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Bolsonaro, Celebridades, Trump

Eduardo Bolsonaro declara Trump como chefe e ignora crise do aço brasileiro

Wilson em 28 de julho de 2025 às 16:58

A semana já começou pegando fogo nos bastidores da política brasileira. Sob pressão internacional, o governo do Brasil precisa decidir até sexta-feira como vai reagir às tarifas abusivas impostas por Donald Trump sobre o aço e o alumínio nacionais. Essas medidas norte-americanas têm potencial de abalar o agronegócio, complicar a balança comercial e expor ainda mais as fragilidades diplomáticas do país. Mas, antes mesmo de buscar um consenso para enfrentar o ataque comercial dos EUA, o governo lida com uma crise doméstica que chama atenção: falta de união e discursos contraditórios entre seus principais aliados.

Esse episódio ganhou um novo capítulo depois da polêmica declaração de Eduardo Bolsonaro. O deputado federal, reconhecido pela lealdade ao clã e pelo ativismo virtual, fez um afago público a Donald Trump, chegando ao ponto de se declarar subordinado ao ex-presidente dos Estados Unidos. Para completar o clima de novela, criticou aliados por não defenderem Jair Bolsonaro com a devoção devida. O ponto central é claro: pra Eduardo, quem não protege o “mito” está automaticamente fora do jogo, não importa o quanto o Brasil saia perdendo.

O novo lance de Eduardo Bolsonaro: Trump em primeiro lugar?

Nessas horas decisivas, Eduardo Bolsonaro optou por escancarar sua preferência pela cartilha trumpista. Ao invés de atuar para defender os interesses do Brasil na crise dos metais com os EUA, o parlamentar resolveu atacar membros do próprio campo político – principalmente os governadores Tarcísio de Freitas (SP) e Ratinho Júnior (PR), ambos críticos das tarifas impostas pelos americanos, mas com uma postura menos agressiva em relação a Jair Bolsonaro.

O argumento mal disfarçado: ou você defende Bolsonaro com unhas e dentes, ou não serve para o jogo de poder da direita. Menosprezo ao agronegócio, à diplomacia ou à soberania nacional? Tudo em nome da fidelidade à família e a Trump, como ficou evidente quando Eduardo assinou embaixo, em público, que considera Donald Trump seu chefe.

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Nacionalismo de fachada: quando a lealdade fala mais alto que o país

O episódio escancarou aquilo que muita gente já suspeitava: o nacionalismo do bolsonarismo é carta de baralho durante a campanha, mas desaparece rapidinho na hora de escolher entre o Brasil e os interesses do ex-presidente americano. Quando colocados frente a frente com decisões complexas, os aliados mais radicais preferem agradar Washington e manter o discurso de perseguição política, mesmo que isso custe caro ao setor produtivo ou à imagem internacional do país.

Para quem acompanha de perto, não faltam exemplos dos rituais públicos de fidelidade exigidos dos aliados. Desta vez, Eduardo foi além do esperado. Se apresentou, sem rodeios, como “número 2” do governo Trump, ultrapassando os gestos simbólicos do próprio pai, que já chegou a prestar continência à bandeira norte-americana em outros episódios.

O embate interno e as consequências para o Brasil

O impacto dessa disputa de egos e fidelidades é sentido no calor das negociações comerciais. Enquanto a equipe econômica luta para articular uma resposta estratégica à ofensiva tarifária, o bloqueio político interno dificulta uma reação unificada. O resultado: uma diplomacia enfraquecida e a imagem de um país dividido entre suas lideranças, enquanto interesses nacionais são tratados como moeda de troca.

Se a situação já não era simples no cenário externo, dentro do país a crise de maturidade política virou assunto inevitável nos corredores de Brasília. E, com o prazo se esgotando para uma resposta oficial ao governo Trump, resta a dúvida sobre o tamanho do estrago — não apenas econômico, mas também na credibilidade do Brasil enquanto Estado soberano.

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Esse episódio envolvendo Eduardo Bolsonaro e sua devoção a Trump lança luz sobre o momento delicado que a política brasileira atravessa. Enquanto o governo deveria estar focado em defender o setor de aço e alumínio, a mistura de culto à personalidade e disputas internas coloca o país em uma posição desconfortável na arena internacional.

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Perguntas frequentes

Qual o prazo final para o Brasil responder às tarifas de Trump?

O governo brasileiro tem até sexta-feira para apresentar uma resposta formal, seja buscando isenção, retaliações ou negociações.

Quais taxas Trump aplicou sobre o aço e alumínio do Brasil?

As tarifas impostas são de 25% sobre o aço e 10% sobre o alumínio importados do Brasil.

Como a falta de união no governo atrasa a reação às tarifas?

Discursos contraditórios e disputas pessoais entre aliados criam bloqueios políticos, tornando difícil articular uma estratégia diplomática coesa.

Quais setores da economia brasileira são mais afetados?

O agronegócio corre risco de perder competitividade, e as indústrias de aço e alumínio sofrem diretamente com o aumento de custos.

Há risco de retaliação do Brasil contra produtos dos EUA?

Sim. O Ministério da Economia estuda impor taxas sobre importações americanas, especialmente no setor agrícola, caso a negociação falhe.

Wilson

Apaixonado por tudo o que acontece no mundo das celebridades, Wilson é aquele amigo que sempre sabe de um babado antes de sair na mídia. Com um olhar afiado para as últimas tendências da moda e um radar ligado nos bastidores das estrelas, ele mistura informação com entretenimento como ninguém.

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