramentos esperados caso a proposta de Kim avance.
O que você vai ler neste artigo:
Projeto propõe corte total do acesso digital a investigados
Segundo o texto apresentado por Kim Kataguiri, quem estiver sob investigação ou já tiver condenação criminal perderia acesso total a plataformas como Instagram, Facebook, TikTok e similares. O objetivo da proposta é impedir que comunicadores ligados a atividades ilícitas usem seus perfis para manter influência, promover crimes ou lavar dinheiro enquanto enfrentam a Justiça.
O projeto mexe no Código Penal, no Código de Processo Penal e na Lei de Execução Penal. O juiz poderá, já na fase inicial da investigação, determinar a suspensão do acesso do investigado às redes sociais. Em caso de condenação, a restrição seria aplicada como pena restritiva de direitos, podendo durar todo o período da sentença – isso inclui impedir que a pessoa movimente contas por meio de terceiros, sejam eles assessores, familiares ou conhecidos.
Deolane Bezerra: Caso emblemático reacende debate
A proposta ganhou destaque porque cita explicitamente Deolane Bezerra, advogada e influenciadora digital conhecida pelas polêmicas e ostentações na web. Ela virou ré após ser flagrada na Operação Vérnix, que investiga lavagem de dinheiro e envolvimento com o crime organizado.
O deputado relator do projeto justificou: “Episódios recentes envolvendo figuras públicas mostram que as redes sociais se transformaram em vitrines para atividades criminosas e captação de vulneráveis”. Essa fala acendeu alertas na bancada digital, já que, para muitos, a internet virou fonte principal de renda até mesmo para investigados. Segundo Kim, barrar tanto o acesso direto quanto indireto (feito por alguém representando o investigado) é a única maneira “de cessar de imediato o alcance ilícito dessas práticas”.
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O que muda se o projeto passar?
Caso aprovado, o projeto de Kim Kataguiri afetaria principalmente grandes perfis de artistas, influenciadores e até figuras do meio político investigados por crimes como lavagem de dinheiro ou ligação com o crime organizado. A Justiça poderia retirar do ar todos os canais dessas pessoas assim que surgissem indícios de envolvimento criminoso, com punições para quem tentar burlar a restrição usando intermediários.
O texto deixa espaço para que o juiz avalie caso a caso, tanto na investigação quanto na execução penal. A grande aposta de Kim é criar uma barreira real para quem usa a força digital para perpetuar crimes e, ao mesmo tempo, dar um recado claro para outros influenciadores. O ponto polêmico está no risco de restringir também conteúdos de usuários que, mesmo respondendo a processos, não estejam ligados diretamente a crimes digitais – e aí mora uma discussão que pode dar o que falar entre juristas, ativistas e fãs das personalidades envolvidas.
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O assunto está só começando a ferver nos bastidores do Congresso. Enquanto isso, perfis como o de Deolane seguem no foco dos debates, provando que, em tempos de conexão total, a vida online pode influenciar decisões sérias na Justiça brasileira.
Projetos como o de Kim Kataguiri mostram que o poder das redes sociais já passou da esfera do simples entretenimento e virou terreno fértil para embates legais e políticos. Tudo indica que a discussão sobre o limite da influência digital ainda vai render capítulos quentes durante o ano de 2026. Gostou dessa fofoca? Então não fique de fora: inscreva-se agora em nossa newsletter para receber as novidades mais quentes do mundo dos famosos e bastidores do poder!
Perguntas frequentes
Qual o objetivo do projeto de lei proposto por Kim Kataguiri?
O projeto busca suspender o acesso às redes sociais de investigados ou condenados para impedir que usem essas plataformas para atividades criminosas.
Quem seria afetado pelo bloqueio das redes sociais segundo a proposta?
Principalmente grandes perfis de artistas, influenciadores e figuras políticas investigados por crimes como lavagem de dinheiro ou ligação com o crime organizado.
Como a suspensão do acesso seria aplicada durante as fases do processo?
O juiz pode determinar a suspensão já na investigação, e a restrição seguiria como pena durante o período da condenação, incluindo o uso indireto por terceiros.
Por que Deolane Bezerra é citada como exemplo no projeto?
Ela é influenciadora e advogada investigada na Operação Vérnix por lavagem de dinheiro e envolvimento com crime organizado, ilustrando o impacto dos perfis digitais.
Quais são as principais discussões geradas pelo projeto?
O equilíbrio entre liberdade de expressão e controle de crimes nas redes sociais, além do risco de restrições a usuários não diretamente ligados a crimes digitais.