Ministras agitam evento do PT cantando jingles pró-Lula e movimentam bastidores em Brasília
em 7 de julho de 2026 às 16:37O clima esquentou no Teatro dos Bancários, em Brasília, na última segunda-feira: as ministras Rachel Barros — da Igualdade Racial — e Margareth Menezes — da Cultura — roubaram a cena ao soltarem a voz em jingles apaixonados pelo presidente Lula, durante um ato promovido pelo PT voltado a servidores públicos. O episódio já anda dando o que falar nos bastidores políticos! O evento, batizado de “Esplanada com Lula”, buscava unificar militantes e funcionários em torno do projeto de reeleição do presidente em 2026, mas sem ultrapassar o limite da legislação eleitoral.
No calor da disputa que se aproxima, a ação foi vista como manobra estratégica do partido para reforçar sua base antes do início oficial das campanhas. Os discursos exaltaram as políticas do governo federal e, claro, não faltaram indiretas afiadas para os rivais, especialmente o senador Flávio Bolsonaro, já lançado como pré-candidato para o Palácio do Planalto.
O que você vai ler neste artigo:
Evento “Esplanada com Lula” mobiliza servidores e esquenta clima eleitoral
A reunião no Teatro dos Bancários reuniu um público formado principalmente por funcionários públicos filiados ou simpatizantes do PT. O objetivo? Fortalecer a militância e criar um ambiente de união em torno do projeto Lula 2026. Os convidados não economizaram nos gritos de guerra, faixas e canções, destacando o entusiasmo típico de comícios políticos.
Apesar do evidente clima de campanha, organizadores e participantes fizeram questão de respeitar a legislação eleitoral, evitando pedidos explícitos de voto durante as falas. Os discursos giraram em torno de conquistas do atual governo e mensagens de esperança, sempre ressaltando o papel fundamental dos servidores públicos na articulação política do partido.
Cantoria, emoção e cutucadas nos adversários
O ápice do evento ficou por conta das ministras Rachel Barros e Margareth Menezes, que arrancaram aplausos ao subirem ao palco e puxarem jingles conhecidos da militância. O momento descontraído foi rapidamente compartilhado nas redes sociais e ampliou a visibilidade do encontro. Não faltou emoção — e nenhuma cutucada nos adversários foi poupada.
Além da exaltação aos feitos do governo Lula, o encontro também abriu espaço para críticas contundentes aos rivais, com destaque especial às farpas direcionadas ao senador Flávio Bolsonaro, que já se posiciona como uma das grandes pedras no sapato petista para 2026.
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Legalidade e reação do PT: “Evento é estritamente político”
Com a proximidade das eleições, o uso de ambientes públicos e recursos partidários se torna alvo de atenção. Por isso, questionado pela imprensa sobre a legalidade do encontro, o PT tratou de responder rápido: segundo nota do partido, “tudo dentro da lei”, já que a plenária foi realizada fora do expediente, custeada com recursos da legenda e sem uso da máquina pública. O partido reforçou ainda que a participação dos servidores foi livre, sem qualquer pressão ou benefício extra.
Com a defesa pronta, a legenda tenta evitar ruídos e garante que segue com articulações para mobilizar sua base política, apostando em eventos festivos como ferramenta poderosa para manter o grupo animado até as urnas.
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Perguntas frequentes
Qual foi o objetivo do evento “Esplanada com Lula”?
Unificar militantes e servidores públicos para fortalecer a campanha de reeleição do presidente Lula em 2026.
Quem são as ministras que se destacaram no evento?
Rachel Barros, da Igualdade Racial, e Margareth Menezes, da Cultura, que cantaram jingles durante o ato.
O evento respeitou as regras eleitorais vigentes?
Sim, pois ocorreu fora do expediente, foi custeado pelo partido sem uso da máquina pública e não contém pedidos explícitos de voto.
Que tipo de críticas foram feitas aos adversários políticos no encontro?
Foram feitas indiretas e farpas contundentes, especialmente direcionadas ao senador Flávio Bolsonaro.
Como o PT justificou a legalidade do encontro?
O PT afirmou que o evento foi político, realizado fora do expediente, custeado pelo partido e com participação livre dos servidores.