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Como o colapso da Venezuela chegou ao auge em 2026: bastidores e polêmicas

Valquíria em 16 de junho de 2026 às 09:01

O cenário venezuelano acaba de ganhar um novo capítulo: a crise política, que já se arrasta por anos, chegou a um ponto crítico com a operação militar dos EUA que retirou Maduro do poder em 2026. A situação expôs ainda mais as fissuras internas do país e seus impactos na América Latina, assunto que voltou com força aos debates públicos depois do lançamento de “¿Qué pasa, Venezuela?”, livro da jornalista Janaína Figueiredo, reconhecida por seu olhar atento sobre a região.

Com uma linguagem direta e envolvente, Janaína mergulha nos bastidores que levaram a Venezuela do auge da bonança no governo de Chávez ao abismo da crise humanitária. Seu livro promete clarear as dúvidas de leitores brasileiros, que ainda têm pouco contato real com a história recente do país vizinho. Continue lendo para descobrir como essa trajetória turbulenta molda a América do Sul e influencia diretamente o cenário político atual.

Do carisma de Chávez ao caos do petróleo: o início da decadência

Para entender a derrocada da Venezuela, é preciso olhar para trás. A eleição de Hugo Chávez em 1998 marcou o início de uma era inédita, movida pelo carisma do líder, seus shows midiáticos e uma gigantesca injeção de dinheiro do petróleo. Na primeira década dos anos 2000, a disparada nos preços das commodities encheu os cofres do país e ajudou a consolidar o chavismo na América do Sul.

No entanto, o populismo desenfreado e a ausência de planejamento provocaram erosão estrutural. O livro destaca episódios emblemáticos desse abuso de poder, como as demissões transmitidas ao vivo na maior empresa venezuelana, sob comando de um apito. As trocas sem critérios técnicos abalaram a governança estatal e prepararam o terreno para a instabilidade posterior.

Chávez conseguiu emplacar programas sociais que inicialmente elevaram sua popularidade, mas o excesso de gastos, aliados ao desvio de recursos e envio de dinheiro a países aliados, fragilizou ainda mais as contas da Venezuela. Quando a bonança do petróleo foi interrompida, veio a conta: a economia afundou, o povo voltou rapidamente à pobreza, e a base política ruía junto.

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Maduro assume e o país mergulha na crise total

Com a morte precoce de Chávez em 2013, Nicolás Maduro assumiu o comando e a situação só piorou. De perfil rígido e pouco carismático, Maduro jamais conseguiu gerar a mesma confiança – segundo Janaína, faltou jogo de cintura e sobrou inabilidade política. O bloco chavista desandou, enquanto as denúncias de repressão e fraude eleitoral ganharam força nos últimos anos.

No centro desse caldeirão, a oposição também se fragmentou. María Corina Machado, oponente de destaque, é retratada como figura autoritária, aliada de políticos dos EUA e defensora de medidas radicais – um perfil que não consegue unir nem mesmo os críticos de Maduro. O impasse consolidou o caos interno e, assim, abriu espaço para a intervenção dos EUA que resultou na queda do governo em janeiro de 2026.

Relações estremecidas entre Brasil, Venezuela e o impacto regional

O livro de Janaína Figueiredo também chama atenção para os reflexos dessa crise além das fronteiras venezuelanas, com destaque para o Brasil. A sintonia vista no passado entre Chávez e Lula foi se esvaziando diante das disputas políticas recentes. O distanciamento ficou ainda mais nítido depois da desconfiança mútua sobre os processos eleitorais de ambos os países.

Lula, que em 2024 se recusou a reconhecer a vitória de Maduro, viu crescerem as tensões diplomáticas, enquanto Maduro atacou o sistema eleitoral brasileiro, alimentando críticas sobre as urnas eletrônicas. Esse desgaste simboliza o novo momento na América Latina: relações pragmáticas, menos ideológicas e cada vez mais atravessadas por denúncias, expectativas por mudanças e uma crise humanitária sem precedentes na Venezuela.

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A crise venezuelana em 2026 revela como a instabilidade nacional é capaz de balizar o humor político na América do Sul, afetando negociações, alianças e a vida de milhões. “¿Qué pasa, Venezuela?” surge como leitura essencial para quem deseja captar nuances e entender por que o colapso do governo Maduro ficou marcado como um divisor de águas recente.

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Valquíria

Cheia de charme e dona de uma língua afiada, Valquíria é aquela figura que ilumina qualquer roda de conversa com seu carisma e opinião sincera. Fã de novela das oito, reality show e um bom look estampado, ela comenta tudo com humor e estilo. Se tem fofoca no ar, pode apostar que Valquíria já sabe, e com todos os detalhes!

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