PL pode surpreender e apoiar Eduardo Paes no Rio em 2026
em 9 de outubro de 2025 às 17:01Bastidores da política fluminense estão fervendo: o Partido Liberal (PL) considera apoiar o atual prefeito Eduardo Paes (PSD) para o governo do Rio de Janeiro em 2026. A possível aliança, que une nomes de peso e adversários históricos, vem movimentando conversas discretas e deixando muita gente surpresa com os desdobramentos que podem mudar o rumo do cenário eleitoral no estado.
Fontes próximas ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, já admitem que o partido avalia chances reais de se unir ao prefeito carioca, apesar de Paes ser um dos maiores aliados de Lula. Em um momento de incertezas e divisões internas na direita fluminense, a discussão virou tema quente nos bastidores e agita a cena política em pleno 2025.
Fique por dentro de todos os detalhes e entenda como essa parceria pode embaralhar o jogo eleitoral no Rio daqui a pouco mais de um ano.
O que você vai ler neste artigo:
A falta de líderes fortes na direita e o impasse de Bolsonaro
Um dos principais motivos por trás dessa movimentação é o cenário nebuloso na própria direita. Desde que perdeu direitos políticos, Jair Bolsonaro segue sem apontar um sucessor à altura, o que travou de vez as articulações estaduais do PL. Sem uma figura forte para disputar o governo do estado, cresce o temor entre aliados de que a legenda acabe esvaziada na corrida de 2026.
Nas recentes conversas de cúpula, Valdemar Costa Neto tem enfatizado que derrotar Paes é quase missão impossível. O atual prefeito, além de comandar a máquina municipal do Rio e colecionar aliados influentes, mantém alta popularidade e preparou o terreno para consolidar sua candidatura ao Palácio Guanabara inclusive costurando alianças improváveis.
A dificuldade em encontrar um nome de consenso
No campo da direita, a busca por um candidato realmente competitivo emperrou. Figuras tradicionais, como o ex-governador Wilson Witzel e o senador Flávio Bolsonaro, enfrentam resistência até entre correligionários. Como resultado, abre-se um vácuo perigoso para o PL: ou lança um nome pouco conhecido ao governo do Rio, correndo riscos de um vexame nas urnas, ou recorre a uma estratégia ousada de apoiar um adversário tradicional visando uma frente ampla contra extremos.
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O plano: unir PT, PL e PSD em um único palanque
Enquanto a direita segue dividida, Eduardo Paes mostra habilidade de negociação digna de mestre. Segundo apuração exclusiva, seus articuladores já mantêm encontros com caciques do PT, do PL e de outras legendas para formar uma coligação ampla, capaz de unir do vermelho ao azul na campanha de 2026.
O objetivo é acabar com a tradicional polarização carioca e fazer história, deixando partidos rivais lado a lado no terceiro maior colégio eleitoral do país. Se der certo, será uma articulação inédita e que pode antecipar tendências para a disputa nacional.
Por enquanto, ninguém bate o martelo oficialmente, mas sinais públicos e conversas reservadas têm deixado claro: a eleição do Rio em 2026 promete ser das mais movimentadas – e surpreendentes – da década.
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Fique de olho, porque os próximos meses serão decisivos para entender se a direita vai mesmo embarcar de vez no projeto de Eduardo Paes ou se algum nome novo pode emergir e mudar os planos dos caciques partidários.
A possível aproximação do PL com Eduardo Paes mostra que 2026 será um ano de reviravoltas na política do Rio. Os bastidores continuam agitados, e alianças até então improváveis podem mudar completamente o cenário eleitoral. Quer saber em primeira mão de outras notícias de bastidores como essa? Então inscreva-se agora na nossa newsletter e receba as dicas mais quentes do mundo das celebridades e da política antes de todo mundo!
Perguntas frequentes
Quais os principais desafios da direita no Rio para 2026?
A direita enfrenta dificuldades em encontrar um candidato forte e unificado, com resistência interna a nomes tradicionais e ausência de sucessores claros de Bolsonaro.
Por que o PL considera apoiar Eduardo Paes mesmo sendo aliado de Lula?
Devido à falta de um nome competitivo da direita e à alta popularidade de Paes, o PL vê vantagem em formar uma frente ampla que una diferentes forças políticas contra extremos.
Como a aliança entre PT, PL e PSD pode impactar a eleição estadual?
Essa união inédita pode acabar com a polarização tradicional e criar uma coligação que abranja do vermelho ao azul, aumentando as chances de vitória do grupo no Rio de Janeiro.
Qual a influência de Valdemar Costa Neto nas decisões do PL rumo a 2026?
Como presidente do PL, Valdemar Costa Neto tem um papel central nas articulações, defendendo a formação de alianças estratégicas e avaliando as chances reais de apoiar Eduardo Paes.
Quem são os possíveis concorrentes do PL para o governo do Rio em 2026?
Figuras como Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro enfrentam resistência, e o partido ainda não definiu um nome forte, o que torna a candidatura própria incerta e incentiva alianças externas.