Trump comemora queda de Starmer e movimentos da direita em 2026
em 23 de junho de 2026 às 16:04Donald Trump não deixou barato e fez questão de comemorar, com direito a alfinetada pública, a renúncia de Keir Starmer ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, nesta quarta-feira. Nas redes sociais, Trump cravou o anúncio antes mesmo do comunicado oficial, demonstrando o peso de sua influência política ao redor do mundo. O presidente dos Estados Unidos, tentando se reerguer após a polêmica envolvendo a guerra fracassada no Irã, aproveitou o momento para celebrar os avanços da direita, tanto na Europa quanto na América do Sul.
Neste início de 2026, o cenário é favorável para o conservadorismo: além da queda de Starmer, nomes da direita flertam com o poder no Peru e na Colômbia. Trump, sempre atento às nuances globais, tratou de mandar seu recado para o velho continente e também festejar aliados mais próximos da Casa Branca. Continue a leitura para entender como as movimentações internacionais estão no radar do presidente norte-americano e o que esperar dos próximos capítulos desse tabuleiro de poder.
O que você vai ler neste artigo:
Trump pressiona por petróleo e mudanças radicais no Reino Unido
Ao comentar a renúncia de Starmer, Trump destacou dois pontos de discórdia: imigração e energia. Em tom provocativo, o presidente ressaltou o fracasso do líder trabalhista nesses temas, sinalizando o que considera prioridades globais. Trump quer o Reino Unido investindo pesado na abertura de novos campos de petróleo no Mar do Norte, em vez de apostar em energias renováveis — uma demanda alinhada ao seu próprio discurso nos Estados Unidos.
O magnata já deixou claro seu desprezo pelos “ineficientes moinhos de vento”, como se refere aos parques eólicos, e cobra ações concretas para fomentar a produção de petróleo britânica. A leitura entre os bastidores políticos é de que Trump enxerga, agora, uma janela de oportunidade para que o Reino Unido trilhe uma rota mais conservadora, tanto na economia quanto na política externa. A renúncia de Starmer abre espaço para novos nomes, como Andy Burnham, e coloca a pressão da direita radical no centro do debate britânico.
Imigração segue no centro do debate político
Se de um lado Trump pressiona na área energética, por outro, mira a pauta da imigração. A entrada de imigrantes no Reino Unido disparou desde o Brexit, mesmo com promessas de controle das fronteiras. Os dados mais recentes apontam aumento expressivo: as autorizações saltaram de 250 mil para 550 mil nos últimos anos. Esse contexto alimentou a ascensão do Reform UK, partido de extrema-direita que faz oposição dura à imigração e ganha força na esteira da saída de Starmer.
Trump, ao opinar sobre o cenário britânico, parece sugerir uma receita conhecida: endurecimento nas fronteiras e inspiração em sua própria política de combate à migração. Resta saber se o próximo inquilino do número 10 de Downing Street vai aderir à cartilha trumpista ou apostar em um caminho menos hostil aos estrangeiros.
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Vitórias no Peru e Colômbia animam aliados de Trump
Enquanto acompanha o desenrolar no Reino Unido, Trump também comemora resultados animadores mais perto de casa. No Peru, Keiko Fujimori, herdeira de um legado conservador e polêmico, aparece como favorita a assumir a presidência. Já na Colômbia, a vitória de Abelardo de la Espriella, candidato de extrema-direita, alimentou o entusiasmo da base trumpista. Espriella prometeu, inclusive, se espelhar em Javier Milei, da Argentina, e Nayib Bukele, de El Salvador, em políticas de economia e segurança.
Para Trump, esses resultados são pequenas vitórias, mas muito simbólicas. Eles mostram uma maré conservadora varrendo países sul-americanos, o que oferece suporte às próprias teses defendidas pelo presidente norte-americano no quesito segurança e combate ao crime. O discurso da “linha dura” contra imigrantes e violência só ganha corpo quando aliados engatam sucessos eleitorais fora dos Estados Unidos.
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O mundo assiste atento às movimentações de Donald Trump em 2026. Entre vitórias da direita e recados nada discretos em suas redes sociais, o presidente segue sendo peça central nas discussões políticas internacionais, interferindo diretamente em cenários de outros países. Se você curtiu a análise recheada de bastidores, não deixe de acompanhar as próximas novidades.
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Perguntas frequentes
Qual foi a reação de Donald Trump à renúncia de Keir Starmer?
Trump comemorou publicamente a renúncia de Starmer, antecipando o anúncio e criticando suas políticas sobre imigração e energia.
Quais são as principais prioridades de Trump para o Reino Unido após a renúncia de Starmer?
Trump quer que o Reino Unido invista na exploração de petróleo no Mar do Norte e adote políticas mais rígidas de controle de imigração.
Como a imigração no Reino Unido mudou após o Brexit?
A entrada de imigrantes aumentou significativamente, com autorizações saltando de 250 mil para 550 mil, fator que alimenta o crescimento da direita radical.
Quais países sul-americanos tiveram avanços da direita que animam Trump?
Peru e Colômbia apresentam ascensão de candidatos conservadores que compartilham pautas similares à de Trump.
Qual é a influência de Trump nas políticas internacionais em 2026?
Trump segue influenciando debates políticos globais, especialmente em petróleo, imigração e segurança, apoiando aliados conservadores internacionalmente.