Crise no filme de Bolsonaro: assessora de Mario Frias é pivô de polêmica no TCU
em 15 de maio de 2026 às 11:07O cenário político de Brasília voltou a ferver nesta semana com uma notícia que mistura os bastidores do cinema e da política: a deputada federal Erika Hilton acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo investigação sobre o possível uso indevido de recursos públicos ligados à produção do filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido de investigação mira diretamente uma assessora de Mario Frias, ex-secretário de Cultura e hoje deputado federal, que teria atuado no projeto cinematográfico enquanto ainda recebia salário do gabinete. O caso já ganhou as manchetes e promete esquentar ainda mais a relação entre oposição e aliados de Bolsonaro.
Com denúncias de desvio funcional, sumiço de postagens e a pressão aumentando nos bastidores políticos e da produção do longa, a situação ficou insustentável. Entenda os detalhes dessa novela que está movimentando os corredores do Congresso e os holofotes do entretenimento nacional.
O que você vai ler neste artigo:
Bastidores do escândalo: da Câmara para Hollywood?
De acordo com a representação encaminhada ao TCU, a secretária parlamentar Rareska Metsker, assessora de Mario Frias, esteve envolvida na produção do filme “Dark Horse” por pelo menos sete semanas — mesmo período em que estava nomeada na Câmara dos Deputados. Postagens feitas pela própria Rareska em suas redes sociais mostravam cenas dos bastidores do longa: making of, fotos com equipe e detalhes de gravação. Quando o caso veio à tona, as publicações sumiram e o perfil dela foi para o modo privado, alerta considerado suspeito pela equipe de Erika Hilton.
Hilton argumenta que houve uso de recursos públicos — salários e benefícios pagos desde a nomeação da assessora — para beneficiar um projeto privado, politicamente sensível, e ligado ao entorno bolsonarista. Por isso, pede, além da investigação, o ressarcimento de cerca de R$ 174 mil aos cofres públicos.
Gabinete na mira e silêncio de Mario Frias
Segundo a denúncia, não apenas a atuação de Rareska seria de conhecimento do gabinete de Mario Frias, como a remoção das postagens é vista como tentativa de encobrir possíveis irregularidades. O documento entregado ao TCU pede apuração sobre eventual favorecimento político financeiramente vantajoso à equipe do filme, o que pode complicar ainda mais a situação do deputado e sua equipe.
Até o fechamento deste texto, Mario Frias segue em silêncio sobre a representação, enquanto deputados da oposição cobram respostas rápidas e transparentes.
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Longa já era alvo de polêmica: Flávio Bolsonaro e milhões no jogo
Vale dizer que o filme “Dark Horse” já vinha sendo alvo de controvérsias antes mesmo do envolvimento de Rareska Metsker. Recentemente, vieram à tona áudios e mensagens mostrando o senador Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos ligados ao financiamento do longa. O banqueiro Daniel Vorcaro teria investido cerca de R$ 61 milhões no projeto, colocando ainda mais lenha na fogueira de polêmicas e suspeitas em torno da obra.
Em resposta ao tumulto, Mario Frias emitiu nota afirmando que o filme foi financiado integralmente com capital privado e que Flávio Bolsonaro se limitou à cessão dos direitos de imagem da família e à busca de investidores, tentando afastar possíveis ligações diretas com recursos públicos.
Produção internacional e data de estreia com interesse político
Protagonizado por Jim Caviezel, famoso por viver Jesus em “A Paixão de Cristo”, e dirigido por Cyrus Nowrasteh, o longa promete retratar uma versão cinematográfica da ascensão política de Jair Bolsonaro. A previsão de lançamento é próxima do calendário eleitoral, o que só aumenta o interesse — e o debate — sobre um possível impacto no cenário político do país.
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O caso da assessora envolvida na produção soma-se às denúncias de uso de vantagens políticas em benefício próprio e promete debates acalorados nas próximas semanas. As investigações do TCU podem, inclusive, trazer novos capítulos para essa história que mistura política, cultura pop e os bastidores do poder.
Essas revelações reforçam como as fronteiras entre política e entretenimento nunca estiveram tão tênues. A notícia sobre a assessora de Mario Frias é um prato cheio para quem gosta de acompanhar de perto os escândalos mais quentes do momento. E, claro, se você quer receber todas as fofocas fresquinhas direto no seu e-mail, inscreva-se em nossa newsletter e fique sempre por dentro das maiores polêmicas do país.